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Polícia Federal apreende R$ 13,7 milhões e 147 armas em operação contra ataques a Três Poderes

A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 13,7 milhões e 147 armas ao longo de 29 fases da operação Lesa Pátria, destinada a investigar os ataques de 8 de janeiro de 2023 que visaram os Três Poderes. Até o momento, foram executados 131 mandados de prisão e 398 de busca e apreensão, focando em financiadores, autoridades omissas, vândalos e autores intelectuais dos atos criminosos. Desde o início da operação, em 2023, a PF já identificou e punido muitos envolvidos, incluindo policiais e cidadãos comuns, visando desmantelar as estruturas que ameaçam a democracia no Brasil.

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Toffoli determina preservação dos aparelhos apreendidos na operação Master

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou que os aparelhos apreendidos pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero fiquem carregados e desconectados de qualquer rede de celular ou internet. A decisão visa à preservação do conteúdo dos dispositivos, que serão analisados posteriormente. Todos os materiais apreendidos devem ser lacrados e enviados ao STF, com a intencionalidade de manter a integridade das provas até a análise pericial. A operação focaliza fraudes relacionadas ao Banco Master e inclui mandados de busca contra Daniel Vorcaro e outros indivíduos envolvidos nas investigações.

Operação Overclean avança e investiga deputados por corrupção

A Polícia Federal, junto à Controladoria-Geral da União e à Receita Federal, desencadeou a nona fase da Operação Overclean, visando desarticular uma organização criminosa envolvida em desvios de recursos públicos de emendas parlamentares e lavagem de dinheiro. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Bahia e Distrito Federal, com destaque para o deputado federal Félix Mendonça Júnior. O STF bloqueou R$ 24 milhões em contas de investigados, que podem ser processados por organização criminosa, corrupção, peculato, e lavagem de dinheiro, em um esquema que movimentou cerca de R$ 1,4 bilhão em fraudes.

Eduardo Bolsonaro resiste à volta ao cargo na PF após perda de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, respondeu à solicitação da Polícia Federal para retornar ao cargo de escrivão. Após a perda do mandato pela Câmara, Eduardo publicou um vídeo alegando impossibilidade de voltar ao Brasil, mencionando perseguição por figuras como o ministro Alexandre de Moraes. Ele enfatizou sua determinação em lutar pelo cargo e sua preocupação com benefícios, como aposentadoria e porte de armas. Eduardo, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, enfrenta investigações no STF, ligadas a uma suposta articulação contra o Brasil. A PF formalizou o retorno à função, publicado no Diário Oficial.

Eduardo Bolsonaro critica ordem da PF e reafirma honra em vez de emprego

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para criticar a ordem da Polícia Federal para que retornasse ao cargo de escrivão, ao qual ele é concursado. Em sua postagem, ele afirmou que não trocaria sua honra por um emprego, fazendo uma referência à Gestapo, a polícia secreta da Alemanha nazista. Eduardo perdeu seu mandato por ausências não justificadas na Câmara dos Deputados e reside nos Estados Unidos desde março de 2025. Se não retornar ao Brasil, poderá ser demitido do serviço público e não receberá mais remuneração como servidor.

Eduardo Bolsonaro é obrigado a retornar ao cargo de escrivão da PF

A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão após a cassação de seu mandato como deputado federal. Ele, que está foragido nos Estados Unidos, não compareceu às sessões da Câmara dos Deputados e teve seu afastamento declarado encerrado. A decisão foi publicada no Diário Oficial, onde a corporação suspendeu o afastamento a partir de 19 de dezembro de 2025. Eduardo, réu no STF por promover sanções contra o Brasil, deve reassumir suas funções na PF, uma vez que não exerce mais o cargo parlamentar desde a sua cassação.

Eduardo Bolsonaro é convocado a voltar ao cargo na Polícia Federal

Após a perda do mandato, Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deve retornar imediatamente ao cargo de escrivão na Polícia Federal. A decisão foi formalizada em um ato publicado no Diário Oficial da União, onde a PF ressaltou que o retorno é necessário para regularizar sua situação formal no órgão. Eduardo estava afastado de suas funções na corporação enquanto exercia a função legislativa e atualmente se encontra nos Estados Unidos. Caso não retorne conforme determinado, ele enfrentará medidas administrativas e disciplinares por ausência injustificada.

Polícia Federal avalia acareação em caso de fraude no Banco Master

A Polícia Federal decidirá se fará acareação entre Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino Santos, diretor de Fiscalização do Banco Central, após depoimentos na próxima terça-feira. As investigações sobre possíveis fraudes na venda do Master ao BRB revelaram irregularidades e operações fraudulentas que podem somar R$ 12 bilhões. A medida, inicialmente ordenada pelo STF, enfrentou críticas, e a PF avaliará a conveniência do procedimento. A investigação começou após a prisão de Vorcaro e documento que ligava uma negociação imobiliária a um deputado federal.