Polícia Federal desvenda esquema de manipulação no Banco Master
Polícia Federal desvenda esquema de manipulação no Banco Master
A Polícia Federal revelou indícios de manipulação na avaliação de fundos de investimento do Banco Master, sugerindo uma tentativa de inflar artificialmente os valores.
Diálogos interceptados mostram pressão interna para que os fundos aparentassem ter patrimônio superior ao real, em busca de sustentar negociações financeiras.
As investigações indicam uma estrutura organizada voltada para a ocultação de recursos, com Ascendino Madureira sendo identificado como um elo fundamental nas operações.
A Polícia Federal contratou a Black Wall Global, uma empresa de inteligência digital, para ajudar na descriptografia de telefones na operação Compliance Zero.
O caso investiga operacões financeiras do Banco Master, liquidado em 2025 com um rombo de R$ 50 bilhões.
O ministro do STF, Cristiano Zanin, mencionou a contratação, e Alexandre de Moraes reconheceu a empresa como associada ao serviço secreto de Israel, o Mossad.
O ministro André Mendonça assumiu a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master após a saída de Dias Toffoli do caso.
A decisão de Toffoli seguiu uma reunião de três horas entre os ministros do STF e foi impulsionada por questões institucionais e pressões sobre sua atuação.
Mendonça, já relator de um caso que envolve o filho de Lula, conduzirá as próximas etapas da investigação em um contexto de críticas e rumores sobre a conduta anterior de Toffoli.
Senadores da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado se reuniram com a PF e o STF, mas não conseguiram garantias de acesso a dados sigilosos do caso Master.
A PF se comprometeu a oferecer apoio técnico, mas os senadores saíram sem informações adicionais.
O presidente do STF indicou que o compartilhamento de informações depende do relator Dias Toffoli, enquanto os senadores buscam aprimoramentos na fiscalização do mercado financeiro.