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Ollanta Humala, ex-presidente do Peru, condenado por corrupção

O ex-presidente do Peru, Ollanta Humala, foi condenado a 15 anos de prisão por lavar dinheiro, tendo recebido subornos da construtora Odebrecht. A justiça considerou que ele recebeu aproximadamente US$ 3 milhões em contribuições ilegais para financiar suas campanhas de 2006 e 2011. Esta decisão encerra um processo que durou mais de três anos e fez de Humala o segundo ex-presidente peruano a ser condenado em meio ao escândalo de corrupção da Odebrecht, que envolveu outros três presidentes do país, refletindo um grande impacto político na nação.

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Reunião secreta antes da prisão: O caso Vorcaro e o Banco Central

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve uma reunião virtual com Ailton de Aquino, diretor do Banco Central, horas antes de ser preso em 17 de novembro durante a Operação Compliance Zero. Ele foi detido no Aeroporto de Guarulhos devido a um suposto esquema de emissão de títulos de crédito falsos, enquanto planejava uma viagem para Dubai. A reunião incluiu outras autoridades do Banco Central e, no dia seguinte, a liquidação extrajudicial do Banco Master foi decretada. A Polícia Federal ouvirá depoimentos de Vorcaro e outros envolvidos na investigação na tarde de 30 de dezembro.

Presidente do IVL se mantém foragido após condenação por tentativa de golpe

Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal (IVL), continuam foragido após a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF. Rocha enfrenta condenação de sete anos e seis meses por sua participação em uma trama golpista, onde ele produziu e divulgou um relatório falso sobre a integridade das urnas. A ordem de prisão foi emitida como medida preventiva após a captura do ex-diretor da PRF, Silvinei Vasques, que tentava fugir para El Salvador. Após a decisão, dez mandados de prisão foram expedidos, restando apenas Rocha como foragido.

Foragido da Justiça: Presidente de Instituto liga-se a trama golpista

Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, é considerado foragido após uma ordem de prisão domiciliar decretada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes. A Polícia Federal não conseguiu localizá-lo em São Paulo. Condenado em outubro a sete anos e seis meses de prisão por organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Rocha participou ativamente de manifestações que disseminaram a ideia de fraude nas eleições de 2022. A reabertura da investigação também envolve o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e outros possíveis implicados na trama golpista.

Silvinei Vasques tenta fuga e leva cão em carro alugado

Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF, tentou fugir do Brasil após ser condenado a 24 anos e seis meses de prisão por sua participação em uma tentativa de golpe de Estado. A Polícia Federal informou ao STF que Vasques alugou um carro, carregando seu cão e materiais de transporte, como ração e tapetes higiênicos. Ele foi visto em seu endereço até 19h22min do dia 24 de dezembro, mas sua tornozeleira eletrônica perdeu sinal por volta das 3h da madrugada do dia seguinte. As imagens mostram Vasques carregando itens para seu animal pouco antes de desaparecer.

Escândalo da compra do Banco Master: Moraes em foco com ligações explosivas

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, fez seis ligações em um único dia para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília. Esta ação surge em meio a investigações sobre fraudes de R$ 12,2 bilhões que resultaram na liquidação do Banco Master. Apesar da pressão, Moraes alega que o objetivo das conversas foi discutir exclusivamente as consequências das sanções da Lei Magnitsky. O caso já gera repercussões políticas e investigações sobre vínculos financeiros da família Moraes com o banco liquidado.

Pressão política em torno do Banco Master: Moraes se reúne com Galípolo

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em busca de informações sobre a venda do Banco Master ao BRB. Moraes fez várias ligações e um encontro pessoal para discutir a situação do banco, alegando que ele estava sendo alvo de críticas para favorecer grandes instituições. Durante uma dessas reuniões, ele pediu agilidade à operação de venda, mas acabou reconhecendo a possibilidade de fraudes nos financiamentos. Após prisões e investigações, o Banco Central decidiu pela liquidação do Banco Master, e a pressão política envolvendo o caso aumentou.

Polêmica na política: R$ 469,7 mil apreendidos com deputado Sóstenes

A Polícia Federal (PF) concluiu a operação Galho Fraco, revelando que o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) teve R$ 469.700,00 apreendidos em espécie. O montante foi encontrado em seu flat em Brasília durante um mandado de busca e apreensão, também direcionado ao deputado Carlos Jordy, evidenciando suspeitas de uso irregular da cota parlamentar. Investigações apontam que uma locadora de veículos foi utilizada como fachada para desvio de verificação. Ambos os parlamentares alegam serem vítimas de perseguição política, enquanto Sóstenes afirma que o valor é proveniente da venda de um imóvel e possui origem legal.