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Netanyahu celebra fim do regime de Assad como um marco histórico

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, celebrou o fim do regime de Bashar al-Assad na Síria, descrevendo-o como um 'dia histórico'. Ele atribuiu essa mudança à pressão que Israel exerceu sobre o Irã e o Hezbollah, que apoiavam Assad. Netanyahu afirmou que a queda do regime desencadeou uma onda de esperança no Oriente Médio, instigando os que desejam liberdade. Contudo, ele também advertiu sobre os perigos que cercam o novo cenário. Em resposta a eventos recentes, ordenou que as Forças de Defesa de Israel ocupassem uma zona desmilitarizada nas Colinas de Golã, visando preservar a segurança da região.

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CIA realiza primeiro ataque com drone na Venezuela contra tráfico de drogas

A CIA realizou um ataque com drone em um cais na costa da Venezuela, sendo este o primeiro ataque dos Estados Unidos em território venezuelano. O alvo estratégico, inicialmente utilizado pela organização criminosa Tren de Aragua, era associado ao armazenamento e ao tráfico de drogas. O ataque ocorreu no início de dezembro, mas não houve vítimas, pois não havia ninguém presente na estrutura. Apesar de ser considerado um sucesso por destruir a instalação, a ação foi vista como simbólica, uma vez que existem muitas outras instalações relacionadas ao narcotráfico na região. A CIA não comentou oficialmente.

Trump intensifies threats against Maduro amid rising tensions

O presidente americano, Donald Trump, fez ameaças ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro, em meio ao aumento das tensões entre os EUA e Caracas. Durante uma declaração à imprensa, Trump afirmou que a presença militar dos Estados Unidos na América do Sul nunca foi tão significativa e que, caso Maduro atuasse de forma agressiva, isso poderia ser sua última chance. Além disso, o governo Trump trabalha em estratégias para o futuro da Venezuela após a saída de Maduro. As ameaças se intensificam em um contexto de operações militares e apreensões de petroleiros próximos à costa do país.

China pressiona Japão a parar com provocações nucleares

A China alertou o Japão sobre a necessidade de interromper as suas provocações relativas a armas nucleares, após um alto funcionário de segurança japonês sugerir a aquisição desse tipo de armamento para dissuadir possíveis agressores. A declaração chinesa ocorreu no dia 22 de dezembro, reiterando a política do Japão de não possuir armas nucleares, que foi reafirmada na sexta-feira anterior. O porta-voz do ministério chinês, Lin Jian, criticou as declarações de líderes japoneses, vinculando a retórica aumentada à agenda de remilitarização promovida por facções mais à direita no Japão, especialmente após tensões relacionadas a Taiwan.

Brasil se recusa a assinar comunicado sobre Venezuela na cúpula do Mercosul

Durante a cúpula do Mercosul, o Brasil e o Uruguai decidiram não assinar um comunicado da Argentina, que pedia a restauração da democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela. A administração de Lula teme que o documento seja visto pelos EUA como apoio a uma possível intervenção militar na Venezuela, o que não é do interesse brasileiro. A cúpula expressou preocupação com a crise na Venezuela, país suspenso do bloco, e reafirmou a necessidade de um compromisso pacífico para restaurar a ordem democrática, sem mencionar as ameaças de intervenção pelos EUA.

Venezuela reage à apreensão de petroleiro pelos EUA: pirataria internacional

Neste sábado, a Venezuela denunciou a apreensão de um petroleiro bandeirado pelo Panamá pelos Estados Unidos, classificando a ação como um grave ato de pirataria internacional. O governo venezuelano acusou os militares americanos de roubo e sequestro, incluindo o desaparecimento forçado da tripulação em águas internacionais. A Venezuela pretende levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU e outras organizações internacionais. Ao mesmo tempo, autoridades dos EUA afirmaram que o bloqueio a navios sancionados será mantido até que os bens norte-americanos sequestrados pelo regime de Maduro sejam devolvidos. O navio transportava petróleo para a Ásia.

EUA apreendem petroleiro gigante na costa da Venezuela

Os Estados Unidos apreenderam um grande navio petroleiro nas proximidades da Venezuela, anunciou o presidente Donald Trump. Este evento ocorre em um momento de crescente tensão entre a América e Caracas. Trump destacou que este é o maior petroleiro já apreendido e prometeu mais revelações futuras durante uma mesa-redonda com empresários e altos funcionários. Embora não tenha fornecido detalhes sobre o navio ou sua propriedade, o presidente repetiu que os dias de Nicolás Maduro estão contados. Os Estados Unidos também acusam o governo venezuelano de ter ligações com o narcotráfico, intensificando a pressão militar.

Maduro defende luta armada como caminho para a paz na Venezuela

Durante sua participação no programa de rádio 'Con Maduro de Repente', Nicolás Maduro reafirmou a soberania da Venezuela e destacou o apoio da China em meio a crescentes tensões na região. Ele declarou que, se necessário, a luta armada seria uma defesa pela paz e pela pátria, enquanto tocava um metalofone. Seus comentários coincidem com atividades militares dos EUA no Caribe e no Pacífico, que incluem ataques a supostos barcos de narcotráfico. O regime de Maduro nega as acusações de envolvimento com o tráfico de drogas, enfatizando o apoio diplomático da China.