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Mudanças ministeriais agitam o governo Lula e o Congresso

As mudanças ministeriais no governo Lula estão se intensificando, com a possível transferência de Alexandre Padilha do Ministério das Relações Institucionais para a Saúde, no lugar de Nísia Trindade. Além disso, Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado, está cotado para o Ministério da Indústria e Comércio. O Congresso exige definições antes de votar o Orçamento de 2025, uma vez que o governo pode gastar apenas uma fração do orçamento atual. O impacto das decisões pode ser significativo para as futuras eleições, especialmente em Minas Gerais, onde Lula busca fortalecer sua base política.

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Lula e Xi Jinping discutem defesa da ONU e recusa ao conselho de Trump

Na madrugada de 23 de janeiro de 2026, o presidente Lula conversou com o líder chinês Xi Jinping. Durante a ligação, Xi pediu ao Brasil que se recuse a integrar o Conselho da Paz, criado por Donald Trump, sugerindo que ambos os países deveriam priorizar e defender a ONU. O presidente brasileiro demonstrou disposição para fortalecer a relação bilateral e trabalhar em conjunto com a China em defesa do multilateralismo e justiça internacional, destacando a importância de sua parceria no Sul Global. Essa interação visa promover um futuro compartilhado mais justo e sustentável entre os dois países.

Mudanças à vista: São Paulo redefine sua diretoria com nova gestão

Harry Massis Júnior, presidente interino do São Paulo, anunciou a troca de diretores antes do clássico contra o Corinthians. Toninho Andrade assume a diretoria social, substituindo Antônio Denizete Gonçalves, que deixou o cargo após conversar com Massis. Essa mudança marca o início de uma nova gestão, enquanto o clube enfrenta pressão para realizar transformações em várias áreas. A saída de outros diretores também foi confirmada, evidenciando a dinâmica política interna. A atual situação reflete as tensões entre aliados e opositores do ex-presidente Julio Casares, que renunciou recentemente ao cargo de presidente.

Fachin defende STF e sua autonomia em meio a críticas sobre o caso Banco Master

Edson Fachin, presidente do STF, defendeu a atuação da Corte no caso do Banco Master, respondendo às críticas sobre a condução de Dias Toffoli, relator do processo. Ele reafirmou que alegações de irregularidades serão analisadas de acordo com os procedimentos regimentais e destacou a importância da legalidade e autonomia de instituições como o Banco Central e a Polícia Federal. Fachin enfatizou que não aceitarão pressões externas e que o STF protege o Estado de direito e a democracia, reafirmando a prevenção de intervenções políticas ou midiáticas que visem descreditar a instituição.

Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas superam Lula em pesquisa de segundo turno

Uma pesquisa realizada pela Apex/Futura revelou que, em cenários de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) estariam à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento, que entrevistou 2.000 pessoas em 849 cidades entre 15 e 19 de janeiro, aponta que Flávio tem 48,1% das intenções de voto contra 41,9% de Lula, enquanto Tarcísio marca 46,1% contra 41,3% de Lula. A pesquisa, que apresenta margem de erro de 2,2%, também mostra índices elevados de rejeição para ambos os políticos.

Lula se conecta com presidente da Palestina em meio ao Conselho de Paz de Trump

O presidente Lula do Brasil conversou por telefone com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, em 22 de janeiro de 2026. A ligação ocorreu após o lançamento do 'Conselho de Paz', uma iniciativa de Donald Trump. Durante a conversa, Lula expressou satisfação com o cessar-fogo em Gaza e discutiu com Abbas as possibilidades de reconstrução na região. Embora tenha recebido um convite para participação no conselho dos EUA, Lula ainda não confirmou sua adesão. Ambos os líderes concordaram em manter contato sobre o andamento do plano de paz no Oriente Médio e seus desdobramentos.

Países ignoram convite de Trump para Conselho de Paz e França levanta questões

Donald Trump anunciou a criação do Conselho de Paz durante um evento em Davos, na Suíça, no dia 22 de janeiro. Entretanto, a resposta de muitos países convidados não foi a esperada, com nações como Noruega, Suécia, Eslovênia e França recusando o convite. Algumas delas expressaram preocupações sobre a compatibilidade do grupo com a Carta da ONU e a inclusão de lideranças polêmicas, como Vladimir Putin. O Brasil optou por adiar sua resposta, enquanto Trump afirmou que o conselho já funciona perfeitamente, elogiando os participantes que aceitaram, como Argentina e Arábia Saudita.

Controvérsia envolve homenagem a Toffoli por cidade ligada a resort familiar

O ministro Dias Toffoli, do STF, recebeu o título de cidadão honorário de Ribeirão Claro, no Paraná, em 2017, em reconhecimento ao seu trabalho em prol do desenvolvimento turístico da região. Curiosamente, irmãos de Toffoli foram sócios do Tayayá Resort, que foi vendido a um fundo ligado ao Banco Master, que está sob investigação por fraudes. Apesar da polêmica, o magistrado manteve sua relatoria no caso e ignorou pedidos de afastamento. O cenário se complica com questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse enquanto as investigações progridem e revelam transações financeiras suspeitas envolvendo sua família.