Mudança de versão: Agência Lupa altera nota sobre Toffoli e Tayayá Resort
Mudança de versão: Agência Lupa altera nota sobre Toffoli e Tayayá Resort
A agência de checagem Lupa alterou uma nota de 2024 que negava a participação de Dias Toffoli no Tayayá Resort, após novos documentos mostrarem o contrário.
O gabinete de Toffoli confirmou que ele estava no quadro societário da Maridt, empresa associada ao resort, em dezembro de 2024.
A mudança na informação não incluiu um reconhecimento de erro, mas atualizou os dados baseados em novas notas da assessoria do ministro.
O ministro André Mendonça assumiu a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master após a saída de Dias Toffoli do caso.
A decisão de Toffoli seguiu uma reunião de três horas entre os ministros do STF e foi impulsionada por questões institucionais e pressões sobre sua atuação.
Mendonça, já relator de um caso que envolve o filho de Lula, conduzirá as próximas etapas da investigação em um contexto de críticas e rumores sobre a conduta anterior de Toffoli.
A CPI do Crime Organizado no Senado mudou seu foco após a divulgação de mensagens envolvendo pagamentos do ex-CEO do Banco Master ao ministro Dias Toffoli do STF.
A comissão pretende ouvir membros da família de Toffoli, ministros do STF, e outros envolvidos, como a advogada Viviane Barci de Moraes, que firmou um contrato significativo com o banco.
A pauta inclui 47 pedidos de convocação e análise de diversas pessoas ligadas ao caso, refletindo a pressão política após as novas informações.
O senador Rodrigo Pacheco considera a possibilidade de concorrer ao governo de Minas Gerais em outubro após conversa com o presidente Lula.
Lula prometeu todo suporte à candidatura de Pacheco e enfatizou que não possui um plano B para Minas.
Pacheco afirma que tomará uma decisão sobre a candidatura em um momento oportuno, levando em conta a situação do PSD e opções de filiação a outros partidos.
O Senado argentino aprovou a reforma trabalhista de Javier Milei em meio a protestos e confrontos violentos com a polícia.
O projeto, que agora segue para a Câmara dos Deputados, propõe mudanças significativas nas relações trabalhistas, como redução de indenizações e limitações ao direito de greve.
Críticos, incluindo sindicatos, alegam que as alterações precarizam o trabalho e não garantirão investimentos, especialmente em um cenário de estagnação econômica.