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Medo e resistência: ucranianos se escondem para evitar a guerra

Com muitos soldados mortos, feridos ou exaustos, o governo ucraniano intensificou os esforços para mobilizar mais homens, resultando em muitas pessoas se escondendo para evitar a guerra. No casamento de Serhiy e Tania, metade dos convidados não compareceu devido ao medo dos esquadrões de recrutamento. Enquanto o número de mortos aumenta, a nova lei exige registro de homens para convocação militar, levando muitos a se esconder. A desconfiança cresce entre aqueles que evitam o recrutamento, gerando divisões na sociedade, confrontos e resistência. A ameaça da guerra se aproxima cada vez mais, criando um clima de tensão e medo na Ucrânia

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Enganadora russa faz vítimas em recrutamento militar para guerra na Ucrânia

Polina Azarnykh, uma mulher russa, é acusada de enganar estrangeiros, especialmente jovens de países pobres, para recrutá-los para lutar na guerra da Ucrânia em nome da Rússia. Sob promessas de trabalho e cidadania, ela dilapidou sonhos, levando homens do Oriente Médio a acreditarem que não enfrentariam combates. Casos de recrutas como Omar mostram sua traição, já que muitos foram enviados à linha de frente com pouca preparação. As famílias relatam desaparecimentos e mortes, questionando a credibilidade de Azarnykh, que agora enfrenta investigações por sua manipulação e ameaças a potenciais desertores, visando lucro pessoal.

Rússia realiza ataque aéreo devastador contra cidades ucranianas

Na noite de 8 de janeiro de 2026, a Rússia iniciou um ataque em larga escala contra a Ucrânia, resultando em explosões significativas em Kiev e Lviv, onde pelo menos duas vidas foram perdidas. Câmeras de segurança registraram a ação por volta das 23h46, enquanto a Ucrânia investiga o possível uso de mísseis balísticos russos. O ataque seguiu as acusações russas de que a Ucrânia tentou atingir a residência presidencial de Putin. O prefeito de Kiev reportou danos em várias áreas, incluindo Darnytskyi, enquanto Lviv sofreu impactos em infraestruturas essenciais.

Trump sob pressão: ex-embaixador dos EUA sugere ataque à Venezuela

Em uma análise recente, o ex-embaixador dos EUA, John Feeley, declarou que Donald Trump 'precisa explodir alguns alvos' na Venezuela para não parecer fraco. Ele observou que, embora Trump esteja limitado pela política eleitoral interna e resista a iniciar novas guerras, as pressões de Marco Rubio podem influenciá-lo. Feeley destacou que qualquer ataque terrestre confirmado representará uma escalada significativa nas hostilidades. No entanto, a falta de clareza nas comunicações de Trump sobre operações clandestinas pode comprometer sua eficácia. Feeley acredita que uma demonstração de força pode não ser suficiente para depor Nicolás Maduro do poder.

Trump afirma que paz na Ucrânia está quase alcançada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia estão na fase final. Apesar do otimismo, ele não forneceu um prazo específico para a assinatura do acordo de cessar-fogo. Durante uma reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na Flórida, Trump ressaltou que a Ucrânia receberá fortes garantias de segurança, embora não tenha revelado detalhes sobre os termos do acordo. Uma nova conversa com o presidente russo Vladimir Putin está agendada para discutir o resultado desse encontro bilateral.

Trump dialoga com Putin antes de encontro com Zelensky sobre a paz na Ucrânia

Donald Trump declarou ter uma conversa 'produtiva' com Vladimir Putin antes de se reunir com Volodymyr Zelensky, que busca apoio dos EUA para um acordo de paz na guerra da Ucrânia. O plano, com 20 pontos, aborda segurança e questões territoriais, enfrentando resistência russa. Enquanto Zelensky, com forte apoio europeu, questiona a genuína intenção de Moscou pela paz,Trump adota cautela. A pressão militar da Rússia continua, mas o diálogo com os EUA prossegue. A Ucrânia insiste na necessidade de garantias de segurança e solicita mais apoio financeiro e armamentos para fortalecer sua posição nas negociações.

Zelensky busca apoio europeu após reuniões com Trump

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que conversará com líderes europeus após se reunir com Donald Trump. Zelensky, durante uma viagem aos EUA, ressaltou a necessidade de coordenar prioridades diplomáticas. Ele destacou a urgência de respaldo para a Ucrânia, especialmente por conta dos permanentes ataques russos, que afetaram gravemente Kiev, causaram mortes e deixaram muitos sem aquecimento no frio intenso. O ucraniano espera que essa reunião resulte em garantias de segurança e no fortalecimento das defesas aéreas do seu país, essenciais para enfrentar as ofensivas da Rússia durante este momento crítico.

Putin se diz preparado para guerra se Europa iniciar conflito

Vladimir Putin, presidente da Rússia, declarou estar preparado para um confronto caso a Europa inicie um conflito, mas enfatizou que o país não deseja a guerra. Suas declarações ocorreram em um fórum econômico em Moscou, horas antes de uma reunião com o emissário americano, Steve Witkoff, para discutir propostas de paz para a Ucrânia. Putin criticou os líderes europeus, afirmando que eles tentam obstruir os esforços dos EUA para encerrar a guerra e que não possuem um programa de paz. Ele pediu que reconsiderem suas atitudes em relação à Rússia e ao conflito atual.