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Putin se diz preparado para guerra se Europa iniciar conflito

Vladimir Putin, presidente da Rússia, declarou estar preparado para um confronto caso a Europa inicie um conflito, mas enfatizou que o país não deseja a guerra. Suas declarações ocorreram em um fórum econômico em Moscou, horas antes de uma reunião com o emissário americano, Steve Witkoff, para discutir propostas de paz para a Ucrânia. Putin criticou os líderes europeus, afirmando que eles tentam obstruir os esforços dos EUA para encerrar a guerra e que não possuem um programa de paz. Ele pediu que reconsiderem suas atitudes em relação à Rússia e ao conflito atual.

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Enganadora russa faz vítimas em recrutamento militar para guerra na Ucrânia

Polina Azarnykh, uma mulher russa, é acusada de enganar estrangeiros, especialmente jovens de países pobres, para recrutá-los para lutar na guerra da Ucrânia em nome da Rússia. Sob promessas de trabalho e cidadania, ela dilapidou sonhos, levando homens do Oriente Médio a acreditarem que não enfrentariam combates. Casos de recrutas como Omar mostram sua traição, já que muitos foram enviados à linha de frente com pouca preparação. As famílias relatam desaparecimentos e mortes, questionando a credibilidade de Azarnykh, que agora enfrenta investigações por sua manipulação e ameaças a potenciais desertores, visando lucro pessoal.

Lula e Putin discutem situação na Venezuela em telefonema importante

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Vladimir Putin, da Rússia, discutiram por telefone a situação da Venezuela após o sequestro do presidente Nicolás Maduro e os recentes ataques dos EUA. Ambos expressaram preocupação e defenderam a importância de manter a América do Sul e o Caribe como zonas de paz. Essa conversa incluiu a análise do papel do BRICS e da ONU na governança global. Lula e Putin concordaram em coordenar esforços para reduzir a tensão na região e planejar a 8ª Comissão Bilateral de Alto Nível Brasil-Rússia, agendada para fevereiro.

Rússia realiza ataque aéreo devastador contra cidades ucranianas

Na noite de 8 de janeiro de 2026, a Rússia iniciou um ataque em larga escala contra a Ucrânia, resultando em explosões significativas em Kiev e Lviv, onde pelo menos duas vidas foram perdidas. Câmeras de segurança registraram a ação por volta das 23h46, enquanto a Ucrânia investiga o possível uso de mísseis balísticos russos. O ataque seguiu as acusações russas de que a Ucrânia tentou atingir a residência presidencial de Putin. O prefeito de Kiev reportou danos em várias áreas, incluindo Darnytskyi, enquanto Lviv sofreu impactos em infraestruturas essenciais.

EUA apreendem petroleiro russo relacionado à Venezuela e intensificam tensões diplomáticas

Os Estados Unidos apreenderam um petroleiro com bandeira russa, relacionado à Venezuela, no Atlântico Norte, conforme mandado judicial. As autoridades americanas haviam perseguido o navio desde dezembro de 2025, que tentava burlar sanções impostas anteriormente. A apreensão aumenta as tensões entre Washington e Moscou, especialmente após o envio de um submarino russo para escoltar o petroleiro. A Rússia declarou que a ação dos EUA é uma violação do direito internacional, enquanto uma segunda embarcação foi apreendida no Caribe por supostas atividades ilícitas. A situação revela um cenário complexo de geopolítica e comércio de petróleo.

Rússia envia submarino para defender petroleiro sob ameaça dos EUA

A Rússia intensificou as tensões com os EUA ao enviar um submarino para proteger um petroleiro em perseguição no Atlântico. O navio, anteriormente chamado Bella 1 e agora denominado Marinera, é monitorado pela Guarda Costeira dos EUA devido à suspeita de que não exibe bandeira válida. Após uma tentativa de apreensão e mudanças táticas, a embarcação navegava entre a Islândia e a Grã-Bretanha. As autoridades norte-americanas alegam que o petroleiro faz parte de uma frota que contrabandeia petróleo, violando sanções. A Rússia, por sua vez, formalizou um pedido para que os EUA interrompessem a perseguição.

Rússia afirma que Acordo de Paz na Ucrânia está Mais Próximo, mas com Condições

A Rússia declarou que está mais próxima de um acordo de paz para a guerra na Ucrânia, concordando com afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, após conversas entre ele, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, anunciou que novas discussões podem ocorrer em breve, mas ressaltou que a Ucrânia deve retirar suas tropas da região de Donbas para que a paz seja possível. Zelensky mencionou que questões sobre a usina nuclear de Zaporizhzhia e a cessão de territórios ainda são obstáculos nas negociações, além das reivindicações russas sobre Donbas e outras áreas.

Proposta de paz da Ucrânia: 20 pontos em negociação com a Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu informações sobre as propostas de paz da Ucrânia, apresentadas em conjunto com os Estados Unidos. Durante as negociações em Miami, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mencionou que um plano de 20 pontos estava quase finalizado, porém ainda havia desacordo sobre a cessão de partes do Donbas e a usina nuclear de Zaporizhzhia. O Kremlin, por sua vez, não se manifestou sobre a reação russa às propostas. Zelensky reiterou a soberania ucraniana, e uma proposta de não agressão entre os países foi discutida como parte fundamento nas tratativas de paz.