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Lula defende a volta da classe média à escola pública e critica entraves educacionais

Em um discurso recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a importância da classe média na educação pública e criticou as barreiras enfrentadas em seu desenvolvimento. Ele prometeu investimentos significativos para garantir salários dignos aos professores e drew attention to the historical significance of public education for Brazilian intellectuals. Lula afirmou que, sob sua liderança, a educação não enfrentará déficits orçamentários e que o governo deve ser inclusivo, em oposição a visões anteriores que limitam o acesso à educação a uma minoria privilegiada. Ele convocou a classe média a retornar às escolas públicas.

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Lula ironiza presença de prefeitos do PL durante evento em Mauá

  • Lula posou com prefeitos do PL em Mauá, fazendo uma brincadeira sobre a presença deles na foto.
  • Durante o evento, ele anunciou entregas do Novo PAC em saúde e educação para os municípios do Grande ABC.
  • Lula reafirmou o respeito ao voto dos prefeitos, mesmo que eles pertençam a um partido adversário.

Indenização de R$ 1 milhão em caso trágico de excursão escolar

  • A morte da estudante Victoria Mafra Natalini, 17 anos, durante uma excursão escolar em 2015, resultou em indenização de R$ 1 milhão ao pai, após decisão do STJ.
  • Victoria, aluna da Escola Waldorf Rudolf Steiner, desapareceu durante uma viagem a Jundiaí, onde a busca inicial foi negligenciada.
  • Após apuração, a causa da morte foi identificada como asfixia mecânica, e o ministro ressaltou as falhas graves da escola na condução da excursão.

Tragédia em faculdade: professora é morta por aluno em Rondônia

  • Juliana Santiago, professora de Direito Penal, foi morta a facadas por um aluno dentro da Faculdade Metropolitana em Porto Velho, Rondônia.
  • Alunos e entidades lamentaram a morte da professora, destacando seu caráter inspirador e carinhoso.
  • A OAB e o Centro Universitário Aparício Carvalho repudiaram o ato de violência e expressaram condolências à família de Juliana.

Tragédia em Águas Claras: Família lamenta a morte de jovem agredido por piloto

  • A família de Rodrigo Castanheira, de 16 anos, lamenta sua morte após ser agredido pelo piloto Pedro Turra em Águas Claras, DF.
  • A confusão começou por um desentendimento sobre um chiclete, levando Turra a agredir Rodrigo, que sofreu traumatismo craniano e ficou internado por 16 dias.
  • Turra foi preso inicialmente, libertado após pagar fiança, e ao tentar interferir nas investigações, foi novamente detido; ele aguarda o processo, que pode ser reclassificado para homicídio culposo.

Nova medição redefine tamanho de Júpiter e pode exigir atualização de livros didáticos

  • A sonda Juno revelou que Júpiter é ligeiramente menor e mais achatado do que se pensava anteriormente.
  • A diferença nas dimensões foi determinada através de uma nova medição, que atualiza dados científicos essenciais.
  • As medições aprimoradas exigem a revisão de materiais didáticos e científicos, embora o tamanho real do planeta não tenha mudado.

Erros de ortografia chocam em escola cívico-militar e provocam polêmica

  • A Escola Cívico-Militar em Caçapava (SP) apresentou erros de ortografia durante uma atividade, com palavras como 'descançar' e 'cotinêcia' grafadas incorretamente.
  • O policial militar aposentado, responsável pela atividade, corrigiu os erros após ser alertado e a Secretaria de Educação de SP afirmou que o conteúdo é de responsabilidade dos docentes.
  • O Sindicato dos Professores (Apeoesp) repudiou a implantação das escolas cívico-militares, chamando-as de 'inconstitucionais e autoritárias'.

Santa Catarina desafia cotas raciais com argumentação demográfica

  • O governo de Santa Catarina apresentou uma defesa ao STF para justificar a proibição de cotas raciais nas universidades estaduais, alegando que a população é majoritariamente branca.
  • O Estado argumenta que políticas públicas devem refletir a realidade local e sugere a adoção de critérios socioeconômicos em vez de raciais.
  • Críticos advertem que essa justificativa pode ignorar desigualdades históricas e reduzir a eficácia das políticas de inclusão já consolidadas pelo STF.