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Tragédia em faculdade: professora é morta por aluno em Rondônia

  • Juliana Santiago, professora de Direito Penal, foi morta a facadas por um aluno dentro da Faculdade Metropolitana em Porto Velho, Rondônia.
  • Alunos e entidades lamentaram a morte da professora, destacando seu caráter inspirador e carinhoso.
  • A OAB e o Centro Universitário Aparício Carvalho repudiaram o ato de violência e expressaram condolências à família de Juliana.

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Indenização de R$ 1 milhão em caso trágico de excursão escolar

  • A morte da estudante Victoria Mafra Natalini, 17 anos, durante uma excursão escolar em 2015, resultou em indenização de R$ 1 milhão ao pai, após decisão do STJ.
  • Victoria, aluna da Escola Waldorf Rudolf Steiner, desapareceu durante uma viagem a Jundiaí, onde a busca inicial foi negligenciada.
  • Após apuração, a causa da morte foi identificada como asfixia mecânica, e o ministro ressaltou as falhas graves da escola na condução da excursão.

Tragédia em Águas Claras: Família lamenta a morte de jovem agredido por piloto

  • A família de Rodrigo Castanheira, de 16 anos, lamenta sua morte após ser agredido pelo piloto Pedro Turra em Águas Claras, DF.
  • A confusão começou por um desentendimento sobre um chiclete, levando Turra a agredir Rodrigo, que sofreu traumatismo craniano e ficou internado por 16 dias.
  • Turra foi preso inicialmente, libertado após pagar fiança, e ao tentar interferir nas investigações, foi novamente detido; ele aguarda o processo, que pode ser reclassificado para homicídio culposo.

Nova medição redefine tamanho de Júpiter e pode exigir atualização de livros didáticos

  • A sonda Juno revelou que Júpiter é ligeiramente menor e mais achatado do que se pensava anteriormente.
  • A diferença nas dimensões foi determinada através de uma nova medição, que atualiza dados científicos essenciais.
  • As medições aprimoradas exigem a revisão de materiais didáticos e científicos, embora o tamanho real do planeta não tenha mudado.

Erros de ortografia chocam em escola cívico-militar e provocam polêmica

  • A Escola Cívico-Militar em Caçapava (SP) apresentou erros de ortografia durante uma atividade, com palavras como 'descançar' e 'cotinêcia' grafadas incorretamente.
  • O policial militar aposentado, responsável pela atividade, corrigiu os erros após ser alertado e a Secretaria de Educação de SP afirmou que o conteúdo é de responsabilidade dos docentes.
  • O Sindicato dos Professores (Apeoesp) repudiou a implantação das escolas cívico-militares, chamando-as de 'inconstitucionais e autoritárias'.

Santa Catarina desafia cotas raciais com argumentação demográfica

  • O governo de Santa Catarina apresentou uma defesa ao STF para justificar a proibição de cotas raciais nas universidades estaduais, alegando que a população é majoritariamente branca.
  • O Estado argumenta que políticas públicas devem refletir a realidade local e sugere a adoção de critérios socioeconômicos em vez de raciais.
  • Críticos advertem que essa justificativa pode ignorar desigualdades históricas e reduzir a eficácia das políticas de inclusão já consolidadas pelo STF.

Santa Catarina defende proibição de cotas raciais com base em dados demográficos

  • O governo de Santa Catarina defende a constitucionalidade de uma lei que proíbe cotas raciais nas universidades, citando a maioria da população branca do estado.
  • A manifestação enviada ao STF argumenta que a implementação de cotas é inadequada à realidade local e que políticas de ação afirmativa devem ser redefinidas com critérios objetivos.
  • A controvérsia inclui dados do IBGE que contestam a proporção da população branca, além de uma liminar do Tribunal de Justiça suspendendo a aplicação da lei.

Governo de SC defende proibição de cotas em universidades após suspensão judicial

O governo de Santa Catarina se manifestou após o Tribunal de Justiça suspender uma lei que proíbe a adoção de cotas em universidades estaduais. A Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina (PGE-SC) defende que a norma está em conformidade com a Constituição, argumentando que não há obrigatoriedade para a implementação de cotas. A desembargadora responsável pela decisão considerou que a lei invade a autonomia universitária. A PGE-SC afirmou que apresentará uma defesa no Supremo Tribunal Federal e ressaltou que suas políticas seguem critérios universais, sem desrespeitar o ordenamento jurídico brasileiro.