Durante uma sessão da CPI do INSS, o senador Randolfe Rodrigues revelou que o governo de Jair Bolsonaro vetou a revalidação de dados dos beneficiários do INSS, que deveria ocorrer a cada dois anos. Essa ação, segundo Randolfe, impediu que medidas para evitar fraudes no instituto fossem efetivas, resultando no desvio de recursos que afetam aposentados e pensionistas. A revogação aconteceu em 2022 e, de acordo com uma defensora pública, se a revalidação reputacional tivesse sido mantida, a fraude teria sido evitada. A oposição criticou a base governista por não assinar a CPMI.