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Haddad aguarda aval de Lula para anunciar cortes de gastos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que está pronto para divulgar um pacote de cortes de gastos, porém depende da autorização do presidente Lula. Ele afirmou que não tem certeza se será possível realizar o anúncio ainda esta semana, embora tenha reuniões agendadas com Lula e outros ministros, como o da Defesa, José Múcio. Haddad destacou a importância da colaboração do presidente da Câmara, Arthur Lira, que se comprometeu a apoiar a aprovação do pacote no Congresso. O ministro mencionou que os ministros afetados pelos cortes demonstraram diferentes reações, mas concordaram com a necessidade do ajuste.

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São Paulo decide manter Julio Casares na presidência em meio a escândalos

O Conselho Consultivo do São Paulo decidiu pela não recomendação da saída do presidente Julio Casares, mesmo diante de várias polêmicas recentes. Durante a reunião, que ocorreu nesta terça-feira, a votação foi de seis votos a favor da permanência e um contra. A principal justificativa para essa decisão foi a falta de provas concretas que sustente o afastamento do presidente, que estáem investigação por possíveis desvios financeiros envolvendo, por exemplo, transações de R$ 1,5 milhão. Casares, que não teve direito a voto, afirma que não renunciará ao cargo.

Xuxa defende Sasha e Bruna Marquezine de críticas: 'Pessoas mal amadas'

Xuxa Meneghel, apresentadora e mãe de Sasha, defendeu sua filha e a amiga Bruna Marquezine contra críticas nas redes sociais. Recentemente, ambos foram alvos de comentários negativos sobre um vestido escolhido por Bruna, que era considerado vulgar por alguns internautas. Em resposta, Xuxa elogiou a amizade das duas, referindo-se aos críticos como 'mamás', ou seja, pessoas mal amadas que se incomodam com o sucesso alheio. Ela frisou que tanto Sasha quanto Bruna são mulheres vitoriosas e bem amadas, e até defendeu o estilo único de Bruna na festa de Ano Novo que elas frequentaram juntas.

Trump descarta eleições na Venezuela após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que não haverá eleições na Venezuela nos próximos 30 dias, após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças americanas. Em entrevista, Trump destacou que o país precisará de consertos antes das eleições. Ele mencionou que um grupo de autoridades estadunidenses supervisionará a transição na Venezuela, sendo a palavra final dele. Além disso, Trump sugeriu a possibilidade de uma nova incursão militar se a nova presidente interina, Delcy Rodríguez, não cooperar. A operação incluiu bombardeios e causou preocupações sobre a violação da soberania venezuelana.

Impacto da captura de Maduro no cenário eleitoral brasileiro

A prisão de Nicolás Maduro pelos EUA impacta diretamente a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, já que o presidente brasileiro se posicionou em defesa do ditador venezuelano, desconsiderando amplas críticas ao regime de Caracas. Especialistas acreditam que Lula pode vir a perder apoio devido ao confronto entre sua postura e a polarização gerada na política brasileira. O governo petista enfrenta um dilema ao tentar manter diálogo com Washington após condenar a operação americana. A situação levanta questionamentos sobre a posição do Brasil na dinâmica geopolítica na América Latina e seu futuro político.

Filho de Maduro apoia Delcy Rodríguez em meio à crise política na Venezuela

Nicolás Maduro Guerra, filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro, expressou seu 'apoio incondicional' à nova presidente interina, Delcy Rodríguez, durante um discurso na Assembleia Nacional. O pronunciamento ocorreu após a detenção de Maduro pai e sua esposa, Cilia, durante uma ação dos Estados Unidos. Maduro Guerra refutou os rumores sobre a traição de Rodríguez e enfatizou a união do povo venezuelano em meio à crise. Ele pediu paz e estabilidade para o país, ao mesmo tempo que denunciou a captura de seu pai como um 'sequestro' e uma ameaça à soberania de nações independentes.

Brasil critica ação militar dos EUA na Venezuela e defende paz na região

O governo brasileiro criticou vigorosamente a ação armada dos Estados Unidos na Venezuela, onde o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram sequestrados. Durante uma reunião de emergência na ONU, o embaixador Sérgio França Danese afirmou que essa ação representa uma ameaça à paz na América do Sul. Ele destacou que intervenções anteriores resultaram em regimes autoritários e violações de direitos humanos. Danese afirmou que a Venezuela deve decidir seu futuro sem interferência externa e que o uso da força viola normas internacionais, relembrando que o compromisso do Brasil é pela paz e não intervenção.

Intervenção dos EUA na Venezuela impacta preços do petróleo

A recente intervenção dos EUA na Venezuela resultou na captura de Nicolás Maduro e, consequentemente, na queda dos preços do petróleo global. O Brent e o WTI recuaram em função da percepção de um menor risco de embargo às exportações venezuelanas. A presidente interina, Delcy Rodríguez, busca estabelecer uma relação construtiva com os EUA, o que pode facilitar as exportações de petróleo do país. Apesar das vastas reservas, a produção continua baixa, necessitando de investimentos significativos para recuperação. O mercado global enfrenta um excedente, que provavelmente manterá os preços sob controle.