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Governo e Câmara se reúnem em busca de consenso sobre o PL Antifacção

Na noite de 17 de novembro de 2025, a ministra Gleisi Hoffmann se encontrou com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para discutir o PL Antifacção. Gleisi afirmou que não há consenso sobre o relatório apresentado por Guilherme Derrite e que uma nova versão será elaborada antes da votação marcada para 18 de novembro. O governo expressou insatisfação com o texto atual, que ainda gera descontentamento tanto na oposição quanto entre os governistas. Motta não espera consenso e ressaltou que o texto pautado será o melhor possível, sem incluir aprovações que inviabilizem a proposta.

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Lula dialoga com México e Canadá sobre a crise da Venezuela

No dia 8 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conduziu conversas telefonicamente com líderes do México e do Canadá sobre a crise na Venezuela, exacerbada pela recente invasão americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. Durante as discussões, Lula e Claudia Sheinbaum, presidenta do México, defenderam o multilateralismo e soluções pacíficas para a situação, promovendo diálogo e estabilidade regional. De forma semelhante, Lula conversou com Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, onde condenaram o uso da força sem respaldo do direito internacional, e o convidaram para futuras visitas ao Brasil para estreitar laços bilaterais.

Senador propõe anistia após veto de Lula ao PL da Dosimetria

O relator do PL da Dosimetria, senador Esperidião Amin, protocolou um projeto de lei na quinta-feira (8.jan.2026) propondo anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, após o veto do presidente Lula à proposta que reduzia penas de manifestantes extremistas. Amin criticou a decisão do Planalto e argumentou que a anistia seria uma forma necessária de 'pacificação institucional'. O projeto, que também altera critérios de cálculo das penas, propõe anistiar crimes como tentativa de golpe de Estado, contrariando o veto presidencial com a expectativa de que o Congresso possa reverter a decisão.

Lewandowski renuncia ao Ministério da Justiça e segurança pública

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou sua demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, citando razões pessoais e familiares. Ele ocupa o cargo desde fevereiro de 2024 e deixará sua posição após quase dois anos de serviço. A decisão já era esperada e será oficialmente publicada no Diário Oficial. Amanhã, o secretário-executivo Manoel Almeida assumirá interinamente. Na carta de despedida, Lewandowski agradeceu a Lula pela oportunidade e fez um balanço das ações de sua gestão, destacando a proteção de terras indígenas e avanços na segurança pública.

Ricardo Lewandowski deixa o Ministério da Justiça em meio a desafios na segurança pública

Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça, apresentou sua carta de demissão ao presidente Lula nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, e deixará oficialmente o cargo. Lewandowski, que assumiu o ministério em fevereiro de 2024, já havia sinalizado sua saída antecipada em dezembro. Sua decisão acontece em um contexto onde a segurança pública é tema central no Brasil, com aumento da violência e ações de facções criminosas. O ex-ministro não conseguiu aprovar a PEC da Segurança Pública, a principal proposta do governo nessa área. Até agora, seu substituto não foi definido.

Demissão de Lewandowski choca o governo Lula em meio a crises de segurança

Ricardo Lewandowski, o ministro da Justiça e Segurança Pública, apresentou sua carta de demissão ao presidente Lula nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, antes da cerimônia dos atos de 8 de janeiro. Ele deixa o cargo no mesmo dia, e sua exoneração será publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira. Lewandowski ocupou o ministério desde fevereiro de 2024 após se afastar do STF. Sua saída acontece em um contexto de intensa discussão sobre segurança pública no Brasil, frente ao crescimento de organizações criminosas e a crescente violência associada às disputas entre facções.

Lula veta projeto que reduz penas para crimes de 2023 e golpe de 2022

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto de lei da Dosimetria, que reduzia penas de condenados pelos atos criminosos ocorridos em 2023 e pelos conspiradores de um golpe em 2022. A proposta, aprovada no Congresso em dezembro, também beneficiaria ex-presidentes como Jair Bolsonaro. O veto foi assinado em uma cerimônia que marcou os três anos do ataque aos Três Poderes em 8 de janeiro, reforçando a defesa da democracia. Agora, o veto será analisado pelo Congresso, que decidirá se manterá ou derrubará a decisão do presidente.

Três anos após os ataques, Brasília reforça segurança para turistas nos Três Poderes

Três anos após os devastadores ataques de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos Três Poderes, Brasília mantém segurança reforçada para visitação pública. As invasões, que resultaram em danos significativos a vidros, móveis e obras de arte, levaram a alterações nos protocolos de acesso e segurança. Atualmente, visitantes devem passar por rigorosos procedimentos de segurança, incluindo verificação de identidade e uso de detectores de metal. Apesar das mudanças, a visitação foi reestabelecida, com medidas contínuas para garantir a proteção das instalações e a memória dos eventos que marcaram a redemocratização brasileira.