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Filipe Martins é preso por violar restrições de uso de redes sociais

Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro, foi preso pela Polícia Federal após descumprir medida cautelar que o proibia de usar redes sociais. A prisão foi decretada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, após uma denúncia que afirmava que Martins acessou o LinkedIn, violando as restrições impostas. Embora os advogados tenham argumentado que o acesso foi feito por representantes legais, Moraes considerou que houve descumprimento das normas. Juristas criticaram a decisão de Moraes por não consultar a Procuradoria-Geral da República antes da prisão, mas reconheceram a possibilidade legal dessa ação.

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Filipe Martins é preso por descumprir medidas cautelares em meio a polêmica

Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro, foi preso por descumprir medidas cautelares ao usar redes sociais durante prisão domiciliar. Jeffrey Chiquini, seu advogado, criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, chamando a prisão de vingança, ressaltando que Martins nunca recebeu advertências anteriores. Martins foi condenado por sua participação em um plano de golpe de Estado e integrou o grupo conhecido como 'Gabinete do Ódio'. O uso de sua conta no LinkedIn motivou a nova prisão, mas sua defesa argumenta que Martins não teve acesso à rede social e que os perfis estão sob controle dos advogados.

Eduardo Bolsonaro é obrigado a retornar ao cargo de escrivão da PF

A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão após a cassação de seu mandato como deputado federal. Ele, que está foragido nos Estados Unidos, não compareceu às sessões da Câmara dos Deputados e teve seu afastamento declarado encerrado. A decisão foi publicada no Diário Oficial, onde a corporação suspendeu o afastamento a partir de 19 de dezembro de 2025. Eduardo, réu no STF por promover sanções contra o Brasil, deve reassumir suas funções na PF, uma vez que não exerce mais o cargo parlamentar desde a sua cassação.

Bolsonaro deixa hospital e retorna à prisão após cirurgia

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar após ter realizado uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral e por passar por outros procedimentos para tratar um quadro de soluços. Ele deixou o Hospital DF Star no fim da tarde do dia 1º de janeiro de 2026, retornando à Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena há mais de um ano. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, negou o pedido da defesa por prisão domiciliar humanitária. Apesar de estar internado, os médicos constataram melhorias em seu estado de saúde, permitindo sua alta conforme previsto.

Bolsonaro é liberado do hospital e volta à prisão após negativa do STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar e retornou à Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro esteve internado para uma cirurgia de hérnia e enfrentou crises de soluço, que exigiram um bloqueio anestésico do nervo frênico. O STF negou seu pedido de prisão domiciliar, afirmando que seu estado de saúde melhorou e que o tratamento pode ser realizado na prisão. A defesa alegou necessidade de acompanhamento médico contínuo, mas o ministro Alexandre de Moraes reafirmou a decisão de manter Bolsonaro preso.

Moraes nega pedido de prisão domiciliar e mantém Bolsonaro preso

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa de Jair Bolsonaro, que solicitou a medida após sua alta hospitalar. Bolsonaro deve retornar ao regime fechado na Superintendência da Polícia Federal após deixar o hospital, onde está internado desde 24 de dezembro. Moraes ressaltou a ausência de novos fatos que justificassem a mudança de regime e a necessidade de manter a pena privativa de liberdade, com base na condenação de 27 anos por envolvimento em uma trama golpista. O ministro ainda confirmou melhorias na saúde do ex-presidente.

Moraes nega pedido de prisão domiciliar a Bolsonaro e mantém regime fechado

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que ele fosse transferido para prisão domiciliar, alegando que seu estado de saúde não apresenta agravamentos e está em melhora. Após alta médica, Bolsonaro deverá cumprir pena em regime fechado, conforme determinou Moraes, que citou descumprimentos legais anteriores como motivo para sua decisão. A defesa argumentou que o ex-presidente poderia necessitar de acompanhamento médico, mas o ministro destacou que todos os cuidados são assegurados na Superintendência da Polícia Federal, onde Bolsonaro permanece sob custódia.

Bolsonaro faz apelo para não voltar à prisão após alta hospitalar

Jair Bolsonaro, internado no hospital DF Star em Brasília desde 24 de dezembro, pediu a Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, que sua prisão seja convertida em domiciliar. Os advogados alegam que a saúde de Bolsonaro se agravou e que a permanência na prisão após a alta hospitalar pode representar risco à sua saúde. Além disso, eles mencionaram um caso anterior envolvendo Fernando Collor, que teve a prisão domiciliar concedida devido a problemas de saúde e idade avançada. Bolsonaro se recuperou de uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral e passou por uma nova intervenção recentemente.