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Ex-nora de Lula sob investigação por fraudes no MEC

A Polícia Federal (PF) investiga Carla Ariane Trindade, ex-nora do presidente Lula, por envolvimento em um esquema de fraudes no MEC, que supostamente incluía propina de empresários para obter contratos superfaturados de materiais escolares. A operação Coffee Break revelou que Carla presuntamente usou sua influência para liberar recursos do FNDE em benefício de empreiteiras. A PF também encontrou indícios de que contratos, que totalizavam mais de R$ 125 milhões, estavam associados a práticas ilegais, incluindo repasses para doleiros. Até o momento, Carla não foi localizada para comentar as acusações.

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André Mendonça assume relatoria do caso Master após saída de Toffoli

  • O ministro André Mendonça assumiu a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master após a saída de Dias Toffoli do caso.
  • A decisão de Toffoli seguiu uma reunião de três horas entre os ministros do STF e foi impulsionada por questões institucionais e pressões sobre sua atuação.
  • Mendonça, já relator de um caso que envolve o filho de Lula, conduzirá as próximas etapas da investigação em um contexto de críticas e rumores sobre a conduta anterior de Toffoli.

Investigação do caso Master avança rumo ao relatório final, afirma PF

  • A Polícia Federal está avançando na investigação do Caso Master, focando na consolidação dos dados e na elaboração do relatório final.
  • O inquérito apura suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e está sob a análise do Supremo Tribunal Federal, com relatoria do ministro Dias Toffoli.
  • O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que a investigação possui um escopo delimitado e que eventuais achados paralelos serão tratados com seriedade.

Oposição pede prisão de Lulinha em meio a denúncias de fraudes no INSS

O advogado Jeffrey Chiquini, que representa um ex-assessor de Jair Bolsonaro, solicitou ao STF a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, devido a indícios de seu envolvimento em fraudes no INSS. No pedido, Chiquini afirma que o filho do presidente Lula apresenta risco de fuga para a Espanha, especialmente após sua recente estadia no Brasil. O requerimento foi formalizado sem vínculo direto com a defesa. O deputado Marcel van Hattem também pediu medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica e retenção de passaporte, ao alegar riscos similares de fuga.

Nova lei protege aposentados: fim dos descontos associativos no INSS

Uma nova lei publicada em 7 de janeiro de 2026, sancionada pelo presidente Lula, proíbe descontos de mensalidades associativas nos benefícios do INSS, mesmo com autorização do beneficiário. A legislação, que endurece as regras sobre crédito consignado, determina que qualquer desconto não autorizado será ressarcido integralmente ao segurado em até 30 dias. Além disso, prevê busca ativa para identificar beneficiários lesados e exige que a autorização para crédito consignado seja feita pessoalmente, por meio de biometria. Esta lei é uma resposta a fraudes envolvendo benefícios previdenciários, buscando proteger aposentados e pensionistas.

Filho de Lula pode ser convocado para CPMI do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS deve votar nesta quinta-feira, 4, a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido, feito pelo Partido Novo, alega que existem indícios financeiros que ligam Lulinha a um esquema de fraudes no INSS, conhecido como 'Farra do INSS'. A CPMI foi instalada em agosto para investigar esses fraudes. Viana, presidente da CPMI, destacou a importância da transparência e que todos os requerimentos serão votados individualmente durante a sessão.

AGU ignora alerta sobre sindicato de Frei Chico em esquema de descontos ilegais

O ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, ignorou um alerta sobre o sindicato do irmão do presidente Lula, apontado por suspeitas de descontos ilegais a aposentados. Apesar de um relatório de fiscalização da AGU, que identificou irregularidades, Messias não tomou providências. A AGU alegou que o documento não tinha elementos para ação judicial e decidiu priorizar outras entidades com suspeitas de fraudes. O sindicato em questão, com forte ligação política, foi listado em um processo interno, mas não foi considerado nas ações de bloqueio de bens visando fraudes ao INSS, prevendo sérias consequências jurídicas para as entidades.

Ex-presidente do INSS é preso por propina e fraudes milionárias

Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, foi preso durante uma nova fase da Operação Sem Desconto, sob a acusação de receber propina mensal de R$ 250 mil. A Polícia Federal revelou que ele facilitou um esquema de fraudes envolvendo a Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer). Com o apoio de empresas de fachada, Stefanutto teria garantido repasses ilícitos que geraram receita de R$ 708 milhões. O ministro André Mendonça afirmou que ele exerceu papel fundamental no grupo criminoso dentro do INSS. A defesa considera a prisão ilegal e busca contestar as acusações.