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EUA procuram China para negociar tarifas em clima de ansiedade

O jornal chinês Yuyuan Tantian divulgou que os Estados Unidos procuraram a China para discutir as tarifas comerciais que estão em vigor desde abril de 2025. As autoridades dos EUA demonstram maior ansiedade para negociar, enquanto o governo chinês afirma que ainda não iniciou essas conversas. A publicação sugere que Pequim deve aproveitar essa ansiedade dos norte-americanos para evidenciar os reais objetivos dos EUA na guerra comercial. Um representante comercial dos EUA declarou que, embora haja conversas frequentes, ainda não há uma negociação oficial em andamento com a China sobre as tarifas.

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Reunificação da China com Taiwan é vista como inevitável por Xi Jinping

Em um discurso de Ano Novo, o presidente da China, Xi Jinping, afirmou que a reunificação da China com Taiwan é uma 'tendência histórica imparável'. A declaração ocorreu após exercícios militares significativos realizados nas proximidades de Taiwan, que causaram o cancelamento de voos na ilha. Xi destacou os laços sanguíneos que unem os povos chinês e taiwanês, enquanto também mencionou que o PIB da China está em rota para alcançar 140 trilhões de yuans. O presidente prometeu políticas proativas para estimular o crescimento econômico em 2026, mantendo uma meta de crescimento anual de cerca de 5%.

China intensifica tensões militares com exercícios em torno de Taiwan

A China começou a realizar exercícios militares com fogo real ao redor de Taiwan, incluindo o envolvimento de destroieres, fragatas, caças, bombardeiros e drones. Essas manobras foram anunciadas pelo Exército Popular de Libertação em resposta a tensões diplomáticas com o Japão e os Estados Unidos, especialmente após a recente venda de armas a Taiwan. Taiwan, por sua vez, relatou a detecção de navios chineses em suas proximidades. As manobras, denominadas ‘Missão Justiça 2025’, ocorrem após semanas de escalada nas relações entre a China e o Japão, aumentando a atenção internacional na região.

Rússia e China criticam postura dos EUA sobre a Venezuela na ONU

Rússia e China expressaram forte crítica à pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. Os representantes dos dois países chamaram a abordagem americana de ‘comportamento de caubói’ e ‘intimidação’, destacando o bloqueio naval dos EUA que visa impedir a exportação de petróleo venezuelano. O embaixador russo, Vassily Nebenzia, classificou essa ação como uma violação das normas internacionais. A China também se opôs ao unilateralismo dos EUA, enquanto o embaixador americano reafirmou as acusações contra o presidente Nicolás Maduro, caracterizando-o como um fugitivo procurado.

China pressiona Japão a parar com provocações nucleares

A China alertou o Japão sobre a necessidade de interromper as suas provocações relativas a armas nucleares, após um alto funcionário de segurança japonês sugerir a aquisição desse tipo de armamento para dissuadir possíveis agressores. A declaração chinesa ocorreu no dia 22 de dezembro, reiterando a política do Japão de não possuir armas nucleares, que foi reafirmada na sexta-feira anterior. O porta-voz do ministério chinês, Lin Jian, criticou as declarações de líderes japoneses, vinculando a retórica aumentada à agenda de remilitarização promovida por facções mais à direita no Japão, especialmente após tensões relacionadas a Taiwan.

China critica apreensão de petroleiros pela marinha dos EUA

A China condenou a apreensão de navios pela marinha dos EUA, caracterizando a ação como uma grave violação do direito internacional. Após a interceptação de um petroleiro com destino à China na costa venezuelana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que a Venezuela tem o direito de manter relações comerciais com outros países, além de se opor às sanções unilaterais norte-americanas. A apreensão ocorreu após o anúncio de um bloqueio a embarcações sancionadas, levando a uma escalada nas tensões comerciais entre os dois países e a Venezuela, maior fornecedora de petróleo da China.

China mantém abertura para acordo comercial com o Mercosul

A China reafirmou seu interesse em um acordo comercial com o Mercosul, embora reconheça a inviabilidade imediata da negociação. A postura, analisada pelo Valor Econômico, mostra que Pequim mantém o tema nas discussões, visando oportunidades futuras. O governo chinês não tem pressa para concluir essa parceria e foca em preparar o terreno. Apesar de tensões globais e dificuldades políticas internamente, como no Uruguai e a relação com a Argentina, a China continua a expandir suas exportações, estabelecendo uma estratégia comercial cautelosa e de longo prazo em meio a um cenário internacional complexo.

Crise diplomática: China e Japão em confronto aéreo

As tensões entre China e Japão escalaram quando aviões militares chineses travaram seus radares em caças japoneses perto de Okinawa. O Ministério da Defesa japonês classificou o ato como 'perigoso', levando o Japão a protestar fortemente a Pequim sobre a questão. Não houve feridos ou danos, mas o incidente agrava ainda mais uma relação já tensa após comentários feitos pela primeira-ministra japonesa sobre a possibilidade de intervenção militar em Taiwan. O ministro da Defesa japonês condenou a ação da China e advertiu sobre os riscos que atos assim podem representar para a segurança aérea na região.