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China critica EUA por uso da Groenlândia em interesses políticos próprios

A China pediu aos Estados Unidos para não utilizarem outros países, como a Groenlândia, como justificativa para atender a seus próprios interesses. A declaração surgiu após o presidente Donald Trump sugerir que os EUA deveriam garantir a posse da Groenlândia para evitar que Rússia ou China a ocupem. A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Mao Ning, destacou, em coletiva de imprensa, que as ações da China no Ártico buscam promover paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável, enfatizando a importância do respeito aos direitos das nações para realizar atividades lícitas na região.

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Trump e a nova doutrina Monroe: Uma mensagem clara para a China

A ação do governo Trump contra Nicolás Maduro na Venezuela é vista como uma nova manifestação da Doutrina Monroe, conforme analisa Grace Livingstone, autora de um livro sobre o tema. Esta versão atualizada da doutrina foca na contenção da influência da China na América Latina e reafirma o poder dos EUA na região. Livingstone explica que, ao contrário das justificativas anteriores de promover a democracia, a atual abordagem é uma defesa explícita dos interesses americanos, especialmente em relação ao controle de recursos como o petróleo. Isso representa uma mudança significativa na política externa americana.

China promete proteger investimentos na Venezuela contra política dos EUA

A China reafirmou seu compromisso em proteger os investimentos na Venezuela, especialmente no setor petrolífero, durante uma declaração da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores. Mao Ning destacou que leis locais e internacionais asseguram a integridade dos contratos e se opôs oficialmente à operação dos EUA, que resultou na prisão do presidente Nicolás Maduro. Em resposta às alegações de Donald Trump sobre a entrega de petróleo venezuelano aos EUA, a porta-voz ressaltou a soberania da Venezuela sobre seus recursos. A China opera no país sul-americano desde 2008, com investimentos significativos em joint-ventures petrolíferas.

Reunificação da China com Taiwan é vista como inevitável por Xi Jinping

Em um discurso de Ano Novo, o presidente da China, Xi Jinping, afirmou que a reunificação da China com Taiwan é uma 'tendência histórica imparável'. A declaração ocorreu após exercícios militares significativos realizados nas proximidades de Taiwan, que causaram o cancelamento de voos na ilha. Xi destacou os laços sanguíneos que unem os povos chinês e taiwanês, enquanto também mencionou que o PIB da China está em rota para alcançar 140 trilhões de yuans. O presidente prometeu políticas proativas para estimular o crescimento econômico em 2026, mantendo uma meta de crescimento anual de cerca de 5%.

China intensifica tensões militares com exercícios em torno de Taiwan

A China começou a realizar exercícios militares com fogo real ao redor de Taiwan, incluindo o envolvimento de destroieres, fragatas, caças, bombardeiros e drones. Essas manobras foram anunciadas pelo Exército Popular de Libertação em resposta a tensões diplomáticas com o Japão e os Estados Unidos, especialmente após a recente venda de armas a Taiwan. Taiwan, por sua vez, relatou a detecção de navios chineses em suas proximidades. As manobras, denominadas ‘Missão Justiça 2025’, ocorrem após semanas de escalada nas relações entre a China e o Japão, aumentando a atenção internacional na região.

Rússia e China criticam postura dos EUA sobre a Venezuela na ONU

Rússia e China expressaram forte crítica à pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. Os representantes dos dois países chamaram a abordagem americana de ‘comportamento de caubói’ e ‘intimidação’, destacando o bloqueio naval dos EUA que visa impedir a exportação de petróleo venezuelano. O embaixador russo, Vassily Nebenzia, classificou essa ação como uma violação das normas internacionais. A China também se opôs ao unilateralismo dos EUA, enquanto o embaixador americano reafirmou as acusações contra o presidente Nicolás Maduro, caracterizando-o como um fugitivo procurado.

China pressiona Japão a parar com provocações nucleares

A China alertou o Japão sobre a necessidade de interromper as suas provocações relativas a armas nucleares, após um alto funcionário de segurança japonês sugerir a aquisição desse tipo de armamento para dissuadir possíveis agressores. A declaração chinesa ocorreu no dia 22 de dezembro, reiterando a política do Japão de não possuir armas nucleares, que foi reafirmada na sexta-feira anterior. O porta-voz do ministério chinês, Lin Jian, criticou as declarações de líderes japoneses, vinculando a retórica aumentada à agenda de remilitarização promovida por facções mais à direita no Japão, especialmente após tensões relacionadas a Taiwan.

China critica apreensão de petroleiros pela marinha dos EUA

A China condenou a apreensão de navios pela marinha dos EUA, caracterizando a ação como uma grave violação do direito internacional. Após a interceptação de um petroleiro com destino à China na costa venezuelana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que a Venezuela tem o direito de manter relações comerciais com outros países, além de se opor às sanções unilaterais norte-americanas. A apreensão ocorreu após o anúncio de um bloqueio a embarcações sancionadas, levando a uma escalada nas tensões comerciais entre os dois países e a Venezuela, maior fornecedora de petróleo da China.