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Escândalo familiar: Polícia Federal investiga fraudes em concursos públicos

A Polícia Federal investiga uma família de Patos, na Paraíba, suspeita de fraudar concursos públicos, especificamente o Concurso Nacional Unificado de 2024. Membros da família teriam cobrado até R$ 500 mil por candidatos para garantir sua aprovação. As fraudes incluíam acesso antecipado às provas e falsificação de documentos. Durante a Operação Última Fase, três pessoas foram presas e o ex-policial militar Wanderlan Limeira foi identificado como um dos líderes do esquema. O grupo também é investigado por fraudes em outros concursos, e mandados de busca e apreensão foram autorizados para aprofundar as investigações.

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Polícia Federal recupera mala de dinheiro em operação surpreendente

  • Durante uma operação da Polícia Federal em Balneário Camboriú, um homem jogou uma mala cheia de dinheiro pela janela ao ver a chegada dos agentes.
  • A operação é parte da terceira fase da Operação Barco de Papel, que investiga fraudes relacionadas ao Banco Master e à Rioprevidência.
  • O total de dinheiro foi recuperado e dois veículos de luxo foram apreendidos durante a ação, enquanto a PF continua a investigar possíveis irregularidades nos investimentos da Rioprevidência.

Polícia Federal desvenda tentativa de Paulo Henrique Costa para salvar Banco Master

  • A Polícia Federal encontrou uma anotação em agenda de Luana Andrade Ribeiro, ex-diretora do BRB, revelando que o ex-presidente do banco, Paulo Henrique Costa, tentou salvar o Banco Master.
  • Costa afirmou que a operação de compra de carteiras do Master era necessária para evitar a quebra do banco, alegando que os ativos eram adequados e sem suspeitas na época.
  • Após descobertas de problemas documentais em 2025, o BRB começou a adotar medidas para substituir as carteiras fraudulentas comercializadas pelo Master.

Navigando por águas turbulentas: Vorcaro mantém negócios com BRB apesar de fraudes

Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, revelou à Polícia Federal que continuou realizando transações com o Banco de Brasília (BRB) após a descoberta de documentos faltantes sobre as carteiras de crédito da Tirreno, investigadas por fraude. Esses ativos, avaliados em R$ 12,2 bilhões, foram repassados ao BRB. Vorcaro alegou que, uma vez notificado pelo Banco Central sobre a origem dos ativos, as partes firmaram um novo contrato para desfazer o negócio. Ele assume que a responsabilidade formal em relação aos vícios documentais era do Master, mesmo durante o processo de cessão dos ativos envolvidos.

Polícia desmantela quadrilha de fraudes na Faria Lima

A Polícia Civil de São Paulo desmantelou um esquema de fraudes que cobrava créditos falso na Avenida Faria Lima. Durante a operação, 12 suspeitos foram presos pelo Deic. Os criminosos contatavam principalmente idosos, afirmando que tinham dívidas não pagas, pressionando-os a quitá-las. Eles utilizavam mensagens eletrônicas e ligações, apresentando-se como cobradores e representantes da Justiça. A investigação revelou que a quadrilha tinha acesso a informações pessoais das vítimas, graças a parcerias com empresas que lhes forneciam dados. A operação, chamada Título Sombrio, também resultou na apreensão de documentos utilizados no crime em Carapicuíba.

Polícia Federal avalia acareação em caso de fraude no Banco Master

A Polícia Federal decidirá se fará acareação entre Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino Santos, diretor de Fiscalização do Banco Central, após depoimentos na próxima terça-feira. As investigações sobre possíveis fraudes na venda do Master ao BRB revelaram irregularidades e operações fraudulentas que podem somar R$ 12 bilhões. A medida, inicialmente ordenada pelo STF, enfrentou críticas, e a PF avaliará a conveniência do procedimento. A investigação começou após a prisão de Vorcaro e documento que ligava uma negociação imobiliária a um deputado federal.

STF investiga fraude bilionária em liquidação do Banco Master

O ministro Dias Toffoli do STF convocou uma acareação para investigar a atuação do Banco Central na liquidação do Banco Master, que pode estar envolvido em fraudes bilionárias. A audiência será em 30 de dezembro e incluirá Daniel Vorcaro, ex-presidente do Master, e outros diretores do BRB e do BC. O foco será esclarecer quando o Banco Central soube das irregularidades e quais ações foram tomadas para combater a fraude, que pode resultar em prejuízo de até R$ 12,2 bilhões. A investigação também questiona a celeridade da liquidação do banco recém-investigado.

Acareação entre figuras do setor bancário é agendada pelo STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, agendou para o dia 30 de dezembro uma acareação entre Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino Santos, diretor do Banco Central. Essa acareação ocorrerá sem solicitação da Polícia Federal e pode ser realizada de forma virtual, já que Vorcaro está em prisão domiciliar. O caso envolve investigações sobre a tentativa de venda do Banco Master ao BRB e indícios de fraudes de R$ 12,2 bilhões no sistema financeiro. Toffoli também estabeleceu sigilo na investigação.