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Eduardo Bolsonaro provoca polêmica ao se licenciar da Câmara para residir nos EUA

Eduardo Bolsonaro, deputado do PL-SP, anunciou que se licenciará do cargo para residir nos Estados Unidos, alegando perseguição do STF. Sua decisão gerou críticas no Congresso, principalmente entre os deputados do PSOL, que solicitaram a rejeição do pedido de licença e defenderam o abandono de mandato. Eles afirmam que Eduardo usa a licença para fugir da jurisdição brasileira e realizar atividades políticas no exterior. A situação gerou debates sobre a moralidade administrativa, pois os parlamentares podem se licenciar por motivos específicos, e Eduardo não se enquadraria nas condições permitidas. A ministra Macaé Evaristo também comentou o caso.

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Eduardo Bolsonaro faz críticas ao governador Tarcísio sobre candidatura de Flávio

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, não pode ir contra a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência. Durante uma participação no podcast 'Santa Política', Eduardo comentou que Tarcísio, antes pouco conhecido, ganhou notoriedade como ministro da Infraestrutura e se destacou pela eleição apoiada por seu pai, Jair Bolsonaro. Ele ressaltou que Tarcísio deve alinhar-se à candidatura de Flávio, apontando que a disputa presidencial pode ser polarizada entre Flávio e o atual presidente Lula. O governador já descartou correr à presidência contra Flávio.

Eduardo Bolsonaro resiste à volta ao cargo na PF após perda de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, respondeu à solicitação da Polícia Federal para retornar ao cargo de escrivão. Após a perda do mandato pela Câmara, Eduardo publicou um vídeo alegando impossibilidade de voltar ao Brasil, mencionando perseguição por figuras como o ministro Alexandre de Moraes. Ele enfatizou sua determinação em lutar pelo cargo e sua preocupação com benefícios, como aposentadoria e porte de armas. Eduardo, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, enfrenta investigações no STF, ligadas a uma suposta articulação contra o Brasil. A PF formalizou o retorno à função, publicado no Diário Oficial.

Eduardo Bolsonaro critica ordem da PF e reafirma honra em vez de emprego

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para criticar a ordem da Polícia Federal para que retornasse ao cargo de escrivão, ao qual ele é concursado. Em sua postagem, ele afirmou que não trocaria sua honra por um emprego, fazendo uma referência à Gestapo, a polícia secreta da Alemanha nazista. Eduardo perdeu seu mandato por ausências não justificadas na Câmara dos Deputados e reside nos Estados Unidos desde março de 2025. Se não retornar ao Brasil, poderá ser demitido do serviço público e não receberá mais remuneração como servidor.

Eduardo Bolsonaro é obrigado a retornar ao cargo de escrivão da PF

A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão após a cassação de seu mandato como deputado federal. Ele, que está foragido nos Estados Unidos, não compareceu às sessões da Câmara dos Deputados e teve seu afastamento declarado encerrado. A decisão foi publicada no Diário Oficial, onde a corporação suspendeu o afastamento a partir de 19 de dezembro de 2025. Eduardo, réu no STF por promover sanções contra o Brasil, deve reassumir suas funções na PF, uma vez que não exerce mais o cargo parlamentar desde a sua cassação.

Eduardo Bolsonaro é convocado a voltar ao cargo na Polícia Federal

Após a perda do mandato, Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deve retornar imediatamente ao cargo de escrivão na Polícia Federal. A decisão foi formalizada em um ato publicado no Diário Oficial da União, onde a PF ressaltou que o retorno é necessário para regularizar sua situação formal no órgão. Eduardo estava afastado de suas funções na corporação enquanto exercia a função legislativa e atualmente se encontra nos Estados Unidos. Caso não retorne conforme determinado, ele enfrentará medidas administrativas e disciplinares por ausência injustificada.

Câmara cancela passaportes diplomáticos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem

A Câmara dos Deputados do Brasil cancelou os passaportes diplomáticos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem após a cassação de seus mandatos. Eduardo, que começou a faltar a muitas sessões, teve seu mandato perdido devido a não comparecimentos em 79% das sessões, o que contraria a Constituição. Ele esteve nos Estados Unidos, onde se envolveu em questões políticas, enquanto Ramagem, condenado a 16 anos de prisão, está foragido no exterior e é alvo de pedido de extradição. Ambos perderão benefícios significativos, incluindo acesso a imóveis funcionais e verbas remuneratórias.

Eduardo Bolsonaro tem passaporte diplomático anulado após perder mandato

A Câmara dos Deputados anulou o passaporte diplomático de Eduardo Bolsonaro um dia após sua perda de mandato. A decisão está alinhada às regras internas da Casa, que exigem a devolução do documento nesta situação. Eduardo expressou em suas redes sociais que a medida visa dificultar sua permanência no exterior, sugerindo que o ministro Alexandre de Moraes estaria por trás do cancelamento. Desde fevereiro, ele está autoexilado nos Estados Unidos e acumulou 59 ausências não justificadas nas sessões, levando à declaração oficial de sua perda de mandato pelo presidente da Câmara.