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Descoberto 'banco do crime' do PCC que movimentou R$ 8 bilhões para campanhas eleitorais

Uma investigação da Polícia Civil revelou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) utilizou um banco digital para movimentar R$ 8 bilhões, financiando campanhas eleitorais. O esquema foi descoberto após uma prisão por tráfico de drogas na Grande São Paulo, levando a Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) a encontrar provas de 19 empresas envolvidas. João Gabriel Yamawaki, responsável pelo banco virtual, é primo de Anderson Manzini, conhecido como 'Gordo', e ambos estão ligados ao PCC. A investigação também indicou planos do PCC para inserir candidatos em diversas localidades nas eleições municipais de 2024.

Seis denunciados por assassinato de delator do PCC em SP

O Ministério Público de São Paulo denunciou seis indivíduos, incluindo três PMs, pelo assassinato de Vinicius Gritzbach, um delator do PCC. O MP solicitou a conversão das prisões temporárias em preventivas e apresentou também acusações relacionadas à morte de um motorista de aplicativo, além de tentativas de homicídio contra duas pessoas. Os crimes ocorreram em novembro de 2024 no Aeroporto Internacional de São Paulo. Os PMs respondem diretamente pelo assassinato, enquanto outros três, considerados foragidos, são apontados como mandantes. Uma investigação pública mais ampla está sendo conduzida sobre possíveis conexões com corrupção policial.

Fintech ligada ao PCC é investigada por atuação no futebol brasileiro

A 2GO Bank, fintech associada a práticas de lavagem de dinheiro do PCC, opera no futebol por meio de bancos digitais. Ela implementou iniciativas ligadas ao clube Vitória e à Torcida Independente, além de lançar o Banco Torcedor para maximizar receitas. Após a prisão de seu CEO, as atividades da empresa foram suspensas. Embora o Vitória tenha declarado não compactuar com atos ilícitos, documentos indicam que a 2GO utilizava estratégias financeiras complexas para ocultar beneficiários. A investigação, iniciada após uma delação premiada, revela o envolvimento da fintech com casas de apostas e criptomoedas.

Polícia busca mandante de assassinato de delator do PCC em operação no Rio

A polícia investiga a localização de João Cigarreiro, suspeito de ser o mandante do assassinato do delator do PCC, Vinicius Gritzbach, ocorrido em novembro no aeroporto de Guarulhos. Operações foram realizadas na manhã de 13 de fevereiro de 2025, no Complexo da Penha, onde acredita-se que Cigarreiro esteja escondido. Um mandado de prisão temporária foi emitido pela Vara do Júri, e a polícia procura, além de Cigarreiro, Diego Santos Amaral, outro mandante que possivelmente fugiu para a Bolívia, envolvendo um total de 116 policiais na busca por provas e suspeitos relacionados ao caso.

Polícia realiza operação para prender suposto mandante da morte de delator do PCC

Nesta quinta-feira (13), o DHPP realiza uma operação para capturar o suspeito Emílio Carlos Castilho, conhecido como Cigarreira, acusado de ser o mandante do assassinato do delator do PCC, Antônios Vinicius Gritzbach. O crime ocorreu no aeroporto de Guarulhos, em 8 de novembro, e deixou a polícia investigando a ligação de Castilho com um grupo criminoso. Além dele, 21 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos. Até agora, já foram presos 26 envolvidos, incluindo 22 policiais civis e militares, no desdobramento deste trágico caso com ligações no tráfico de drogas.

Operação policial busca prender mandante do assassinato de delator do PCC em SP

Na manhã de 13 de fevereiro de 2025, a Polícia Civil de São Paulo executou um mandado de prisão e 21 mandados de busca e apreensão direcionados a Emílio Carlos Gongorra Castilha, conhecido como João Cigarreiro, o suposto mandante do assassinato do delator do PCC, Vinicius Gritzbach. Gritzbach foi assassinado no aeroporto de Guarulhos em novembro do ano passado. Ele havia denunciado membros do PCC e policiais corruptos. A investigação teve início após denúncias sobre vazamentos de informações sigilosas que favoreciam criminosos, resultando na prisão de 26 pessoas, incluindo 22 policiais envolvidos no esquema criminoso.

Modelo presa: ligação com tráfico e assassinato do PCC expostas

Jackeline Moreira, uma modelo de 28 anos, foi presa pela Polícia Civil sob acusações de tráfico de drogas e envolvimento com o crime organizado, ligando-a ao assassinato do delator do PCC, Antônio Vinícius Gritzbach. A prisão, parte de uma investigação em curso, revela que Jackeline movimentava recursos financeiros para Kauê Amaral, um criminoso procurado, e teria participado na venda de drogas. As autoridades consideram a prisão um avanço nas investigações e estão em busca de Kauê, que se acredita estar escondido fora do estado, com possíveis cúmplices à espreita.

Policiais da Rota sob suspeita de vazamento ao PCC em São Paulo

Uma investigação da Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo revelou que mais de dez policiais, incluindo da Rota, estariam repassando informações confidenciais ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Apontados em um ofício da Corregedoria, 14 agentes estão relacionados, embora nem todos sejam envolvidos diretamente em vazamentos. Os dados foram obtidos após uma denúncia sobre o conluio, que apontou dois núcleos dentro da PM. A investigação sugere que esses oficiais forneceram informações acerca de operações policiais, permitindo que os criminosos planejassem ações sem serem capturados. A apuração continua em curso.