Bolsonarismo se mobiliza para impedir o fim da escala 6×1 na Câmara
Bolsonarismo se mobiliza para impedir o fim da escala 6×1 na Câmara
Presidentes do PL e União Brasil se reuniram com empresários em São Paulo para desacelerar a tramitação da PEC que visa acabar com a escala 6x1.
Valdemar Costa Neto e Antonio Rueda enfatizaram que a proposta teria impactos negativos na economia e preocupações eleitorais para deputados em campanha.
A movimentação ocorre em meio ao debate sobre a redução da jornada de trabalho, com lideranças bolsonaristas em busca de apoio empresarial para barrar a medida.
A Câmara dos Deputados aprovou o PL Antifacção, revertendo alterações do Senado e restaurando o texto original.
O relator Guilherme Derrite criticou as mudanças feitas pelos senadores e reinseriu trechos importantes, como a divisão de bens apreendidos entre fundos de segurança pública.
O projeto estabelece penas rigorosas para líderes de organizações criminosas e retira direitos de voto de presos envolvidos em facções.
Gilmar Mendes, do STF, defende uma solução conjunta entre os Três Poderes para resolver a questão dos penduricalhos e ajustar os salários dos magistrados.
Ele destacou a defasagem dos salários em relação à inflação e a necessidade de organizar minimamente o sistema, embora a solução legislativa possa demorar.
O encontro com outros ministros e presidentes de poderes visa desenvolver uma proposta que respeite o teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46.366,19.
Líderes do PL e União Brasil tentam barrar a votação do fim da escala 6x1 no Congresso, temendo uma aprovação avassaladora.
Valdemar da Costa Neto e Antônio Rueda criticaram a proposta, alegando que ela onera o setor produtivo e pode gerar inflação.
A oposição busca evitar que o tema seja discutido no Plenário antes das eleições, enquanto o presidente Lula prioriza a votação da proposta proposta de emenda à Constituição.
Caciques do Congresso pretendem encerrar a CPI do Banco Master para priorizar o PL da Dosimetria, que reduz penas de condenados pelos eventos de 8 de janeiro.
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e Hugo Motta, presidente da Câmara, são os principais responsáveis por essa manobra, adiantando a análise dos vetos.
O PL da Dosimetria poderia beneficiar ex-presidente Jair Bolsonaro, reduzindo sua pena a até 2 anos e 4 meses, caso seja aprovado sem vetos.