curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Acordo entre Brasil e EUA pode ser arriscado, alerta professor da USP

Feliciano Guimarães, professor do IRI-USP, alerta sobre os riscos da aproximação entre os presidentes Lula e Trump. Ele afirma que, embora um acordo possa ser alcançado, o governo Trump pode tentar manipular as relações, especialmente antes das eleições de 2026, aumentando sanções com a Lei Magnitsky, visando influenciar o resultado. Guimarães destaca que, independentemente do sucessor de Trump, as relações Brasil-EUA não voltarão ao que eram, e o Brasil precisa ser cauteloso nas negociações. A pressão externa pode, na verdade, fortalecer Lula, refletindo o apoio popular em tempos de desafios econômicos e políticos.

Comentários (0)

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário


Trump sob pressão: ex-embaixador dos EUA sugere ataque à Venezuela

Em uma análise recente, o ex-embaixador dos EUA, John Feeley, declarou que Donald Trump 'precisa explodir alguns alvos' na Venezuela para não parecer fraco. Ele observou que, embora Trump esteja limitado pela política eleitoral interna e resista a iniciar novas guerras, as pressões de Marco Rubio podem influenciá-lo. Feeley destacou que qualquer ataque terrestre confirmado representará uma escalada significativa nas hostilidades. No entanto, a falta de clareza nas comunicações de Trump sobre operações clandestinas pode comprometer sua eficácia. Feeley acredita que uma demonstração de força pode não ser suficiente para depor Nicolás Maduro do poder.

Trump abandona Bolsonaro após prisão, afirma ex-embaixador dos EUA

John Feeley, ex-embaixador dos EUA, acredita que a mudança na postura de Donald Trump em relação ao Brasil e Jair Bolsonaro está mais ligada às ações imprevisíveis do presidente americano do que a qualquer conquista do governo Lula. Segundo Feeley, após a prisão de Bolsonaro, Trump começou a vê-lo como um 'perdedor', intolerável para o ex-presidente. Ele destaca que, embora as tarifas impostos aos produtos agrícolas brasileiros e as sanções fossem inicialmente impulsionadas pelo lobby de Eduardo Bolsonaro, a reversão dessas medidas é resultado do comportamento errático de Trump, não das habilidades de negociação de Lula.

Zelensky e Trump se reúnem nos EUA em busca de paz para a Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram em Mar-a-Lago para discutir um novo plano de paz após intensas negociações. O encontro ocorre em um contexto de ataques russos à Ucrânia, com Kiev sendo alvo de mísseis e drones. A proposta inicial de Trump foi revisada pela Ucrânia, reduzida de 28 para 20 pontos. Apesar da Rússia não participar da reunião, os esforços de paz estão avançando, embora a questão das concessões territoriais e condições de um possível cessar-fogo ainda permaneçam como obstáculos a serem superados.

China critica apreensão de petroleiros pela marinha dos EUA

A China condenou a apreensão de navios pela marinha dos EUA, caracterizando a ação como uma grave violação do direito internacional. Após a interceptação de um petroleiro com destino à China na costa venezuelana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que a Venezuela tem o direito de manter relações comerciais com outros países, além de se opor às sanções unilaterais norte-americanas. A apreensão ocorreu após o anúncio de um bloqueio a embarcações sancionadas, levando a uma escalada nas tensões comerciais entre os dois países e a Venezuela, maior fornecedora de petróleo da China.

Lula alerta sobre risco de catástrofe humanitária na Venezuela

O presidente Lula alertou sobre a grave possibilidade de uma intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que poderia resultar em uma catástrofe humanitária na América do Sul. Durante reunião do Mercosul, ele enfatizou que a presença militar dos EUA no Caribe representa um grave risco, podendo desestabilizar a região e desencadear um conflito armado. Lula mencionou conversas com Nicolás Maduro e Donald Trump, buscando uma solução diplomática para evitar a escalada do conflito. Ele questionou os verdadeiros interesses dos EUA na mudança de regime na Venezuela, além do combate ao narcotráfico.

Trump abandona Bolsonaro em nova reviravolta nas relações Brasil-EUA

Analisando a recente decisão de Donald Trump de revogar sanções a Alexandre de Moraes, Brian Winter destacou que isso representa uma mudança significativa na estratégia americana em relação ao Brasil. Winter afirmou que, por enquanto, Trump não poderá ajudar a família Bolsonaro, deixando-os 'à deriva'. A revogação das sanções, que ocorreu após solicitações do presidente Lula, sinaliza novas possibilidades de colaboração entre os governos. Além disso, a suspensão de tarifas sobre produtos brasileiros reflete mais problemas internos dos EUA do que políticas externas, indicando uma transformação nas relações dos dois países nas áreas de comércio e política.

Trump derruba sanções contra Alexandre de Moraes e provoca reviravolta nas relações EUA-Brasil

O governo dos Estados Unidos retirou as sanções da Lei Magnitsky aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, após quase cinco meses de tensão nas relações bilaterais. Essa decisão encerra restrições financeiras e de circulação que estavam vigentes, permitindo agora a normalização das relações entre os países. A mudança foi motivada por uma avaliação da situação política e a influência de diálogos entre Donald Trump e Lula, que condicionou a melhoria das relações à revogação das sanções, considerada vital para projetos conjuntos de segurança e comércio entre Brasil e EUA.