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Atriz Letícia Sabatella fala sobre autismo e revela sua jornada de autodescoberta

A atriz Letícia Sabatella, aos 53 anos, revelou em entrevista que foi diagnosticada com autismo somente no ano passado. Ela compartilhou que desde a infância tinha sinais da condição, como a hipersensibilidade e a necessidade de criar personagens para se comunicar com o mundo. Sabatella desabafou sobre a complexidade de ser ela mesma, sem um personagem para se expressar, inclusive citando a dificuldade de cantar sem um papel a interpretar. A atriz também observou semelhanças com a mãe, que não possui o diagnóstico, mas apresenta características autísticas, como a hipersensibilidade e o ouvido absoluto.

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Menina autista de 4 anos é resgatada após três dias desaparecida em MG

  • Alice Maciel, uma criança autista de 4 anos, foi encontrada viva após três dias desaparecida em Jeceaba, MG.
  • O resgate contou com o apoio de voluntários que ouviram os gritos da menina enquanto a procuravam na mata.
  • Após ser localizada, Alice foi levada ao hospital e estava consciente, sem sinais de desidratação ou hipotermia.

Mistério no desaparecimento de menina de quatro anos em Minas Gerais

  • A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o desaparecimento de Alice Maciel Lacerda Lisboa, uma menina de quatro anos.
  • As apurações visam determinar se a criança foi raptada ou se saiu sozinha para a mata, com versões distintas dos avós sobre o caso.
  • Após 48 horas desaparecida, Alice foi encontrada com pequenos arranhões e recebeu atendimento médico, já sendo liberada.

Alice é encontrada após três dias desaparecida em Minas Gerais

  • Alice Maciel, uma criança autista de quatro anos, foi encontrada com vida após três dias desaparecida em Jeceaba, Minas Gerais.
  • As buscas mobilizaram mais de 100 pessoas e 12 equipes do Corpo de Bombeiros.
  • A menina foi localizada saudável, com sinais vitais preservados, e já está de volta aos cuidados de sua família.

Trump polêmica: Cuba, Tylenol e a controvérsia do autismo

O presidente dos EUA, Donald Trump, fez uma polêmica declaração ao associar o uso de Tylenol por mulheres grávidas ao aumento do risco de autismo. Durante uma entrevista, ele insinuou que a falta de acesso ao medicamento em Cuba estaria ligada à baixa incidência de autismo na ilha. No entanto, autoridades de saúde em Cuba afirmaram que a condição é real e tratada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também contestou a relação apresentada, afirmando que as evidências sobre paracetamol e autismo são inconsistentes. A abordagem cubana busca maximizar as habilidades das pessoas autistas.

Trump alerta sobre uso de Tylenol na gravidez e risco de autismo

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que a FDA alertará médicos de que o uso de Tylenol durante a gravidez pode estar associado a um risco aumentado de autismo. Trump afirmou que as mulheres devem evitar o medicamento, exceto em situações clínicas necessárias, como febre. Apesar da declaração, especialistas ressaltam que a ciência sobre a ligação entre o uso de Tylenol e autismo é inconclusiva, argumentando que fatores múltiplos influenciam o autismo. Enquanto isso, a fabricante Kenvue defendeu o paracetamol como o analgésico mais seguro para gestantes, reiterando que não há evidências confiáveis da relação com o autismo.

Cão de serviço é barrado em voo e gera crise em menina autista

Uma família do Rio de Janeiro enfrenta dificuldades após a companhia aérea TAP impedir que o cão de serviço, Tedy, embarcasse em um voo rumo a Portugal. Tedy, que foi treinado por dois anos para auxiliar Alice, uma menina autista de 12 anos, já havia sido impedido de viajar anteriormente. O impacto emocional causado pela separação tem gerado preocupação, pois a criança apresenta oscilações emocionais e crises de estresse. Mesmo com uma liminar judicial autorizando o embarque do cão, a TAP insistiu em seu veto, sugerindo que ele fosse colocado no bagageiro, situação inaceitável para a família.

Voo da TAP é cancelado após recusa em embarcar cão de criança autista

Um voo da TAP, que partiria do Rio de Janeiro para Lisboa, foi cancelado devido à recusa da companhia em embarcar um cão de serviço de uma criança autista, mesmo após ordem judicial. A família do pequeno apresentou toda a documentação necessária, mas a empresa alegou razões de segurança e que não poderia violar suas políticas. O juiz considerou a decisão abusiva e exigiu que a TAP fornecesse passagens para a irmã da criança levar o animal na próxima tentativa. Após esperar no aeroporto, a família teve que adquirir novas passagens por conta própria, gerando frustração e stress emocional.