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Advocacia em colapso: ex-advogado registra boletim contra colega por ameaças

Diego Cândido, ex-advogado de Marcela Tomaszewski, registrou um boletim de ocorrência contra Fernanda Regina Tripode, alegando coação e ameaças recebidas via WhatsApp. Em entrevista, ele afirmou que a advogada o intimida com mensagens e notificações, causando-lhe medo e insegurança. O boletim detalha as mensagens que solicitam uma retratação. Cândido pretende se resguardar e, caso as ameaças persistam, planeja encaminhar uma representação à Ordem dos Advogados do Brasil. A advogada Fernanda se defendeu, anunciando que ingressará com uma ação judicial para proteger sua imagem, alegando ter sido alvo de declarações falsas.

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Nepotismo na Justiça? Parentes de ministros do STF atuam em mais de 1.900 processos!

Um levantamento do UOL revelou que parentes de ministros do STF atuaram em 1.921 processos nos dois principais tribunais do Brasil, sendo que 381 desses ainda permanecem ativos. Apesar de não ser ilegal, a atuação gera debates sobre nepotismo no meio jurídico, com destaque para a quantidade de casos em que advogados são filhos, cônjuges ou irmãos de ministros. Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux, lidera com 49 processos no STF. As presenças familiares têm levantado questionamentos sobre o acesso e a competitividade na advocacia em tribunais superiores, criando um ambiente de exclusividade.

Advogada relata descontentamento após remanejamento para ceder espaço a Bolsonaro

Uma advogada detida na Papudinha, Jéssica Castro de Carvalho, expressou sua insatisfação após ser transferida para dar lugar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo sua defesa, as constantes mudanças de cela, determinadas pelo STF, provocaram abalo psicológico e desconforto físico à advogada, que anteriormente ocupava uma Sala de Estado-Maior. Após o remanejamento, Jéssica foi colocada em uma cela menor, próxima a outros detentos notáveis. Além disso, a detenta reclamou da falta de assistência médica e alegou ter passado mal logo após sua prisão, trazendo à tona as condições inadequadas do sistema prisional.

Advogado é retirado de tribuna do STF durante defesa de réu de golpe de Estado

O advogado Jeffrey Chiquini, defensor de Filipe Martins, foi removido da tribuna do Supremo Tribunal Federal (STF) por um policial após uma ordem do presidente da Primeira Turma, Flávio Dino. Durante o episódio, o advogado alegou ter sido repreendido de forma ríspida pelo policial, que gritou para que ele voltasse ao seu lugar. Jeffrey comentou o incidente em sua rede social, relacionando-o a sua negativa em apresentar questões de ordem. O STF alegou que a intervenção foi necessária devido ao descumprimento das regras regimentais após a apreciação das questões de ordem solicitadas por Chiquini.

TCU suspende adoção de centro da meta fiscal e governo mantém referência inferior

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu suspender a adoção do centro da meta fiscal como referência para a movimentação financeira do governo federal. A Advocacia-Geral da União argumentou que utilizar o centro da meta resultaria em riscos sérios à execução das políticas públicas. Com a suspensão, o governo poderá utilizar o limite inferior da meta fiscal para seus relatórios orçamentários bimestrais. Anteriormente, a União deveria perseguir o centro da meta. O TCU já havia sinalizado que essa abordagem inferior não é compatível com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ministro Moraes destitui advogados por manobra procrastinatória

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, destituiu nesta quinta-feira (9.out.2025) os advogados Filipe Martins Garcia e Marcelo Costa Câmara por abuso do direito de defesa. Moraes alegou que as defesas não apresentaram alegações finais no prazo, demonstrando intenção de atrasar o julgamento. O ministro considerou o comportamento dos advogados como litigância de má-fé, agravando a situação. Além de Martins e Câmara, outros advogados também foram punidos. As ações dos réus estão relacionadas a um golpe de Estado, sendo investigados por coordenar monitoramento de autoridades públicas e ser parte do núcleo da denúncia.

Advogado Luiz Fernando Pacheco é encontrado morto em São Paulo

Luiz Fernando Pacheco, renomado advogado criminalista de 51 anos, foi encontrado morto em Higienópolis, São Paulo, em uma ocorrência registrada como morte suspeita. O advogado, conhecido por sua defesa de José Genoino no Mensalão, foi um membro ativo do Grupo Prerrogativas, destacando-se por seu papel na advocacia e defesa dos direitos humanos. A polícia foi acionada por um transeunte que o viu caído na Rua Itambé. Pacheco foi levado ao pronto-socorro, onde foi declarado morto. A Ordem dos Advogados do Brasil decretou luto oficial de três dias em sua memória.

Luto na advocacia: morre Luiz Fernando Pacheco, fundador do Grupo Prerrogativas

No dia 2 de outubro de 2025, Luiz Fernando Pacheco, renomado advogado e um dos fundadores do Grupo Prerrogativas, foi encontrado caído em uma rua de Higienópolis, São Paulo, após desaparecer por três dias. Apesar de ter sido socorrido pelo SAMU e encaminhado ao pronto socorro, não resistiu e veio a falecer. As causas da morte estão sendo investigadas. Pacheco era admirado por sua dedicação à advocacia e deixou um legado significativo no direito brasileiro, sendo amplamente lamentado por colegas e instituições, o que ressalta a sua importância e contribuição para a área.