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Sistema solar invertido desafia teorias de formação planetária

  • Um sistema exoplanetário a 116 anos-luz da Terra desafia teorias de formação planetária.
  • Quatro planetas orbitam a estrela LHS 1903, sendo dois rochosos e dois gasosos, desafiando o padrão comum observado no nosso Sistema Solar.
  • A pesquisa sugere que o planeta externo rochoso pode ter se formado em um ambiente de escassez de gás, contradizendo a formação típica dos planetas.

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Nova descoberta sobre Júpiter revela que planeta é menor do que se acreditava

  • Nova medição da missão Juno revela que Júpiter é menor do que se pensava anteriormente.
  • Raio equatorial e polar do planeta são agora estimados em 71.488 km e 66.842 km, respectivamente.
  • A NASA destaca a importância dessas medições precisas para a calibração da modelagem de exoplanetas gigantes.

Nasa revela exoplaneta que pode ser semelhante à Terra

  • A NASA anunciou a descoberta do exoplaneta HD 137010 b, que pode ser notavelmente semelhante à Terra e potencialmente abrigar vida.
  • Localizado a cerca de 146 anos-luz, ele é ligeiramente maior que nosso planeta e orbita uma estrela similar ao Sol, mas mais fria e menos brilhante.
  • Embora haja chances de ser habitável, a temperatura pode ser extremamente baixa, sendo necessário mais estudo para confirmar sua viabilidade como planeta habitável.

Colisões espetaculares revelam novos fenômenos ao redor de Fomalhaut

Cientistas capturaram imagens diretas de colisões violentas ao redor da estrela Fomalhaut, localizada em um sistema estelar próximo ao nosso. Observações feitas pelo telescópio Hubble revelaram efeitos semelhantes a fogos de artifício, resultado do impacto de dois planetesimais ao longo de 20 anos, em 2004 e 2023. Embora essas colisões sejam esperadas em sistemas jovens, aparentam ser menos frequentes do que se acreditava. Pesquisadores alertam sobre a possibilidade de confundir nuvens de poeira criadas por colisões com exoplanetas, enfatizando a cautela necessária em futuras observações astronômicas.

Descoberta histórica: astronomia registra explosão em estrela fora do Sol

Astrônomos europeus fizeram uma descoberta extraordinária ao observar, pela primeira vez, uma explosão de massa coronal em uma estrela anã vermelha, localizada a cerca de 40 anos-luz da Terra. Com a ajuda do observatório espacial XMM-Newton e do radiotelescópio LOFAR, eles detectaram uma enorme ejeção de material que poderia, potencialmente, destruir a atmosfera de planetas vizinhos. Essa descoberta levanta questões sobre a habitabilidade de exoplanetas orbitando estrelas desse tipo, visto que eventos semelhantes podem tornar esses mundos inabitáveis. Essa confirmação abre novas oportunidades para entender como o clima espacial influencia a evolução planetary.

Cientistas levantam hipótese de origem alienígena para o objeto 3I/ATLAS

Cientistas analisam a origem do objeto interestelar 3I/ATLAS e levantam a possibilidade de que ele seja um artefato alienígena. O estudo coautorado por Avi Loeb de Harvard sugere que suas características, como a órbita retrógrada e a escassez de gases cometários, indicam tecnologia avançada. Fundamentado na hipótese da 'floresta escura', que propõe que civilizações inteligentes evitam ser detectadas, o trabalho busca explicar o silêncio cósmico. Os pesquisadores não afirmam categoricamente que 3I/ATLAS é alienígena, mas defendem a importância de investigar essa hipótese em futuras análises de objetos interestelares.

A corrida pela descoberta de um planeta semelhante à Terra

No dia 6 de outubro de 1995, astrônomos suíços anunciaram a primeira detecção de um exoplaneta, 51 Pegasi b, orbitando a estrela 51 Pegasi, localizada a 50 anos-luz da Terra. Essa descoberta revolucionou a astronomia, pois contradizia o conhecimento anterior sobre formação de planetas. 51 Pegasi b, um gasoso gigante, orbitava sua estrela em apenas quatro dias, desafiando as teorias existentes da época. Desde então, mais de 6 mil exoplanetas foram catalogados, mas a busca por um planeta semelhante à Terra continua, alimentando a imaginação e exploração científica moderna.

Descoberto exoplaneta em zona habitável com água em estado líquido!

Astrônomos da Universidade de Montreal anunciaram a descoberta de um novo exoplaneta, L 98-59 f, localizado a 35 anos-luz da Terra, em uma revisão dos dados do Observatório Europeu do Sul. Classificado como uma 'super-Terra', o planeta orbita sua estrela em 23 dias, possuindo condições que podem permitir a presença de água em estado líquido, essencial para a vida. Utilizando técnicas aprimoradas de análise, os cientistas puderam medir e caracterizar cinco planetas do sistema. A pesquisa, que será publicada na renomada revista The Astronomical Journal, destaca a importância de estudar mundos potencialmente habitáveis.