Uma imagem inédita do centro da Via Láctea foi registrada pelo telescópio ALMA, revelando uma complexa rede de filamentos de gás cósmico.
Este registro permitirá que os astrônomos investiguem a formação de estrelas na região ao redor do buraco negro supermassivo da galáxia.
A nova imagem é a maior já produzida dessa área e pode ajudar a decifrar a química que envolve a formação estelar na Zona Molecular Central da Via Láctea.
O eclipse da Lua, conhecido como 'Lua de sangue', ocorrerá em 3 de março de 2026, causando uma coloração avermelhada na Lua.
No Brasil, a observação será parcial e limitada a algumas regiões, pois a Lua começará a aparecer no horizonte enquanto o fenômeno já estará em andamento.
A luz solar atravessará a atmosfera terrestre, permitindo que os tons avermelhados alcancem a superfície lunar, resultando na aparência característica da Lua durante o eclipse.
A Nasa flagrou formações em Marte que se assemelham a 'teias de aranha', podendo indicar a presença de água subterrânea no passado do planeta.
O robô Curiosity está analisando essas estruturas chamadas boxwork, localizadas ao redor do Monte Sharp, para entender a transição de um ambiente úmido para um deserto.
Cientistas acreditam que essas formações foram criadas pela deposição de minerais, resultado da água que percorreu grandes fraturas na rocha.
O mundo experimentará um apagão no céu durante cerca de 58 minutos no dia 3 de março, devido ao eclipse lunar da Lua Cheia.
O fenômeno, também conhecido como ‘Lua de Sangue da Minhoca’, ocorre quando a Terra bloqueia a luz do Sol, projetando sua sombra na Lua.
Embora os eclipses lunares sejam seguros para observar a olho nu, recomenda-se escolher locais com menos poluição luminosa e verificar a previsão do tempo.