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Pesquisadores descobrem sedimentos ocultos na Antártida que podem mudar a ciência climática

Pesquisadores dos Estados Unidos, liderados pela National Science Foundation, descobriram uma camada profunda de sedimentos sob a geleira Domo A, na Antártida Oriental. Segundo um estudo publicado na revista Geophysical Research Letters, essa 'unidade basal' pode fornecer insights cruciais sobre a história climática da Terra. A equipe utilizou radar de penetração profunda para mapear a região, revelando como a interação entre gelo e rochas influencia a preservação de registros climáticos. O estudo enfatiza a necessidade de compreender a geologia do leito para identificar locais adequados para futuras perfurações em busca de núcleos de gelo antigos.

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Cientistas enfrentam desafios extremos para explorar a geleira do juízo final

  • Cientistas iniciam uma missão inusitada para perfurar a geleira Thwaites, na Antártida, conhecida como a 'Geleira do Juízo Final'.
  • A pesquisa busca entender como o oceano derrete a geleira por baixo, o que pode provocar uma elevação significativa no nível do mar.
  • A expedição utiliza técnicas inovadoras e enfrenta condições extremas para coletar dados fundamentais para previsões climáticas futuras.

Revolução na ciência: novo mapa revela o continente oculto da Antártida

Cientistas revelaram um novo mapa de alta resolução que mostra o leito rochoso sob o gelo da Antártida, utilizando uma técnica inovadora que combina dados de satélite com a física do gelo. Este mapa é considerado revolucionário, pois fornece detalhes sem precedentes e ajuda a entender como a massa de gelo reagirá ao aquecimento global, afetando a previsão do aumento do nível do mar. A pesquisa mostratem uma rica topografia com colinas, cristas e um enorme canal subglacial de 400 km, sendo crucial para melhorar modelos climáticos e prever o degelo antártico no futuro.

Novo mapa revela segredos sob o gelo da Antártida

Um novo mapa revelou a complexa topografia oculta sob o gelo da Antártida, uma descoberta que promete ampliar a compreensão dos cientistas sobre esse continente. Utilizando dados de satélite, pesquisadores identificaram milhares de montanhas, colinas e canais desconhecidos até então. Essa nova abordagem combina técnicas tradicionais e conhecimento físico sobre o movimento do gelo, permitindo a visualização de detalhes como nunca antes. Embora existam incertezas, os novos dados podem fornecer insights sobre o impacto das mudanças climáticas na região, iluminando potenciais efeitos sobre o nível do mar global no futuro, segundo especialistas.

Brilho misterioso na Antártida revela segredos dos oceanos

Cientistas observaram um brilho incomum nas águas da Antártida, detectado por satélites. Esse fenômeno é causado pela proliferação de cocolitóforos, pequenos fitoplânctons que refletem a luz solar. A pesquisa indica que esses organismos, geralmente encontrados em águas quentes, estão presentes em regiões subpolares. O estudo destaca a importância da combinação de imagens de satélite com amostras oceânicas para entender melhor as interações desses micro-organismos com o ambiente e como influenciam a temperatura das águas e a regulação climática. Assim, as imagens dos satélites fornecem informações valiosas sobre ecossistemas pouco explorados.

Asteroide surpreende ao passar a apenas 428 km da Terra

Um asteroide denominado 2025 TF transitou a apenas 428 quilômetros da Terra, sobrevoando a Antártida na última quarta-feira, 1º de outubro. Essa passagem é uma das mais próximas já registradas, comparável à altura da Estação Espacial Internacional (ISS). O objeto, que mede entre um e três metros de diâmetro, não representa um perigo significativo. Embora possa gerar bolas de fogo ao entrar na atmosfera terrestre, sua pequena dimensão limita os riscos associados. O asteroide foi descoberto pelo Catalina Sky Survey, enquanto sua trajetória foi confirmada pelo Escritório de Defesa Planetária da ESA com precisão.

Mistério nas profundezas da Antártida: Sinais de rádio intrigam cientistas

Cientistas estão intrigados com a detecção de sinais de rádio misteriosos que emergem do subsolo da Antártida. O experimento ANITA, instalado em balões para registrar neutrinos, captou ondas inesperadas que desafiavam a física conhecida. Esses sinais, vindo de ângulos inclinados sob o gelo, não se comportavam como previsto, levantando questões sobre novas partículas ou interações. As detecções anteriores, em 2006 e 2014, não foram explicadas por fenômenos conhecidos, levando os pesquisadores a investigar possíveis conexões com a matéria escura. A expectativa está agora em um novo experimento, o PUEO, que promete mais clareza sobre o enigma.

Cientistas descobrem estrela antártica com 20 braços e cores vibrantes

Uma equipe de científicos dos EUA e Austrália anunciou uma descoberta surpreendente nas águas frias da Antártida. Publicada na revista Invertebrate Systematics, a pesquisa revelou várias novas espécies do gênero Promachocrinus, até então considerado monoespecífico. Dentre as novas espécies, destaca-se a Promachocrinus fragarius, conhecida como “estrela antártica de penas de morango”, que possui 20 braços e uma coloração vibrante. Essa descoberta expande o entendimento sobre a biodiversidade marinha na região e demonstra a complexidade dos ecossistemas, ressaltando a importância da pesquisa contínua sobre a vida marinha e suas adaptações a ambientes extremos.