Nasa enfrenta complicações e adia lançamento da missão Artemis II
Nasa enfrenta complicações e adia lançamento da missão Artemis II
A Nasa enfrenta um novo desafio com o foguete SLS devido a um problema no fluxo de hélio, o que pode atrasar a missão Artemis II.
A agência casou a retirada do foguete para manutenção, tornando improvável um lançamento em março, que havia sido inicialmente esperado.
O administrador da Nasa indicou que a nova janela para lançamento pode ser em abril, mas surgem dúvidas sobre a resolução de problemas ocultos e o impacto de novos testes.
A Nasa flagrou formações em Marte que se assemelham a 'teias de aranha', podendo indicar a presença de água subterrânea no passado do planeta.
O robô Curiosity está analisando essas estruturas chamadas boxwork, localizadas ao redor do Monte Sharp, para entender a transição de um ambiente úmido para um deserto.
Cientistas acreditam que essas formações foram criadas pela deposição de minerais, resultado da água que percorreu grandes fraturas na rocha.
A Nasa escolheu a nova data de lançamento da missão Artemis 2, marcada para 6 de março, após um adiamento devido a um vazamento de hidrogênio líquido.
O foguete SLS passou com sucesso no teste necessário e os astronautas entrarão em quarentena para garantir saúde durante a missão.
A Artemis 2 promete uma nova era na exploração espacial, levando a primeira mulher e um astronauta negro à órbita lunar, com retorno previsto em 10 dias.
O rover Perseverance da Nasa agora pode determinar sua localização em Marte sem ajuda humana, utilizando a tecnologia Mars Global Localization.
A nova capacidade permite que o robô interrompa seu percurso, recalcule sua posição com precisão de 25 centímetros e retome a navegação de forma autônoma.
Essa atualização aumenta a eficiência das operações no planeta vermelho e diminui a necessidade de intervenções humanas devido a erros acumulados na odometria visual anterior.
A NASA alertou que cerca de 15 mil asteroides de porte médio, capazes de destruir cidades, ainda não foram detectados e permanecem sem monitoramento.
Cientistas expressam preocupação, destacando a necessidade urgente de investimentos em sistemas de defesa e detecção, já que atualmente cerca de 40% dos objetos conhecidos foram catalogados.
A missão Near-Earth Object Surveyor está planejada para o próximo ano, visando identificar mais de 90% desses objetos potencialmente perigosos.