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Cibercriminosos atacam extensões do Chrome e comprometem dados dos usuários

Hackers têm modificado extensões do Chrome para inserir códigos maliciosos que visam roubar dados críticos de usuários, como cookies e informações de autenticação. As campanhas de ciberataques focam em plataformas como redes sociais e serviços de inteligência artificial, atingindo empresas como Cyberhaven, que relatou um ataque de phishing. Especialistas indicam que os ataques podem ter sido aleatórios e afetaram várias vítimas no setor de publicidade digital. Além da Cyberhaven, serviços de VPN como Internxt VPN e VPNCity também foram comprometidos, levando à necessidade de correções urgentes e reforço de segurança.

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Desligue o Wi-Fi do celular: alerta da autoridade francesa sobre cibersegurança

A Autoridade de Cibersegurança da França, CERT-FR, em um recente artigo sobre proteção digital, recomenda que os usuários desliguem o Wi-Fi do celular sempre que não estiverem usando. Este alerta se baseia em um documento intitulado “MOBILE PHONES – Threat Landscape since 2015” e destaca o risco significativo representado por redes Wi-Fi, especialmente as públicas. Redes vulneráveis podem ser atacadas por invasores usando técnicas como AITM (adversary-in-the-middle) para coletar dados confidenciais. Para proteger dispositivos, a CERT-FR sugere práticas, como evitar conexões automáticas e usar VPNs quando necessário.

Descoberta grave pode travar Chrome e outros navegadores em segundos

Uma vulnerabilidade crítica foi descoberta no Chromium, afetando até três bilhões de usuários de navegadores como Chrome e Edge. Denominada Brash, a falha no mecanismo Blink pode causar travamentos em questão de segundos, devido a uma falta de limitação durante atualizações da API document.title. O cibercriminoso pode gerar milhões de mutações por segundo, saturando o sistema e levando ao colapso do navegador. Além disso, o Brash pode ser ativado em um momento específico, tornando-o uma ameaça latente. A gravidade do problema requer atenção urgente por parte dos desenvolvedores de navegadores baseados em Chromium.

Cuidado: novo vírus Maverick invade WhatsApp e ameaça dados bancários dos brasileiros

Um novo malware, chamado Maverick, está se espalhando pelo Brasil via WhatsApp, despertando preocupações entre especialistas de segurança digital. A Kaspersky alertou que o vírus, disfarçado em um arquivo ZIP, visa roubar informações pessoais e dados bancários dos usuários. Ele utiliza métodos sofisticados de propagação, enviando mensagens para contatos da vítima após a infecção. O Maverick verifica se o dispositivo está configurado para o Brasil antes de continuar com suas ações maliciosas, o que intensifica seu foco no público brasileiro. Algumas medidas preventivas incluem evitar abrir arquivos suspeitos e manter a segurança do sistema atualizada.

Google desmente boato sobre ataque hacker no Gmail

O Google desmentiu rumores sobre um suposto ataque hacker que teria comprometido 2,5 bilhões de contas do Gmail. A suposta invasão, disseminada numa confusão com um incidente em outro serviço da empresa, foi considerada infundada. O ataque real envolveu um sistema interno relacionado ao Google Ads, que afetou apenas dados básicos de contato e não teve conexão com as contas do Gmail dos usuários. A gigante da tecnologia assegurou que seus sistemas permanecem seguros e incentivou os usuários a manterem boas práticas de segurança, sem qualquer relação com o serviço de e-mail da Google.

Golpes cibernéticos: credenciais roubadas causam prejuízos bilionários

O uso de credenciais roubadas é uma das principais causas de golpes cibernéticos, conforme apontado pelo relatório da Verizon de 2025. O ataque à C&M Software, onde um funcionário foi preso por vender suas credenciais por R$ 15 mil, resultou em perdas de mais de R$ 1 bilhão, sendo o maior do sistema financeiro brasileiro até o momento. Aproximadamente 22% das violações de dados no ano passado foram iniciadas com credenciais comprometidas. Além disso, 88% das invasões em aplicações web ocorreram da mesma forma. O relatório destaca a crescente preocupação com a segurança digital e a proteção de dados.

Vazamento alarmante: bilhões de senhas do Google, Apple e Meta expostas

Um vazamento de dados pode ter comprometido mais de 16 bilhões de senhas de usuários de aplicativos da Apple, Meta e Google, conforme revelou a revista Forbes. A investigação da Cybernews descobriu 30 conjuntos de dados, variando de dezenas de milhões a mais de 3,5 bilhões de registros cada. Embora a origem dos dados seja incerta, suspeita-se que tenham sido obtidos por meio de phishing e malwares, e não diretamente das empresas. Especialistas aconselham a troca de senhas e a ativação da autenticação em duas etapas para mitigar riscos, além de manter sistemas operacionais atualizados.

Megavazamento expõe 16 bilhões de senhas; o que você precisa saber!

Um megavazamento de dados revelou 16 bilhões de senhas e credenciais de login, atingindo contas de gigantes como Apple, Google e Facebook. Pesquisadores da Cybernews descobriram 30 conjuntos de dados, com registros que variam de milhões a mais de 3,5 bilhões. O Google recomendou a troca de senhas e o FBI alertou sobre riscos de links maliciosos. Especialistas afirmam que os dados são novos e altamente exploráveis, coletados por infostealers. A manipulação pode levar a ataques de phishing, representando um grave risco à segurança online. O uso de gerenciadores de senhas é fortemente recomendado.