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Ucrânia realiza ataques com drones e mísseis na Rússia deixando mortes e danos

Entre os dias 20 e 21 de dezembro de 2024, a Ucrânia lançou dois ataques na Rússia, resultando em mortes em Kursk e Kazan. Esses eventos ocorreram logo após um bombardeio russo em Kiev, que deixou um morto e danificou embaixadas. O primeiro ataque, com mísseis, feriu e matou cinco pessoas em Rilsk, enquanto o segundo, realizado com drones, atingiu um prédio residencial em Kazan, ocasionando a suspensão de voos. A ação ucraniana teve impactos severos, incluindo danos em infraestrutura cultural e esportiva, desafiando as tentativas russas de recuperar a área.

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Putin ataca depósitos de gás ucranianos e ameaça suprimento europeu

A Rússia lançou um ataque com mísseis hipersônicos Oreshnik contra depósitos de gás na Ucrânia, próximo a Lviv, visando encerrar a era do gás russo na Europa. Este bombardeio, primeira utilização dos mísseis, foi em retaliação a uma suposta tentativa ucraniana de assassinar Putin. A ação pode resultar em um aumento significativo no preço do gás na Europa, considerando a dependência de vários países que armazenam gás na Ucrânia. As instalações atacadas foram originalmente desenvolvidas durante a época soviética e são fundamentais para o fornecimento de gás nos meses de inverno europeu.

Rússia realiza ataque aéreo devastador contra cidades ucranianas

Na noite de 8 de janeiro de 2026, a Rússia iniciou um ataque em larga escala contra a Ucrânia, resultando em explosões significativas em Kiev e Lviv, onde pelo menos duas vidas foram perdidas. Câmeras de segurança registraram a ação por volta das 23h46, enquanto a Ucrânia investiga o possível uso de mísseis balísticos russos. O ataque seguiu as acusações russas de que a Ucrânia tentou atingir a residência presidencial de Putin. O prefeito de Kiev reportou danos em várias áreas, incluindo Darnytskyi, enquanto Lviv sofreu impactos em infraestruturas essenciais.

Rússia afirma que Acordo de Paz na Ucrânia está Mais Próximo, mas com Condições

A Rússia declarou que está mais próxima de um acordo de paz para a guerra na Ucrânia, concordando com afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, após conversas entre ele, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, anunciou que novas discussões podem ocorrer em breve, mas ressaltou que a Ucrânia deve retirar suas tropas da região de Donbas para que a paz seja possível. Zelensky mencionou que questões sobre a usina nuclear de Zaporizhzhia e a cessão de territórios ainda são obstáculos nas negociações, além das reivindicações russas sobre Donbas e outras áreas.

Trump dialoga com Putin antes de encontro com Zelensky sobre a paz na Ucrânia

Donald Trump declarou ter uma conversa 'produtiva' com Vladimir Putin antes de se reunir com Volodymyr Zelensky, que busca apoio dos EUA para um acordo de paz na guerra da Ucrânia. O plano, com 20 pontos, aborda segurança e questões territoriais, enfrentando resistência russa. Enquanto Zelensky, com forte apoio europeu, questiona a genuína intenção de Moscou pela paz,Trump adota cautela. A pressão militar da Rússia continua, mas o diálogo com os EUA prossegue. A Ucrânia insiste na necessidade de garantias de segurança e solicita mais apoio financeiro e armamentos para fortalecer sua posição nas negociações.

Zelensky busca apoio europeu após reuniões com Trump

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que conversará com líderes europeus após se reunir com Donald Trump. Zelensky, durante uma viagem aos EUA, ressaltou a necessidade de coordenar prioridades diplomáticas. Ele destacou a urgência de respaldo para a Ucrânia, especialmente por conta dos permanentes ataques russos, que afetaram gravemente Kiev, causaram mortes e deixaram muitos sem aquecimento no frio intenso. O ucraniano espera que essa reunião resulte em garantias de segurança e no fortalecimento das defesas aéreas do seu país, essenciais para enfrentar as ofensivas da Rússia durante este momento crítico.

Proposta de paz da Ucrânia: 20 pontos em negociação com a Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu informações sobre as propostas de paz da Ucrânia, apresentadas em conjunto com os Estados Unidos. Durante as negociações em Miami, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mencionou que um plano de 20 pontos estava quase finalizado, porém ainda havia desacordo sobre a cessão de partes do Donbas e a usina nuclear de Zaporizhzhia. O Kremlin, por sua vez, não se manifestou sobre a reação russa às propostas. Zelensky reiterou a soberania ucraniana, e uma proposta de não agressão entre os países foi discutida como parte fundamento nas tratativas de paz.

Rússia reafirma compromisso com a paz na Ucrânia em reunião chave

O enviado de política externa dos Estados Unidos, Steve Witkoff, afirmou que a Rússia permanece totalmente comprometida com a paz na Ucrânia, após encontros com o emissário do Kremlin, Kirill Dmitriev, na Flórida. Witkoff, junto com Jared Kushner, buscou aprimorar um plano para encerrar o conflito, incluindo garantias de segurança e concessões territoriais.Apesar de as reuniões terem sido classificadas como produtivas, não houve acordos concretos anunciados para finalizar a guerra. Witkoff e o secretário de Segurança Nacional da Ucrânia, Rustem Umerov, reafirmaram seu compromisso em buscar uma paz justa e duradoura.