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Trump se autoproclama presidente interino da Venezuela em postagem polêmica

Donald Trump causou polêmica ao publicar uma imagem em que se autodenomina 'presidente interino da Venezuela' nas redes sociais. Essa postagem ocorreu no contexto de uma intervenção militar dos Estados Unidos no país sul-americano e coincide com o endurecimento da retórica de Trump em relação a Cuba. Em declarações, ele afirmou que seu poder é limitado apenas por sua 'própria moralidade' e que os EUA pretendem controlar a venda do petróleo venezuelano, mantendo uma supervisão prolongada sobre a situação política da Venezuela, gerando preocupações sobre a legalidade dessa ação internacional.

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Khamenei retrata Trump como sarcófago e alerta sobre líderes arrogantes

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, publicou uma charge no X que mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um sarcófago. A ilustração, acompanhada de uma legenda advertindo sobre a queda dos líderes arrogantes, menciona exemplos históricos de governantes depostos em seus momentos de poder absoluto. Khamenei sugere que Trump também terá um destino semelhante. Acontece em meio a um clima tenso, onde Trump afirma que líderes iranianos buscaram diálogo. O Irã enfrenta protestos devido a uma crise econômica, resultando em repressão e mortes, enquanto Khamenei convoca manifestações.

China critica EUA por uso da Groenlândia em interesses políticos próprios

A China pediu aos Estados Unidos para não utilizarem outros países, como a Groenlândia, como justificativa para atender a seus próprios interesses. A declaração surgiu após o presidente Donald Trump sugerir que os EUA deveriam garantir a posse da Groenlândia para evitar que Rússia ou China a ocupem. A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Mao Ning, destacou, em coletiva de imprensa, que as ações da China no Ártico buscam promover paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável, enfatizando a importância do respeito aos direitos das nações para realizar atividades lícitas na região.

Irã busca negociação com os EUA, afirma Trump

O presidente Donald Trump revelou que o Irã contatou os Estados Unidos para buscar negociações após um período de pressão. Em entrevista, Trump declarou que o Irã aparenta estar 'cansado de apanhar' e que a expectativa é de que uma reunião ocorra em breve. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã também confirmou laços de comunicação abertos com os EUA, sugerindo a possibilidade de diálogo por meio de diplomatas ou mediadores. Apesar disso, Trump alertou que ações mais severas estão sendo consideradas, diante das mortes e protestos internos no Irã.

Irã em alerta: Retaliações podem ocorrer em resposta a ataques dos EUA

O Irã emitiu um alerta aos EUA, afirmando que retaliará em caso de ataque, enquanto massivos protestos desafiam o governo de Teerã. As manifestações, desencadeadas por alta inflação, já se espalharam por mais de 100 cidades iranianas. O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou responder com força, se o Irã continuar a reprimir os manifestantes. Em resposta, autoridades iranianas consideraram Israel e bases dos EUA alvos legítimos. O número de mortos tem aumentado, com grupos de direitos humanos estimando mais de 100 mortes, enquanto o governo iraniano intensifica a repressão e corta o acesso à internet.

ExxonMobil considera investimentos na Venezuela inviáveis sem reformas

Darren Woods, CEO da ExxonMobil, afirmou que investir na Venezuela é inviável devido à situação atual das estruturas legais e comerciais. Em reunião com Donald Trump, ele destacou a necessidade de mudanças significativas para proteger investimentos e modificar as leis de hidrocarbonetos do país. Woods sugeriu que, com garantias de segurança, sua equipe poderia ajudar a trazer petróleo bruto venezuelano ao mercado. Contudo, ele enfatizou a importância de ser bem-vindo na Venezuela, citando experiências passadas da empresa no país e a necessidade de uma abordagem colaborativa entre os governos dos EUA e da Venezuela.

EUA buscam anexar a Groenlândia: segurança e recursos em jogo

A busca dos Estados Unidos pela anexação da Groenlândia, impulsionada pelo presidente Donald Trump, funde questões de segurança internacional e interesses econômicos. Trump defende que o território é crucial para proteger os EUA e seus aliados, especialmente devido à sua localização estratégica no Ártico. Além disso, a Groenlândia abriga valiosos recursos minerais, essenciais para a tecnologia moderna. A situação gera tensões diplomáticas entre Washington, Copenhague e autoridades groenlandesas. Apesar da retórica de segurança, o interesse econômico em petróleo, gás e minerais raros também fundamenta a postura dos EUA em relação à ilha.

Groenlândia: O novo alvo estratégico de Trump no Ártico

A Groenlândia, território dinamarquês no Ártico, tem se tornado foco de interesse dos Estados Unidos após Donald Trump manifestar desejo de adquirir a ilha, destacando sua importância estratégica. O território, historicamente habitado por povos inuítes, passou a ter autonomia em 2009, embora dependa economicamente da Dinamarca. Os EUA mantêm presença militar na ilha, crucial para monitoramento no Atlântico Norte. As relações entre Groenlândia e Dinamarca são tensas devido a um passado colonial, enquanto a população demonstra interesse em independência, temendo a influência americana e a necessidade de diversificação econômica além da pesca.