curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Trump demite chefe das Forças Armadas dos EUA em polêmica decisão

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demitiu o general Charles Q. Brown, que ocupava o cargo de chefe das Forças Armadas, na sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025. A decisão foi tomada após Trump expressar preocupações de que a liderança militar estava excessivamente focada em questões de diversidade, o que, segundo ele, limitava a eficácia das forças armadas no combate. Brown, um general de quatro estrelas, foi nomeado por Biden em 2023 e foi o segundo afro-americano a liderar o Pentágono. Trump indicou Dan Caine como seu substituto e demitiu outros oficiais também.

Comentários (0)

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário


Trump muda estratégia após morte de enfermeiro em Minneapolis

Após a morte do enfermeiro Alex Pretti em Minneapolis, o governo Trump rapidamente abandonou sua estratégia habitual de negação e ataque. Inicialmente, Trump e sua equipe descreveram Pretti como um 'terrorista doméstico', mas vídeos contradizeram essa narrativa, mostrando-o sem arma e ajudando outra pessoa. Com a crescente pressão pública e crítica ao ICE, Trump mudou o tom, responsabilizando os democratas e enviando um novo líder para supervisionar a situação. As tensões políticas aumentam, com os democratas planejando bloquear novos fundos para o DHS em resposta às ações do governo Trump e a sua política de imigração.

Bem Moura desmente rumores de apoio a Trump e critica especulações

Bem Moura, filho do ator Wagner Moura, usou suas redes sociais para desmentir boatos que o ligavam ao apoio do presidente dos EUA, Donald Trump. Em postagens recentes, ele esclareceu que não compartilha dessa visão política e criticou a interpretação equivocada de suas interações online. Bem afirmou: 'Odeio Trump com uma paixão', ressaltando sua baixa atividade nas redes. Os rumores surgiram após usuários notar que ele seguia contas de figuras conservadoras. Ele vive em Los Angeles com sua família há sete anos, e expressou surpresa com a repercussão negativa do assunto nas redes sociais.

Trump e o pinguim: a campanha que gerou risadas na web

A Casa Branca postou uma imagem de Donald Trump caminhando ao lado de um pinguim na Groenlândia em uma tentativa de promover sua campanha para a anexação do território. A estratégia rapidamente se tornou motivo de zombarias, já que pinguins não habitam a Groenlândia, sendo nativos do hemisfério sul. Usuários do X criticaram a postagem e lembraram que as aves estão a milhares de quilômetros da Groenlândia, principalmente na Antártida. A agência estatal chinesa Xinhua também aproveitou a oportunidade para debochar, questionando se houvesse pinguins, eles seriam tratados de maneira caricatural como Trump fez.

Espanha se recusa a integrar o Conselho da Paz de Trump

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, rejeitou o convite para integrar o Conselho da Paz proposto por Donald Trump. Em declarações após a cúpula da UE em Bruxelas, Sánchez destacou seu compromisso com o multilateralismo e a falta da Autoridade Palestina entre os convidados como razões para a recusa. Ele expressou dúvidas sobre o respeito do novo conselho pelas normas da ONU e sua efetividade no processo de paz. O Conselho, que busca atuar em conflitos globais e tem Trump como presidente vitalício, já teve a participação de muitos líderes internacionais, exceto aliados tradicionais dos EUA.

Países ignoram convite de Trump para Conselho de Paz e França levanta questões

Donald Trump anunciou a criação do Conselho de Paz durante um evento em Davos, na Suíça, no dia 22 de janeiro. Entretanto, a resposta de muitos países convidados não foi a esperada, com nações como Noruega, Suécia, Eslovênia e França recusando o convite. Algumas delas expressaram preocupações sobre a compatibilidade do grupo com a Carta da ONU e a inclusão de lideranças polêmicas, como Vladimir Putin. O Brasil optou por adiar sua resposta, enquanto Trump afirmou que o conselho já funciona perfeitamente, elogiando os participantes que aceitaram, como Argentina e Arábia Saudita.

Trump fecha acordo com Otan para o futuro da Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou progressos em um acordo com a Otan para a Groenlândia, território que deseja anexar. Em reunião com o secretário-geral da aliança, Mark Rutte, Trump revelou a criação de uma estrutura para futuras negociações. Com o avanço do acordo, ele abandonou a aplicação de tarifas de 10% a países da Otan contrários à compra da Groenlândia. Trump também mencionou conversas sobre um projeto de defesa antimísseis, o Domo de Ouro, sendo encarregado de sua negociação o secretário de Estado e outros membros do governo. Detalhes adicionais serão divulgados.

Tensão EUA-UE: Crise Diplomática Aumenta com Ameaças de Trump

A tensão entre os EUA e a União Europeia aumentou após Donald Trump ameaçar anexar a Groenlândia, levando o Parlamento Europeu a suspender a ratificação de um acordo comercial com Washington. Macron, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, classificou as tarifas de Trump como 'inaceitáveis' e a UE considera tarifas retaliatórias. O acordo, que visava eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA, agora está em risco. Além disso, Trump anunciou tarifas de 10% a países que se opõem à anexação, aumentando a pressão sobre os opositores. A crise diplomática pode ter repercussões globais significativas.