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Tiros e drones marcam a tensão em Caracas após captura de Maduro

Na noite de 5 de janeiro, disparos e luzes de drones foram reportados nas proximidades do Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas, Venezuela. Moradores compartilharam vídeos que capturaram a situação durante um clima tenso após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro. Relatos indicam a presença de grupos paramilitares com versões contraditórias sobre os confrontos, que variam de um mal-entendido a um ataque real. O governo dos EUA declarou que não está envolvido nos eventos, enquanto as autoridades venezuelanas aguardam esclarecimentos sobre a situação.

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EUA mudam acusação contra Maduro e descartam cartel de drogas

O Departamento de Justiça dos EUA alterou a acusação contra Nicolás Maduro, eliminando a afirmação de que ele chefiava a organização de tráfico conhecida como Cartel de los Soles. A nova acusação descreve o cartel como um sistema de clientelismo, abandonando a ideia de uma estrutura hierárquica. Essa mudança é resultado de anos de questionamentos sobre a própria existência do cartel. Críticos argumentam que o termo representa mais uma cultura de corrupção e que Maduro não é um líder de uma organização criminosa formal, de acordo com análises de organismos internacionais e autoridades de outros países.

Contradições e esperança: A crise na Venezuela após a captura de Maduro

María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, revelou que não se comunicou com Donald Trump desde outubro de 2025, o que coincide com a última conversa que tiveram no dia em que recebeu a premiação. Durante sua entrevista à Fox News, após a operação militar dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro, Machado elogiou a ofensiva americana, considerando-a um grande passo para a liberdade. Contudo, Trump desconsiderou a líder da oposição, afirmando que ela não é uma alternativa viável e destacando a incerteza política que permanece na Venezuela após essa intervenção.

Trump descarta eleições na Venezuela após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que não haverá eleições na Venezuela nos próximos 30 dias, após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças americanas. Em entrevista, Trump destacou que o país precisará de consertos antes das eleições. Ele mencionou que um grupo de autoridades estadunidenses supervisionará a transição na Venezuela, sendo a palavra final dele. Além disso, Trump sugeriu a possibilidade de uma nova incursão militar se a nova presidente interina, Delcy Rodríguez, não cooperar. A operação incluiu bombardeios e causou preocupações sobre a violação da soberania venezuelana.

Maduro se declara inocente e diz ser prisioneiro de guerra em tribunal de NY

Durante sua audiência em Nova York, Nicolás Maduro se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas, afirmando ser o presidente da Venezuela e um 'prisioneiro de guerra'. Enfrentando várias acusações, incluindo narcoterrorismo, ele chegou ao tribunal usando uniforme prisional e algemado, acompanhado de sua esposa, Cilia Flores, também inocente. Manifestantes se reuniram do lado de fora do tribunal, expressando diversos sentimentos sobre o incidente. Maduro alegou ter sido sequestrado em sua casa, enquanto os Estados Unidos realizavam uma operação militar que resultou em sua detenção e transferência para o Centro de Detenção Metropolitano no Brooklyn.

Impacto da captura de Maduro no cenário eleitoral brasileiro

A prisão de Nicolás Maduro pelos EUA impacta diretamente a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, já que o presidente brasileiro se posicionou em defesa do ditador venezuelano, desconsiderando amplas críticas ao regime de Caracas. Especialistas acreditam que Lula pode vir a perder apoio devido ao confronto entre sua postura e a polarização gerada na política brasileira. O governo petista enfrenta um dilema ao tentar manter diálogo com Washington após condenar a operação americana. A situação levanta questionamentos sobre a posição do Brasil na dinâmica geopolítica na América Latina e seu futuro político.

Filho de Maduro apoia Delcy Rodríguez em meio à crise política na Venezuela

Nicolás Maduro Guerra, filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro, expressou seu 'apoio incondicional' à nova presidente interina, Delcy Rodríguez, durante um discurso na Assembleia Nacional. O pronunciamento ocorreu após a detenção de Maduro pai e sua esposa, Cilia, durante uma ação dos Estados Unidos. Maduro Guerra refutou os rumores sobre a traição de Rodríguez e enfatizou a união do povo venezuelano em meio à crise. Ele pediu paz e estabilidade para o país, ao mesmo tempo que denunciou a captura de seu pai como um 'sequestro' e uma ameaça à soberania de nações independentes.

Trump sugere ação militar contra Colômbia após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou a possibilidade de uma ação militar contra a Colômbia, referindo-se ao país como 'doente' e seu presidente, Gustavo Petro, como um produtor de cocaína. Essa ameaça surgiu após a captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, por autoridades americanas, levando à crítica imediata do governo colombiano, que considerou os comentários de Trump como uma ingerência inaceitável nos assuntos internos. O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia defendeu que essas declarações ferem normas do direito internacional e a soberania do país.