Testemunha relata como Júlia e Suyany planejaram a morte de empresário por envenenamento
Testemunha relata como Júlia e Suyany planejaram a morte de empresário por envenenamento
Uma testemunha afirmou à polícia que Suyany orientava a quantidade de remédios que Júlia ministrava para matar o empresário Luiz Marcelo Ormond. Segundo Victor Ernesto de Souza Chaffi, ele ouviu Suyany dizer que auxiliou Júlia a administrar drogas que dopavam a vítima, porém não soube especificar quais eram. O depoimento também revelou que Victor e Leandro Jean Rodrigues Cantanhede ficaram responsáveis por vender os bens da vítima, após a morte. A polícia suspeita de envenenamento e aponta Júlia como a responsável pelo crime, com a possível mandante sendo Suyany, que se identifica como cigana.
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a morte do Cão Orelha, mantendo apenas um adolescente como principal suspeito após análises e depoimentos.
O laudo pericial indica que os ferimentos sofreram uma pancada contundente na cabeça, sugerindo que uma única pessoa poderia ser responsável pela agressão.
A defesa do adolescente argumenta que as conclusões da investigação se baseiam em elementos circunstanciais e questionam a veracidade das provas apresentadas.
A Polícia Civil de Santa Catarina refutou a defesa de um dos adolescentes acusados de maus-tratos ao cão Orelha, alegando que um vídeo não anula as evidências.
As autoridades confirmam que o cão morreu dias após as agressões, e um laudo pericial indica que a causa da morte foi uma pancada na cabeça.
Um novo inquérito foi aberto por coação contra familiares dos suspeitos que tentaram intimidar uma testemunha do caso.