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Tensão no Oriente Médio: EUA alertam cidadãos a deixarem o Líbano imediatamente

Diante da crescente tensão no Oriente Médio, a embaixada dos Estados Unidos em Beirute orientou os cidadãos americanos a deixarem o Líbano utilizando “qualquer passagem disponível”. O Reino Unido também emitiu um alerta semelhante, destacando a possibilidade de rápida deterioração da situação. O Irã, responsabilizando Israel pela morte do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, prometeu severa retaliação. O Hezbollah, apoiado pelo Irã, pode intensificar a resposta contra Israel, aumentando as hostilidades na região. A embaixada dos EUA ressaltou que planos de contingência devem ser preparados para quem optar por permanecer no Líbano.

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EUA reforçam presença militar no Oriente Médio com novo destróier

  • A Marinha dos EUA enviou o destróier USS Delbert D. Black ao Oriente Médio em meio a crescentes tensões com o Irã.
  • Com essa adição, o número de destróieres americanos na região chega a seis, somando-se a um porta-aviões e três navios de combate.
  • A presença militar é parte de uma estratégia que pode incluir ataques direcionados às forças de segurança iranianas, conforme ameaças do presidente Donald Trump.

Lula se conecta com presidente da Palestina em meio ao Conselho de Paz de Trump

O presidente Lula do Brasil conversou por telefone com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, em 22 de janeiro de 2026. A ligação ocorreu após o lançamento do 'Conselho de Paz', uma iniciativa de Donald Trump. Durante a conversa, Lula expressou satisfação com o cessar-fogo em Gaza e discutiu com Abbas as possibilidades de reconstrução na região. Embora tenha recebido um convite para participação no conselho dos EUA, Lula ainda não confirmou sua adesão. Ambos os líderes concordaram em manter contato sobre o andamento do plano de paz no Oriente Médio e seus desdobramentos.

Netanyahu ordena ataques em Gaza após violação do cessar-fogo pelo Hamas

Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, ordenou ataques militares imediatos e enérgicos em Gaza, após alegar que o Hamas violou o cessar-fogo ao devolver restos mortais de reféns. O governo israelense considerou a ação do Hamas uma clara violação do acordo estabelecido, o que motivou a resposta militar. Netanyahu enfatizou a determinação de Israel em retaliar com força proporcional. A situação se intensificou, com o Hamas acusando Israel de dificultar os esforços de recuperação dos corpos dos reféns. A escalada levou a um aumento significativo das tensões e da violência na região.

Trump promete fim do Hamas de forma rápida e brutal

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o fim do Hamas ocorrerá de forma 'rápida, furiosa e brutal', caso o grupo não cumpra as exigências do acordo de paz com Israel. Segundo Trump, aliados do Oriente Médio estão prontos para enviar tropas à Faixa de Gaza, caso autorizados. Durante uma postagem na Truth Social, ele expressou que diversos países, incluindo Indonésia e Turquia, se mostraram dispostos a ajudar na erradicação do Hamas. Trump, entretanto, afirmou que ainda não é o momento para tal intervenção militar. As tensões sobre o cessar-fogo continuam a aumentar.

Brasil apoia plano de paz de Trump para Gaza, segundo Mauro Vieira

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, anunciou apoio ao plano de paz de Donald Trump para a Faixa de Gaza em audiência na Câmara dos Deputados. Ele afirmou que a proposta de Trump, que visa a libertação de reféns, cessar-fogo e reconstrução, está alinhada com os objetivos brasileiros desde o início da crise no Oriente Médio. Além disso, Vieira mencionou uma possível conversa entre os presidentes Lula e Trump, que pode ocorrer por telefone ou em evento internacional. Ele também ressaltou a importância de manter a soberania nacional nas negociações.

Palestinos criticam plano de paz de Trump que favorece apenas EUA e Israel

Palestinos em Gaza expressaram descontentamento sobre o novo plano de paz do presidente dos EUA, Donald Trump, alegando que ele beneficia somente os interesses dos Estados Unidos e de Israel. Nabil Aawad, um deslocado, afirmou que a proposta, que inclui um cessar-fogo imediato e uma troca de reféns, não resolve os problemas fundamentais da região. A Casa Branca divulgou um plano em 20 pontos que também sugere um governo de transição internacional e desarmamento do Hamas. No entanto, permanecem incertezas sobre a criação de um Estado Palestino e o papel da Autoridade Palestina na governança.

Trump apresenta plano de paz inédito para Gaza com apoio de Netanyahu

No dia 29 de setembro de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um inovador plano de paz para o conflito entre Israel e Hamas, ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O acordo busca a imediata cessação das hostilidades, prevendo a libertação de reféns e a formação de um Estado Palestino. A proposta inclui um cronograma para a retirada gradual das forças israelenses da Faixa de Gaza, em troca da libertação de prisioneiros palestinos. O governo dos EUA ressalta o apoio de nações árabes na iniciativa, visando uma convivência pacífica na região.