Polilaminina pode revolucionar o tratamento de lesões medulares
Polilaminina pode revolucionar o tratamento de lesões medulares
A polilaminina, descoberta acidentalmente pela bióloga Tatiana Sampaio, oferece esperança para tratamento de lesões medulares, podendo reverter danos na coluna vertebral.
A substância já está em fase de testes clínicos aprovados pela Anvisa, com resultados iniciais promissores em pacientes.
Apesar do entusiasmo, especialistas pedem cautela, reforçando que mais pesquisas são necessárias para comprovar a eficácia do tratamento.
A Câmara dos Deputados está avançando com um projeto que busca acabar com a exclusividade comercial de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Zepbound.
O objetivo é ampliar o acesso aos medicamentos e reduzir custos, já que o tratamento com essas canetas pode ser muito caro.
A proposta aguarda tramitação acelerada e busca tornar os medicamentos mais acessíveis, considerando a crescente taxa de obesidade no país.
A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o pedido de prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em regime fechado.
A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, que já havia determinado uma avaliação médica do estado de saúde de Bolsonaro, que se encontra sob controle clínico.
A defesa do ex-presidente argumenta que seu estado de saúde está deteriorando e que o ambiente carcerário é inadequado para o tratamento adequado.
A cientista brasileira Tatiana Sampaio perdeu a patente da polilaminina após cortes no financiamento da pesquisa, principalmente entre 2015 e 2016.
Apesar de pagar do próprio bolso pela patente nacional, a versão internacional foi perdida devido à falta de pagamento das taxas.
A polilaminina, que apresentou resultados positivos em tratamento de lesões medulares, ainda não possui registro e pacientes buscam acesso judicial ao tratamento.