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Pablo Marçal admite que propostas são apenas 'sonhos' em sabatina

Durante uma sabatina na Folha/UOL, o candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, reconheceu que suas propostas são tratados como 'sonhos' e admitiu a inviabilidade de triplicar o efetivo da Guarda Municipal em quatro anos. Ele destacou que o plano de governo é um guia geral e que a política deve ser vista a longo prazo, evitando ações puramente eleitoreiras. Marçal também prometeu implementar escolas olímpicas e novas disciplinas voltadas à educação financeira e segurança sexual, enfatizando a importância de ensinar as crianças a se protegerem contra abusos.

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Senador propõe anistia após veto de Lula ao PL da Dosimetria

O relator do PL da Dosimetria, senador Esperidião Amin, protocolou um projeto de lei na quinta-feira (8.jan.2026) propondo anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, após o veto do presidente Lula à proposta que reduzia penas de manifestantes extremistas. Amin criticou a decisão do Planalto e argumentou que a anistia seria uma forma necessária de 'pacificação institucional'. O projeto, que também altera critérios de cálculo das penas, propõe anistiar crimes como tentativa de golpe de Estado, contrariando o veto presidencial com a expectativa de que o Congresso possa reverter a decisão.

Lewandowski renuncia ao Ministério da Justiça e segurança pública

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou sua demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, citando razões pessoais e familiares. Ele ocupa o cargo desde fevereiro de 2024 e deixará sua posição após quase dois anos de serviço. A decisão já era esperada e será oficialmente publicada no Diário Oficial. Amanhã, o secretário-executivo Manoel Almeida assumirá interinamente. Na carta de despedida, Lewandowski agradeceu a Lula pela oportunidade e fez um balanço das ações de sua gestão, destacando a proteção de terras indígenas e avanços na segurança pública.

Ricardo Lewandowski deixa o Ministério da Justiça em meio a desafios na segurança pública

Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça, apresentou sua carta de demissão ao presidente Lula nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, e deixará oficialmente o cargo. Lewandowski, que assumiu o ministério em fevereiro de 2024, já havia sinalizado sua saída antecipada em dezembro. Sua decisão acontece em um contexto onde a segurança pública é tema central no Brasil, com aumento da violência e ações de facções criminosas. O ex-ministro não conseguiu aprovar a PEC da Segurança Pública, a principal proposta do governo nessa área. Até agora, seu substituto não foi definido.

Lula veta projeto que reduz penas para crimes de 2023 e golpe de 2022

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto de lei da Dosimetria, que reduzia penas de condenados pelos atos criminosos ocorridos em 2023 e pelos conspiradores de um golpe em 2022. A proposta, aprovada no Congresso em dezembro, também beneficiaria ex-presidentes como Jair Bolsonaro. O veto foi assinado em uma cerimônia que marcou os três anos do ataque aos Três Poderes em 8 de janeiro, reforçando a defesa da democracia. Agora, o veto será analisado pelo Congresso, que decidirá se manterá ou derrubará a decisão do presidente.

Três anos após os ataques, Brasília reforça segurança para turistas nos Três Poderes

Três anos após os devastadores ataques de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos Três Poderes, Brasília mantém segurança reforçada para visitação pública. As invasões, que resultaram em danos significativos a vidros, móveis e obras de arte, levaram a alterações nos protocolos de acesso e segurança. Atualmente, visitantes devem passar por rigorosos procedimentos de segurança, incluindo verificação de identidade e uso de detectores de metal. Apesar das mudanças, a visitação foi reestabelecida, com medidas contínuas para garantir a proteção das instalações e a memória dos eventos que marcaram a redemocratização brasileira.

Trump retira EUA de 66 organizações internacionais, incluindo agências da ONU

O presidente Donald Trump ordenou a retirada dos Estados Unidos de 66 organizações internacionais, incluindo 31 da ONU, alegando que elas não atendem mais aos interesses nacionais. O governo critica essas entidades como mal administradas e ineficientes, afirmando que promovem agendas contrárias às dos EUA. Entre as agências afetadas estão aquelas focadas em questões climáticas e trabalhistas. Essa decisão marca uma mudança significativa na abordagem americana ao multilateralismo, buscando priorizar os interesses de Washington em vez da cooperação internacional. Especialistas alertam que essa retirada pode prejudicar os esforços globais contra as mudanças climáticas.

Aliados de Bolsonaro reagem a anulação de sindicância por Moraes

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro criticaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que anulou a abertura de uma sindicância do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre o atendimento médico prestado a Bolsonaro após sua queda. Moraes classificou a sindicância como ilegal, afirmando que o CFM não tinha competência para fiscalizar o caso. Parlamentares do PL, incluindo Flávio Bolsonaro, chamaram a decisão de perseguição política e questionaram a atuação de Moraes, alegando que ele poderia ser um grande risco à democracia e que sua postura se assemelha a uma ditadura.