curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Maioria do Rio defende que facções sejam consideradas organizações terroristas

Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest revelou que 72% dos moradores do Rio de Janeiro apoiam a classificação de facções criminosas como organizações “terroristas”. O levantamento foi feito após uma megaoperação que resultou em 121 mortes, provocando forte opinião pública. Além disso, 85% dos entrevistados defendem o aumento das penas para homicídios cometidos a mando de organizações criminosas. A pesquisa, que entrevistou 1.500 pessoas, também aponta que 82% acreditam que líderes de facções influenciam eleições locais e, portanto, dificilmente são responsabilizados pela justiça.

Comentários (0)

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário


Derrite despista equiparação de facções a terroristas para facilitar PL Antifacção

O deputado Guilherme Derrite, afastado da Secretaria de Segurança Pública de SP, assume o relatorio do Projeto Antifacção e exclui a equiparação de facções a grupos terroristas. O objetivo é facilitar a aprovação do texto que eleva as penas para integrantes de facções e aumenta os poderes do Estado no combate ao crime organizado. Com a intenção de analisar a proposta já na próxima semana, Derrite promete revisões significativas, incluindo penas de até 40 anos e restrições para anistia. A escolha do deputado como relator gera especulações sobre a política de segurança do governo.

Governo Lula se opõe a projeto que equipara facções ao terrorismo

A ministra Gleisi Hoffmann declarou que o governo é veementemente contra um projeto de lei que equipara facções ao terrorismo, afirmando que isso poderia permitir intervenções de outros países no Brasil. Durante sua declaração no Palácio do Planalto, ela ressaltou que o terrorismo envolve objetivos políticos e ideológicos, e que o Brasil já possui leis específicas para lidar com facções criminosas. Gleisi destacou a urgência em aprovar dois outros projetos prioritários no Congresso, que visam fortalecer a atuação do governo nas operações contra o tráfico e a criminalidade organizada.

Comando Vermelho impõe seu domínio em Belém enquanto Forças Armadas estão em ação para a COP30

Belém do Pará vive sob a influência do Comando Vermelho, que se tornou a facção dominante na região. Recentemente, a cidade experimentou um silêncio inquietante após operações policiais violentas no Rio de Janeiro, com moradores temendo represálias. Apesar da aparente calma, há sinais de controle rígido da facção, impondo 'salves' e taxas a comerciantes. O governo, ciente do cenário, solicitou o apoio das Forças Armadas durante a COP30 para garantir segurança. A situação reflete a expansão do tráfico e a complexa dinâmica do crime organizado, destacando a necessidade de estratégias de segurança adequadas e eficazes.

Moraes defende operações policiais e rigor contra facções na ADPF das Favelas

O ministro Alexandre de Moraes, novo relator da ADPF das Favelas no STF, defendeu a atuação das polícias do Rio de Janeiro em operações contra facções, enquanto impôs regras para minimizar a letalidade policial. Após a Operação Contenção, Moraes exigiu relatórios detalhados do governador sobre a ação. Uma pesquisa recente revelou amplo apoio da população a operações policiais, com 73% a favor de novas intervenções. Moraes, que criticou a interferência do Judiciário nas operações, argumentou que as forças de segurança são essenciais para a ordem pública, destacando a necessidade de uma abordagem firme contra o crime organizado nas favelas.

Descoberto 'RH' do PCC gerenciando facção com mensagens apreendidas

Uma operação da Polícia Civil paulista revelou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) possui um setor interno que funciona como um 'Recursos Humanos' da facção, apelidado de 'Sintonia Final do Resumo'. Mensagens apreendidas de Michael Silva, conhecido como Neymar do PCC, revelaram que esse núcleo organiza orientações, controla a conduta de membros e até planeja a expansão territorial da facção. Além disso, ele discute diretrizes eleitorais e práticas de venda de drogas. A investigação mostrou a complexidade administrativa do PCC e seu funcionamento interno para manter o controle nas áreas dominadas.

Dama das drogas: a verdade sobre Ana Paraguaia e suas conexões perigosas

A polícia desmantelou uma quadrilha que operava em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, responsável por intermediar a compra de armas e drogas para abastecer o tráfico no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, além de vínculos com o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital. A operação, chamada Bella Ciao, resultou na prisão de Ana Lúcia Ferreira, conhecida como Ana Paraguaia, e Gustavo Miranda de Jesus. Investigadores afirmam que a quadrilha movimentou R$ 250 milhões entre 2020 e 2022, e Ana era encarregada de negociar com fornecedores do Paraguai.

Facções PCC e CV rompem trégua e voltam a conflito sangrento

As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) romperam recentemente a trégua que haviam firmado em fevereiro. O acordo, que visava reduzir os homicídios e manter os negócios ilegais, foi encerrado devido a disputas regionais que inviabilizaram a colaboração entre os grupos. Comunicados individuais das facções afirmaram que o armistício era uma tentativa de diminuir a violência, mas questões éticas do crime levaram ao fim do pacto. Autoridades destacam que interesses territoriais e rivalidades locais foram os principais fatores que motivaram este rompimento entre os grupos armados.