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Israel atribui assassinado em Washington a incitação europeia

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, acusou a Europa de incitar antissemitismo após o assassinato de dois funcionários da embaixada israelense em Washington. Ele afirmou que a hostilidade contra Israel está diretamente ligada ao crime violento ocorrido próximo a um museu judaico. Saar não especificou países, mas destacou que a incitação vem de líderes europeus. Em resposta, autoridades da França, Canadá e Reino Unido rebateram as declarações israelenses, chamando-as de injustificadas e exigindo o fim das ações militares de Israel na Faixa de Gaza, prometendo medidas concretas se a ofensiva continuar.

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Ataque em Sydney revela relação familiar entre atiradores

No ataque mais mortal da Austrália desde 1996, um pai e seu filho foram identificados como os autores do tiroteio em Sydney, que deixou ao menos 15 pessoas mortas, incluindo uma criança de 10 anos. O ataque ocorreu na praia de Bondi durante um evento de Hanukkah, surpreendendo centenas de participantes. O comissário de polícia afirmou que Sajid Akram, de 50 anos, possuía legalmente seis armas de fogo e foi morto. Seu filho, Naveed, de 24 anos, ficou ferido. O primeiro-ministro descreveu o incidente como um ato de antissemitismo e um ataque terrorista contra a comunidade judaica local.

Governo brasileiro condena ataque terrorista na Austrália

O Governo brasileiro emitiu uma nota de repúdio ao recente ataque terrorista em Bondi, Austrália, onde 16 pessoas perderam a vida e 29 ficaram feridas durante uma celebração judaica. Na nota, o governo expressa solidariedade às famílias das vítimas e reafirma sua condenação a qualquer ato de terrorismo, antissemitismo ou intolerância religiosa. O ataque, que ocorreu no momento de festividade, causou grande comoção, e os números de mortos aumentaram nas horas seguintes. O governo da Austrália também foi mencionado, evidenciando o apoio internacional contra a violência e a discriminação.

Professor da USP é preso nos EUA após incidente com arma de chumbinho

Carlos Portugal Gouvêa, professor da USP e visitante em Harvard, foi preso nos EUA após seu visto revogado por disparar uma arma de chumbinho próximo a uma sinagoga em Massachusetts, na véspera do Yom Kippur. O governo Trump classificou o episódio como um 'incidente de tiro antissemita', embora a polícia local e a sinagoga tenham afirmado que não houve motivação antissemita. Gouvêa, que já havia resolvido uma acusação de disparo ilegal, está em liberdade condicional e concordou em deixar o país. A prisão ocorreu em meio a pressões políticas sobre Harvard.

Proibição de torcedores israelenses gera polêmica no Reino Unido

As autoridades britânicas decidiram proibir torcedores do Maccabi Tel Aviv de assistirem ao jogo contra o Aston Villa, programado para 6 de novembro pela Liga Europa, justificando a decisão por motivos de segurança pública. O Safety Advisory Group alegou a necessidade de manter a ordem e evitar manifestações. A medida gerou críticas de líderes britânicos e israelenses, com o primeiro-ministro Keir Starmer considerando-a equivocada e anti-semita. A Uefa também expressou preocupação, pedindo alternativas para garantir a presença dos torcedores. A situação levou a um debate emergencial do governo britânico para encontrar soluções viáveis.

França convoca embaixador dos EUA por críticas sobre antissemitismo

A França convocou o embaixador dos EUA após uma carta de Charles Kushner, na qual ele criticou o país por não ser eficaz no combate ao aumento do antissemitismo. O Ministério das Relações Exteriores francês declarou as alegações como 'inaceitáveis'. A carta, publicada no Wall Street Journal, pedia a Emmanuel Macron a aplicação mais rigorosa de leis contra crimes de ódio e a redução das críticas a Israel, que, segundo Kushner, têm alimentado incidentes antissemitas na França. Emmanuel Macron tem sido crítico da condução da guerra em Gaza e das baixas civis palestinas.

Atentado em Washington: Funcionários da embaixada de Israel são mortos a tiros

Dois funcionários da embaixada de Israel foram mortos a tiros em Washington DC, próximo ao Museu Judaico, na noite de ontem. As vítimas, um homem e uma mulher, estavam saindo do museu quando foram baleadas. Um suspeito, identificado como Elias Rodriguez, de 30 anos, foi detido no local, gritando 'Palestina Livre' antes de ser preso. Após o tiroteio, ele entrou no museu e foi preso pela segurança. A arma utilizada foi recuperada, e o crime está sob investigação pelas autoridades. O presidente e o embaixador de Israel condenaram o ato, considerando-o terrorismo antissemita.

Trump impõe pressões e ameaça Harvard com corte de fundos

O governo de Donald Trump anunciou o congelamento de mais de US$ 2 bilhões em fundos federais para a Universidade de Harvard, após a instituição rejeitar exigências da Casa Branca que visavam combater o antissemitismo. Além disso, Trump ameaçou retirar a isenção fiscal de Harvard, condicionada ao cumprimento das diretrizes governamentais. A universidade se opôs às propostas, alegando que suas exigências ameaçavam a liberdade acadêmica. A administração Trump argumenta que Harvard não protege os estudantes judeus durante protestos sobre a guerra em Gaza, incluindo ordens disciplinares para violações ocorridas durante os protestos.