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Irã e Europa se reúnem para discutir escalada do conflito com Israel

O Irã se reunirá com diplomatas do Reino Unido, França e Alemanha em Genebra na sexta-feira, buscando discutir a escalada no conflito com Israel, que já dura oito dias. Os europeus pretendem pressionar por uma diminuição da tensão e buscar soluções diplomáticas para evitar o agravamento da situação. O ministro das Relações Exteriores do Irã informou que o encontro visa também abordar a questão do programa nuclear iraniano. Enquanto isso, a possibilidade de uma ação militar dos EUA contra o Irã permanece, com Donald Trump indicando que tomará uma decisão nas próximas semanas sobre a ofensiva.

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Lula se prepara para desafio diplomático com Trump em Washington

  • O Palácio do Planalto iniciou os preparativos para a visita de Lula a Washington, onde se reunirá com Donald Trump em um encontro cercado de expectativas e cautela.
  • A equipe de Lula está se preparando para diversas situações, com a preocupação de que a recepção possa ser amigável ou hostil, dado o histórico recente de Trump em reuniões diplomáticas.
  • Além de discutir temas econômicos, a visita também busca estabelecer limites para que Trump não ataque a democracia brasileira durante a corrida presidencial.

Irã busca apoio turco para evitar ataque militar dos EUA

  • O Irã busca apoio da Turquia para evitar um ataque militar dos EUA, com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, programando uma reunião com seu homólogo turco, Hakan Fidan.
  • A visita ocorre em meio a ameaças de Donald Trump, que condicionou qualquer ação militar ao programa nuclear iraniano e exige concessões severas.
  • Enquanto o Irã se prepara para uma possível retaliação, a Turquia tenta mediar as relações e sugerir um diálogo entre Trump e o presidente iraniano, apesar das tensões existentes.

Xi Jinping reafirma que China não será uma ameaça global

  • Xi Jinping afirmou que a China não será uma ameaça a outros países, enfatizando seu compromisso com a paz.
  • Durante um encontro com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, o líder chinês solicitou apoio ao multilateralismo.
  • A posição da China contrasta com a utilização histórica da força militar pelos EUA em assuntos internacionais.

Lula é condecorado no Panamá e fortalece laços bilaterais

Durante uma visita ao Panamá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condecorado com a Ordem Manuel Amador Guerrero, a mais alta honraria panamenha. Lula destacou a importância do fortalecimento das relações bilaterais e a cooperação nos setores de comércio e turismo. Ele mencionou um crescimento significativo de 78% no intercâmbio bilateral em 2025 e expressou apoio à soberania do Panamá sobre o Canal do Panamá. Ao final da visita, Lula retornou ao Brasil motivado pelos avanços nas relações e pela receptividade do povo panamenho.

Lula anuncia isenção de visto para cidadãos chineses em um novo passo diplomático

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a isenção de vistos de curta duração para cidadãos chineses, como resposta à medida similar adotada pela China em 2025. Essa decisão, comunicada ao presidente chinês Xi Jinping, busca aprofundar a cooperação entre os dois países, destacando sinergias em áreas como infraestrutura e tecnologia. Desde 1º de junho de 2025, a isenção de vistos também inclui brasileiros e outros países da América do Sul. Com essa iniciativa, Brasil, Argentina e Chile fortalecem laços com a China, visando facilitar intercâmbios e consolidar parcerias regionais e globais.

Lula se conecta com presidente da Palestina em meio ao Conselho de Paz de Trump

O presidente Lula do Brasil conversou por telefone com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, em 22 de janeiro de 2026. A ligação ocorreu após o lançamento do 'Conselho de Paz', uma iniciativa de Donald Trump. Durante a conversa, Lula expressou satisfação com o cessar-fogo em Gaza e discutiu com Abbas as possibilidades de reconstrução na região. Embora tenha recebido um convite para participação no conselho dos EUA, Lula ainda não confirmou sua adesão. Ambos os líderes concordaram em manter contato sobre o andamento do plano de paz no Oriente Médio e seus desdobramentos.

Trump descarta uso de força, mas insiste na compra da Groenlândia em Davos

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Donald Trump descartou a possibilidade de usar força para adquirir a Groenlândia, mas reafirmou seu desejo de comprar a ilha, argumentando que somente os EUA podem garantir sua segurança. A proposta gerou tensões com aliados da OTAN e resultou em ameaças de tarifas comerciais. Trump elogiou a economia americana e criticou líderes europeus, defendendo uma visão de Ocidente forte e unido. Sua declaração ocorreu em um contexto de crescente crise diplomática entre os EUA e a Dinamarca, à medida que os líderes europeus reagem às ameaças de Trump.