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Influenciadora é denunciada por associar tragédia no RS a religiões de matriz africana

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou a influenciadora Michele Abreu por intolerância religiosa, após associar a tragédia do Rio Grande do Sul a religiões de matriz africana. Em um vídeo, Abreu fez comentários ofensivos e foi proibida de deixar o país e fazer novas publicações semelhantes. Após a repercussão, ela pediu desculpas e afirmou não ter a intenção de ofender a religião. A denúncia se baseia na lei 7.716/1989, que criminaliza a discriminação e preconceito, com pena de até três anos de reclusão. A promotora de Justiça também solicitou medidas cautelares para impedir novas publicações ofensivas.

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Claudia Leitte é processada por discriminação religiosa em apresentação musical

Após um ano de investigações, o Ministério Público da Bahia e o Ministério Público Federal processaram Claudia Leitte por modificar a letra da música 'Caranguejo' durante um show em Salvador. A cantora trocou 'Iemanjá' por 'Yeshua', gerando polêmica e acusações de discriminação religiosa, já que Iemanjá é uma orixá respeitada nas religiões afro-brasileiras. A ação pede R$ 2 milhões por dano moral coletivo, a ser destinado a fundos e entidades que representam essas religiões. Além disso, a artista deve se retratar publicamente e evitar discriminação religiosa, sob pena de multas.

Claudia Leitte sob investigação por racismo religioso

A cantora Claudia Leitte está sendo investigada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) por acusações de racismo religioso após modificar letras de suas músicas que mencionam orixás. A ação civil coletiva, com apoio do Idafro, exige indenização de R$ 2 milhões e retratação pública da artista. Os denunciantes alegam que as alterações substituem referências a divindades africanas por termos cristãos, esvaziando a cultura afro-brasileira. Leitte, em coletiva, declarou que o racismo é um assunto sério, enquanto a promotoria destaca que essa conduta é uma reincidência e prejudica as religiões afro-brasileiras reconhecidas pelo STF.

Corinthians sob investigação: MP apura vínculos com PCC

O Ministério Público de São Paulo ampliou a investigação sobre cartões corporativos do Corinthians, agora buscando vínculos com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A suspeita surgiu após depoimento de Romeu Tuma Júnior, que recebeu ameaças por denúncias sobre a infiltração do crime organizado no clube. Jogadores como Fausto Vera e Rodrigo Garro foram convocados como testemunhas para esclarecer possíveis ligações com um apartamento usado por um suposto membro da facção. O caso se intensifica, com o MP já solicitando o afastamento de presidentes e quebra de sigilo dos cartões utilizados.

Suspensão do show de Leonardo em Teresópolis é solicitada pelo MP-RJ

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) fez um pedido urgente para suspender o show do cantor Leonardo em Teresópolis, agendado para 21 de setembro, que custará R$ 800 mil. O município enfrenta uma grave calamidade financeira, com dívidas de cerca de R$ 700 milhões e atrasos em salários e repasses ao SUS. O promotor Rafael Luiz Lemos de Sousa argumentou que o evento representa gastos excessivos em um momento crítico. Ele também destacou precedentes onde shows foram cancelados judicialmente por valores considerados abusivos, buscando que o pagamento com recursos públicos seja proibido.

Denúncia bomba contra ex-dirigentes do Corinthians no caso VaideBet

O Ministério Público de São Paulo denunciou Augusto Melo, presidente afastado do Corinthians, e ex-dirigentes Marcelo Mariano e Sérgio Moura, além do empresário Alex Cassundé. A ação caracteriza crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e furto, decorrentes de investigações sobre irregularidades no contrato de patrocínio com a casa de apostas VaideBet, assinado em dezembro de 2023. Os promotores buscam uma indenização de R$ 40 milhões ao clube e pedem o bloqueio dos bens dos implicados na investigação, que também cita outros dois empresários por lavagem de dinheiro.

Raquel Brito é investigada por possíveis irregularidades nas redes sociais

O Ministério Público da Bahia iniciou uma investigação a respeito das atividades da influenciadora Raquel Brito, relacionadas a divulgações em suas redes sociais. A 2ª Promotoria de Justiça do Consumidor está apurando supostas irregularidades, especialmente em relação a um produto chamado Robozão de Vendas, que prometia lucros elevados aos consumidores. A promotoria indicou que os resultados prometidos pelo programa eram inviáveis, levando os seguidores a erro. Raquel, que ganhou notoriedade após a participação de seu irmão no BBB24, também foi desclassificada de A Fazenda 16 por problemas de saúde durante uma prova.

Investigação revela adulteração de leite em fábrica do Rio Grande do Sul

Cinco pessoas foram presas em uma operação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, chamada Operação Leite Compensado, em Taquara. As prisões ocorreram durante a investigação sobre adulteração de produtos lácteos na fábrica Dielat, que distribuía leite por todo Brasil. Os suspeitos foram acusados de adicionar produtos nocivos, como soda cáustica e água oxigenada, para disfarçar a deterioração do leite UHT e em pó. O MP-RS alertou sobre a grave ameaça à saúde pública. Além disso, a fábrica fornecia leite para merenda escolar em várias cidades gaúchas e tinha exportações para a Venezuela.