Em um e-mail enviado em janeiro de 2025, Fioti informou a Emicida sobre a retirada de R$ 2 milhões do Laboratório Fantasma, empresa que ambos coadministram. Extratos bancários apoiam essa informação. Emicida, no entanto, alega que seu irmão retirou R$ 6 milhões sem aviso prévio. Fioti defende que as transferências, totalizando R$ 4 milhões, foram autorizadas em uma reunião com todos os sócios. O desentendimento entre os irmãos surgiu na tentativa de divisão da sociedade, levando a Emicida a anular procuração antes concedida a Fioti, bloqueando seu acesso às contas da empresa.