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Ex-diretor da PF preso em operação contra corrupção na mineração

Rodrigo de Melo Teixeira, ex-diretor da Polícia Federal (PF) durante o governo Lula, foi preso em uma operação da PF que investiga fraudes e corrupção na mineração. Embora conhecido por suas investigações em casos de relevância nacional, como a facada em Jair Bolsonaro, sua prisão está relacionada a atos ilegais envolvendo licenciamento ambiental e pagamento de propina a servidores. Teixeira é suspeito de ser administrador oculto de uma empresa de mineração. A operação visa desmantelar uma estrutura criminosa que causou prejuízos ambientais significativos e lucros indevidos superiores a R$ 1,5 bilhão.

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Lula questiona Lulinha sobre investigações do INSS em meio a polêmica

  • Lula cobra explicações de Lulinha sobre suposto envolvimento em esquemas de corrupção no INSS.
  • O presidente comparou a situação atual do filho com suas próprias experiências durante a Lava Jato, enfatizando a injustiça que sofreu.
  • A defesa de Lulinha refuta as acusações, enquanto partidos de oposição acusam o governo de tentar protegê-lo das investigações.

Polícia Federal prende ex-presidente do Rioprevidência em investigação sobre fraudes

  • Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, foi preso pela Polícia Federal após retornar dos EUA.
  • A detenção faz parte da investigação sobre fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master e ocorreu em Itatiaia.
  • A PF apura operações irregulares que envolvem aproximadamente R$ 970 milhões de recursos da autarquia, resultando em gestão fraudulenta e corrupção passiva.

Senador Alessandro Vieira denuncia corrupção e propõe impeachment de ministros do STF

  • Alessandro Vieira, senador e ex-delegado, critica a corrupção no Brasil, destacando a infiltração do crime organizado no governo.
  • Ele propõe a apuração do Banco Master e defende impeachment de ministros do STF, como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
  • Vieira se posiciona como político de centro, defendendo a criminalização da LGBTfobia e o combate à corrupção, com foco na transparência e respeito às leis.

Toffoli levanta sigilo de depoimentos no caso Master e enfrenta pressão

  • O ministro Dias Toffoli do STF levantou o sigilo dos depoimentos do caso Master, incluindo os de Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa.
  • O inquérito permanecerá sob sigilo até que a Procuradoria-Geral da República se manifeste, e investigações revelam possíveis fraudes em carteiras de crédito.
  • Toffoli enfrenta pressão sobre sua condução no caso, com questionamentos sobre sua atuação e a possibilidade de o caso retornar à primeira instância.

Lula pressiona por mudanças no STF sobre inquérito do Banco Master

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com a atuação do ministro Dias Toffoli no inquérito do Banco Master, sugerindo a possibilidade de renúncia ou aposentadoria do magistrado. Lula monitora de perto o caso e critica o regime de sigilo, temendo que a investigação possa ser abafada, o que comprometeria a credibilidade do Supremo Tribunal Federal. Por outro lado, o presidente avalia que a continuidade das investigações é crucial, mesmo que envolva políticos de oposição. O ambiente está tenso, com Lula buscando um balanço entre pressão e respeito pelas instituições.

Banco Master: Ligações Políticas Reveladas em Investigação da Economist

A revista britânica The Economist expôs ligações entre políticos e o Judiciário no caso do Banco Master, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central. O fundador, Daniel Vorcaro, manteve relações com a elite brasileira. A investigação impactou a reputação do STF e do Congresso. O ministro Jhonatan de Jesus, do TCU, criticou a decisão do BC como apressada, levantando questões sobre a influência política. Ciro Nogueira e outros congressistas foram mencionados por tentarem proteger o banco antes da falência. O caso destaca uma preocupante relação entre finanças e política no Brasil, refletindo problemas de corrupção sistêmicos.

Lula denuncia golpe de R$ 40 bilhões do Banco Master em evento em Maceió

Durante um evento em Maceió na sexta-feira, 23 de janeiro, o presidente Lula criticou o Banco Master por um suposto golpe de R$ 40 bilhões, afirmando que o prejuízo será arquivado por instituições financeiras. Ele não mencionou diretamente o banqueiro Daniel Vorcaro, mas denunciou a defesa que alguns fazem do banco. Lula expressou sua indignação ao observar que os pobres são os mais afetados, enquanto os bancos, como Banco do Brasil e Caixa Econômica, arcarão com os custos. O caso está sob investigação da Polícia Federal, resultando em liquidação extrajudicial e prisão do controlador do Master.