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Ex-CEO da Hurb é preso por furto de obras de arte no Rio

João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi preso no Rio de Janeiro por suposto furto de obras de arte. O executivo, de 44 anos, é acusado de roubar peças de um hotel de luxo e de um escritório em um shopping da Barra da Tijuca. A polícia, após analisar imagens de câmeras de segurança, encontrou as obras em sua residência. Durante a abordagem, Mendes tentou fugir, mas foi detido. As esculturas e um quadro fugidos foram avaliados em R$ 28 mil, e ele foi autuado em flagrante, aguardando audiência de custódia na cadeia pública de Benfica.

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Desespero de Bolsonaro: Michelle relata pedido angustiado do ex-presidente

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatou momentos preocupantes em que viu Jair Bolsonaro em intensa dor, pedindo a Deus para levá-lo, após uma queda em sua cela na Superintendência da PF. Durante sua visita ao hospital DF Star, ela notou confusão mental e dificuldades de comunicação, agravadas por medicações. Michelle criticou a demora no atendimento e defendeu a prisão domiciliar para seu marido devido a problemas de saúde, destacando sua fragilidade após nove cirurgias. Carlos Bolsonaro também se manifestou, chamando de “inaceitável” a lentidão no socorro ao ex-presidente.

Defesa de Filipe Martins vai alegar erro material para reverter prisão

A defesa de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro, planeja contestar sua prisão preventiva, alegando erro material. Martins, preso pela Polícia Federal em Ponta Grossa, Paraná, descumpriu medidas cautelares. Em audiência, seu advogado argumentou que Martins não estava proibido de acessar redes sociais, e que o uso dessas plataformas poderia ser necessário para sua defesa. O STF manteve a prisão, pois o ministro Alexandre de Moraes considerou que Martins havia utilizado o LinkedIn, contrariando a ordem. Atualmente, Martins cumpre pena em regime fechado, aguardando o andamento de sua condenação por envolvimento na trama golpista.

Filipe Martins é preso por violar restrições de uso de redes sociais

Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro, foi preso pela Polícia Federal após descumprir medida cautelar que o proibia de usar redes sociais. A prisão foi decretada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, após uma denúncia que afirmava que Martins acessou o LinkedIn, violando as restrições impostas. Embora os advogados tenham argumentado que o acesso foi feito por representantes legais, Moraes considerou que houve descumprimento das normas. Juristas criticaram a decisão de Moraes por não consultar a Procuradoria-Geral da República antes da prisão, mas reconheceram a possibilidade legal dessa ação.

Bolsonaro é liberado do hospital e volta à prisão após negativa do STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar e retornou à Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro esteve internado para uma cirurgia de hérnia e enfrentou crises de soluço, que exigiram um bloqueio anestésico do nervo frênico. O STF negou seu pedido de prisão domiciliar, afirmando que seu estado de saúde melhorou e que o tratamento pode ser realizado na prisão. A defesa alegou necessidade de acompanhamento médico contínuo, mas o ministro Alexandre de Moraes reafirmou a decisão de manter Bolsonaro preso.

Moraes nega pedido de prisão domiciliar a Bolsonaro e mantém regime fechado

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que ele fosse transferido para prisão domiciliar, alegando que seu estado de saúde não apresenta agravamentos e está em melhora. Após alta médica, Bolsonaro deverá cumprir pena em regime fechado, conforme determinou Moraes, que citou descumprimentos legais anteriores como motivo para sua decisão. A defesa argumentou que o ex-presidente poderia necessitar de acompanhamento médico, mas o ministro destacou que todos os cuidados são assegurados na Superintendência da Polícia Federal, onde Bolsonaro permanece sob custódia.

Marília Ferreira de Alencar é condenada por participação em trama golpista

Marília Ferreira de Alencar, delegada da Polícia Federal, foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a oito anos e seis meses de prisão em regime fechado por sua participação na trama golpista. O ministro Alexandre de Moraes determinou sua prisão preventiva após uma tentativa de fuga de um ex-dirigente da PRF, resultando em medidas de contenção para outros condenados. Embora a PGR não tenha conseguido provar sua omissão durante os atos violentos de 8 de janeiro, Marília foi considerada culpada por interferir nas eleições de 2022, usando dados da PF para dificultar o acesso dos eleitores.

Ex-diretor da PRF é preso no Paraguai e transferido para Brasília

Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF, foi transferido para Brasília após ser preso em Assunção, Paraguai, na madrugada de sexta-feira (26). Ele tentava embarcar em um voo para El Salvador utilizando um passaporte paraguaio falso. Vasques foi entregue às autoridades brasileiras e retornou pelo ponto de entrada em Foz do Iguaçu. Rompendo sua tornozeleira eletrônica, ele havia viajado de carro até o Paraguai. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal por participar de um plano golpista, sua prisão preventiva foi determinada devido às evidências de fuga que surgiram durante a investigação.