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Empresário de Americana preso por fornecer armas ao Comando Vermelho

Eduardo Bazzana, considerado um empresário respeitável em Americana, São Paulo, foi preso por vender armas ao Comando Vermelho, uma das facções criminosas mais poderosas do Brasil. Ele liderava um clube de tiro, onde atuava com a elite local. A polícia descobriu que durante um mês e meio ele recebeu R$ 1,6 milhão pela venda de armas e munições. As investigações também apontam que Bazzana tinha conexões diretas com o tráfico de drogas. Sua defesa alega inocência, enquanto o Ministério Público o denunciou por associação com o tráfico e comércio ilegal de armamentos.

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Comando Vermelho invade a política do Rio: figuras chave presas!

Nos últimos meses, investigações revelaram a infiltração do Comando Vermelho na política do Rio de Janeiro, resultando na prisão de figuras proeminentes como o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e o deputado estadual TH Joias. As acusações incluem o favorecimento das atividades criminais da facção, com a Polícia Federal identificando conexões diretas entre Bacellar e TH Joias. O sociólogo Daniel Hirata destaca que essa situação expõe uma nova dinâmica, onde altos escalões políticos, antes considerados intocáveis, agora estão sob sospeita. O impacto das investigações na política fluminense continua a se desenrolar.

Polícia Federal combate organização criminosa em operação de grande escala

A Polícia Federal deflagrou a Operação Opções Binárias em 16 de dezembro de 2025, visando combater uma organização criminosa que conseguiu arrecadar mais de 50 milhões de reais através de plataformas de opções binárias e apostas irregulares. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco estados e aplicada medidas cautelares a quatro suspeitos. A investigação revelou que os criminosos manipulavam plataformas, promovendo lucros inverossímeis e bloqueando saques. As suspeitas incluem lavagem de dinheiro, evasão de divisas e estelionato digital, com envolvimento de influenciadores e contatos internacionais.

Senado aprova PL Antifacção e propõe novas medidas contra o crime organizado

O Senado aprovou o PL Antifacção, apresentando um conjunto robusto de medidas para o combate ao crime organizado. Relatado por Alessandro Vieira, o projeto recebeu 64 votos a favor e agora retorna à Câmara dos Deputados devido a alterações. O texto redefine os tipos penais, introduz a Cide-Bets, e endurece punições para facções e milícias. A nova contribuição tributária poderá gerar até 30 bilhões de reais anuais para a segurança pública. O projeto também altera a investigação de crimes, preservando certas garantias, e restabelece mecanismos para proteger jurados e ampliar penas para delitos graves.

Prisão de Bacellar evidencia luta contra corrupção e crime organizado

A recente prisão do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, destaca a luta contra a corrupção e o crime organizado no Brasil. O PL Antifacção, que tentava restringir a atuação da Polícia Federal, foi modificado, permitindo investigações importantes. A atuação da PF é vista como uma ameaça ao crime organizado, com conexões políticas sendo expostas, e é alvo de críticas por parte da extrema direita. Os governadores atuais tentam minimizar a importância da PF na segurança pública, enquanto grupos criminosos, como o Comando Vermelho e o PCC, buscam influenciarem as decisões que impactam suas operações.

Alessandro Vieira apresenta reformulação do PL Antifacção no Senado

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou um relatório que reformula o PL Antifacção, previamente aprovado pela Câmara. A nova proposta será votada hoje pela Comissão de Constituição e Justiça. Vieira busca esclarecer confusões identificadas pelo Executivo e fortalecer a investigação e financiamento para o combate ao crime organizado. A mudança central substitui uma abordagem anterior e cria o tipo penal 'facção criminosa'. Além disso, propõe um modelo de arrecadação sobre apostas para financiar segurança pública, revogando certos direitos modificados. O projeto, que endurece penas e ajusta regras de monitoramento, pode ser aprovado ainda hoje.

Governo busca reverter mudanças no PL Antifacção no Senado

O governo do Brasil, liderado por Lula, está mobilizando esforços no Senado para modificar o PL Antifacção, cuja aprovação na Câmara trouxe mudanças consideradas prejudiciais ao combate ao crime organizado. As alterações propostas afetam a definição de organizações criminosas e os mecanismos de investigação, tornando-os mais frágeis. Entre as mudanças criticadas estão a redistribuição de bens apreendidos e a limitação de infiltração de agentes. A expectativa é que o relator Alessandro Vieira faça revisões para fortalecer o texto, buscando apoio institucional antes de apresentar seu parecer para votação ainda em novembro.

Prisão de empresário revela temores de nova Lava Jato em Brasília

A prisão do empresário Daniel Vorcaro, acusado de envolvimento com o crime organizado, levanta temores na capital federal sobre uma nova Operação Lava Jato. A lentidão do governo Lula em enviar um projeto de lei antimáfia permitiu que recursos do crime e da corrupção se misturassem, criando um cenário caótico. Enquanto isso, a Operação Carbono Oculto expôs a atuação do PCC em setores estratégicos, aumentando as pressões políticas em Brasília. A possibilidade de delações pode agravar a situação, sugerindo um futuro conturbado nas eleições de 2026 e uma constante busca por reformas de segurança.