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Dilma Rousseff é homenageada com Medalha da Amizade na China

Em 29 de setembro de 2024, a ex-presidente Dilma Rousseff recebeu a Medalha da Amizade em uma cerimônia emocionante no Grande Salão do Povo, em Pequim, das mãos do líder chinês Xi Jinping. Reconhecida por seu trabalho no Novo Banco de Desenvolvimento, Dilma expressou sua honra pela homenagem, reforçando os laços entre Brasil e China. Durante a cerimônia, ela sentiu saudades do Brasil, fazendo alusão à canção de Caetano Veloso. Xi descreveu Dilma como uma “representante excepcional” dos amizades que perduram entre os povos. O evento marcou a celebração dos 75 anos da República Popular da China.

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Rússia afirma que Acordo de Paz na Ucrânia está Mais Próximo, mas com Condições

A Rússia declarou que está mais próxima de um acordo de paz para a guerra na Ucrânia, concordando com afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, após conversas entre ele, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, anunciou que novas discussões podem ocorrer em breve, mas ressaltou que a Ucrânia deve retirar suas tropas da região de Donbas para que a paz seja possível. Zelensky mencionou que questões sobre a usina nuclear de Zaporizhzhia e a cessão de territórios ainda são obstáculos nas negociações, além das reivindicações russas sobre Donbas e outras áreas.

Trump abandona Bolsonaro após prisão, afirma ex-embaixador dos EUA

John Feeley, ex-embaixador dos EUA, acredita que a mudança na postura de Donald Trump em relação ao Brasil e Jair Bolsonaro está mais ligada às ações imprevisíveis do presidente americano do que a qualquer conquista do governo Lula. Segundo Feeley, após a prisão de Bolsonaro, Trump começou a vê-lo como um 'perdedor', intolerável para o ex-presidente. Ele destaca que, embora as tarifas impostos aos produtos agrícolas brasileiros e as sanções fossem inicialmente impulsionadas pelo lobby de Eduardo Bolsonaro, a reversão dessas medidas é resultado do comportamento errático de Trump, não das habilidades de negociação de Lula.

China intensifica tensões militares com exercícios em torno de Taiwan

A China começou a realizar exercícios militares com fogo real ao redor de Taiwan, incluindo o envolvimento de destroieres, fragatas, caças, bombardeiros e drones. Essas manobras foram anunciadas pelo Exército Popular de Libertação em resposta a tensões diplomáticas com o Japão e os Estados Unidos, especialmente após a recente venda de armas a Taiwan. Taiwan, por sua vez, relatou a detecção de navios chineses em suas proximidades. As manobras, denominadas ‘Missão Justiça 2025’, ocorrem após semanas de escalada nas relações entre a China e o Japão, aumentando a atenção internacional na região.

Rússia reafirma compromisso com a paz na Ucrânia em reunião chave

O enviado de política externa dos Estados Unidos, Steve Witkoff, afirmou que a Rússia permanece totalmente comprometida com a paz na Ucrânia, após encontros com o emissário do Kremlin, Kirill Dmitriev, na Flórida. Witkoff, junto com Jared Kushner, buscou aprimorar um plano para encerrar o conflito, incluindo garantias de segurança e concessões territoriais.Apesar de as reuniões terem sido classificadas como produtivas, não houve acordos concretos anunciados para finalizar a guerra. Witkoff e o secretário de Segurança Nacional da Ucrânia, Rustem Umerov, reafirmaram seu compromisso em buscar uma paz justa e duradoura.

Lula alerta sobre riscos de intervenção militar na Venezuela

Durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou preocupações sobre a possível intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, considerando-a uma potencial catástrofe humanitária. Lula argumentou que tal ação poderia estabelecer precedentes perigosos para a região e o mundo. Ele enfatizou que a escalada militar dos EUA, com bloqueios navais e ameaças, poderia resultar em instabilidade na fronteira brasileira, aumentando a crise de imigração. Lula tentou convencer Donald Trump sobre os efeitos negativos de um ataque militar, propondo que o diálogo poderia ser uma alternativa mais eficaz.

Crise na fronteira: Tensão entre EUA e Venezuela preocupa Brasil

A crescente tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela, intensificada por ameaças de Donald Trump, gerou preocupações no governo brasileiro sobre uma possível crise humanitária na fronteira. Trump anunciou um bloqueio naval contra navios petroleiros venezuelanos, aumentando o temor de uma desestabilização no país. O presidente Lula abordou a situação com Trump, alertando para as consequências de uma intervenção militar e propondo um diálogo construtivo. A apreensão de um navio petroleiro e a presença militar dos EUA na região refletem um cenário incerto, onde uma mudança de governo na Venezuela poderia resultar em um vácuo de poder e caos social.

Brasil teme recuo da União Europeia em acordo histórico com o Mercosul

O governo brasileiro manifesta preocupação quanto ao recuo da União Europeia em relação ao acordo comercial com o Mercosul, com a assinatura prevista para a próxima semana. O sucesso do pacto, que é crucial após 25 anos de negociações, depende da aprovação em duas votações no Parlamento e Conselho Europeus, programadas entre 16 e 18 de dezembro. A resistência, especialmente de países como França e Polônia, gera ansiedade no Brasil, que pode redirecionar sua política comercial para a Ásia caso o acordo não seja firmado. A urgência se amplifica com as salvaguardas agrícolas em discussão.