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Conselheiro do TCE-RJ teve acesso a delações sigilosas em que foi citado, diz jornal

Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro e apontado como mandante da morte de Marielle Franco, teve acesso a delações sigilosas que o implicavam em esquemas de corrupção. A Polícia Federal encontrou documentos em um HD externo mantido por Brazão em sua residência durante uma operação relacionada ao caso Marielle. As delações envolviam ameaças de morte feitas por Brazão a colegas que firmassem acordos de delação premiada. A PF entregou um relatório ao ministro Alexandre de Moraes indicando que Brazão tinha a intenção de obstruir investigações. Ele também guardava documentos sigilosos relacionados ao caso Marielle em seu HD.

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Banco Master: Ligações Políticas Reveladas em Investigação da Economist

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União Europeia e Mercosul firmam acordo histórico de livre comércio

A União Europeia aprovou provisoriamente o acordo de livre comércio com o Mercosul, após 25 anos de negociações, com uma votação majoritária em Bruxelas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou este momento como um dia histórico para o multilateralismo, destacando que os blocos juntos representam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ressaltou os ganhos mútuos que o pacto trará para ambas as partes. O próximo passo envolve a assinatura do acordo e sua aprovação pelos parlamentos dos países envolvidos, incluindo o Parlamento Europeu.

Ex-assistente de Ciro Nogueira é alvo de investigação por sonegação fiscal

A Operação Poço Lobato, deflagrada em 27 de novembro de 2025, mira Jonathas Assunção, ex-número 2 do senador Ciro Nogueira (PP-PI) na Casa Civil. Assunção, executivo da Refit, foi alvo de mandados de busca na investigação de um esquema de sonegação fiscal de R$ 26 bilhões. O senador é ligado ao caso, pois apresentou uma emenda que retira a Refit da lista de punições aos devedores contumazes. O projeto propõe novas definições para devedores com dívidas injustificadas, sendo discutido na Câmara após tramitação em regime de urgência. A Refit ainda não se manifestou.

Eduardo Bolsonaro se torna réu por interferência em julgamento do pai

A 1ª Turma do STF tornou o deputado federal Eduardo Bolsonaro réu por tentativas de interferência no julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. A decisão foi unânime após o voto de Cármen Lúcia. Eduardo, que se encontra nos EUA, é acusado de buscar punições para o ministro do STF Alexandre de Moraes e a Polícia Federal. O plenário virtual concluirá o julgamento em 25 de novembro. A defesa do réu está a cargo da Defensoria Pública da União. O caso gerou grande repercussão na política brasileira.

Segurança foragido após agredir empresário e deixá-lo desacordado na calçada

A Justiça de São Paulo decretou a prisão temporária de Deivid Ferreira, um segurança de 45 anos, acusado de agredir o empresário Paulo Vinícius dos Santos, 35 anos, e de abandoná-lo desacordado na calçada. O crime ocorreu em Guarulhos no dia 19 de outubro, quando Paulo foi agredido com um soco e deixou de receber socorro por quase duas horas. Ele foi internado, mas morreu dias depois em decorrência de traumatismo craniano. Deivid está foragido e é procurado pela polícia, que investiga também a participação de outros envolvidos no caso.

Centrão propõe redução de pena de Bolsonaro para dois anos

O deputado Paulinho da Força, relator de um projeto do Centrão, propõe reduzir a pena de Jair Bolsonaro de 6 anos e 10 meses para apenas 2 a 3 anos. A ideia visa unificar crimes de abolição violenta do Estado democrático e golpe de Estado, permitindo progressão de pena após um sexto do tempo cumprido. A votação está programada para quarta-feira (8), mas deputados pressionam por um compromisso público de Davi Alcolumbre, presidente do Senado. A proposta de redução de penas também se alinha ao clamor de aliados de Bolsonaro, que pedem uma anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro.

Bate-boca no Senado sobre fraudes no INSS agita governo

Em um tenso bate-boca no Senado, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, confrontou o senador Sergio Moro sobre fraudes em descontos no INSS, que foram denunciadas à Polícia Federal em 2020. Durante a audiência na Comissão de Transparência, Queiroz questionou Moro sobre sua inação na época em que era ministro da Justiça, ao ser abordado sobre irregularidades nos benefícios previdenciários. Moro defendeu-se, alegando que não havia recebido essas informações. Este episódio ocorre em meio a uma megaoperação da Polícia Federal contra descontos não autorizados, que podem ter causado prejuízos de até R$ 6,3 bilhões.