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Conflito familiar: filhos de Bolsonaro criticam Michelle por apoio a Girão e rejeição a Ciro

Os filhos de Jair Bolsonaro, Flávio, Carlos e Eduardo, criticaram publicamente a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro após seu apoio à candidatura de Eduardo Girão e rejeição à aliança com Ciro Gomes. Durante um evento em Fortaleza, Michelle declarou que a aproximação com Ciro era 'precipitada'. Flávio acusou Michelle de desrespeitar o ex-presidente ao criticar André Fernandes, que media as negociações. Carlos e Eduardo também se solidarizaram com Flávio, reforçando que a liderança do pai deveria ser respeitada. O evento teve um clima tenso, refletindo divisões dentro do grupo político Bolsonaro.

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Caiado deixa União Brasil e se filia ao PSD em busca da presidência

Ronaldo Caiado, governador de Goiás, deixa o União Brasil e se filia ao PSD, partido de Gilberto Kassab, em busca de viabilizar sua candidatura à presidência. A decisão ocorreu após identificados impasses internos no União Brasil que comprometiam sua pré-candidatura. Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, comentou a saída de Caiado, expressando respeito e desejando sucesso em sua nova etapa. A filiação foi anunciada por Caiado em um vídeo ao lado de outros governadores que também pleiteiam a candidatura ao Planalto. Essa mudança promete impactar o cenário político para as próximas eleições.

Lula critica Bolsonaro e destaca a importância de lembrar o Holocausto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou uma nota em memória das vítimas do Holocausto, lembrando os 81 anos da libertação de Auschwitz. Em resposta ao senador Flávio Bolsonaro, que o chamou de 'antissemita' durante um evento em Israel, Lula ressaltou a importância de recordar os horrores da história e combater o autoritarismo e discursos de ódio. Ele enfatizou a necessidade de prestar solidariedade às famílias destruídas e defendeu os direitos humanos e a convivência pacífica. Lula também alertou sobre a relevância dessa data para as futuras gerações.

Ronaldo Caiado avalia mudança de partido para 2026

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, está considerando a possibilidade de deixar o União Brasil para se candidatar à Presidência da República em 2026. Ele revelou que já informou a direção do partido sobre suas intenções e que está em conversas com Solidariedade, Podemos e Republicanos, que podem ser alternativas para sua filiação. Caiado acredita na necessidade de lançar múltiplas candidaturas da direita para enfrentar Lula, que estaria preparado apenas para um adversário. Em declaração à rádio Novabrasil, ele enfatizou sua determinação em buscar oportunidades para sua candidatura.

Trump muda estratégia após morte de enfermeiro em Minneapolis

Após a morte do enfermeiro Alex Pretti em Minneapolis, o governo Trump rapidamente abandonou sua estratégia habitual de negação e ataque. Inicialmente, Trump e sua equipe descreveram Pretti como um 'terrorista doméstico', mas vídeos contradizeram essa narrativa, mostrando-o sem arma e ajudando outra pessoa. Com a crescente pressão pública e crítica ao ICE, Trump mudou o tom, responsabilizando os democratas e enviando um novo líder para supervisionar a situação. As tensões políticas aumentam, com os democratas planejando bloquear novos fundos para o DHS em resposta às ações do governo Trump e a sua política de imigração.

Ex-ministra critica aprovação de código de ética do STF por Fachin

A ex-ministra Eliana Calmon criticou a proposta de Edson Fachin para aprovar um código de ética no STF, afirmando que ele 'perdeu credibilidade' ao legitimar decisões controversas de seus colegas. Segundo Calmon, o momento é 'inoportuno', com a sociedade insatisfeita com o Judiciário. Ela alerta que, se aprovado, o código pode não ser efetivo e que a crise atual no STF reflete um desinteresse por freios e contrapesos. Calmon menciona a percepção negativa do público em relação ao tribunal e destaca a incapacidade de criar normas que assegurem a ética de forma satisfatória.

Lewandowski confirma consultoria ao Banco Master antes de assumir Ministério da Justiça

Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF, revelou que prestou consultoria jurídica ao Banco Master após retornar ao exercício da advocacia em abril de 2023. Em comunicado, ele explicou que, ao ser convidado para o Ministério da Justiça por Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2024, decidiu encerrar suas atividades no escritório e suspender seu registro na OAB. Essa declaração surge após indícios de que o Banco Master pagou R$ 5 milhões ao seu escritório durante sua gestão como ministro. Apesar disso, seu nome não está associado a escritórios de advocacia no Cadastro Nacional dos Advogados.

Lula e Trump: um encontro histórico e um baile de gala em Washington

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se encontrar com Donald Trump em Washington em março, após sua visita à Índia e à Coreia do Sul. O encontro, discutido em uma ligação de 50 minutos, culminará em um baile de gala em homenagem a Lula. Durante a conversa, os líderes abordaram a relação bilateral, com ênfase em assuntos econômicos e na retirada de tarifas sobre produtos brasileiros. Lula também propôs aumentar a cooperação contra o crime organizado e discutiu a situação na Venezuela, defendendo a paz e a estabilidade regional.