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Commerce unmasked: New York's street markets mirror Brazil's 25 de março

Recentemente, a administração de Donald Trump acusou o Brasil de fomentar o comércio ilegal e de produtos falsificados. Entretanto, uma caminhada por Manhattan, especialmente na Canal Street, revela um contraste claro. Muitas barracas vendem imitações de marcas renomadas, como Louis Vuitton e Rolex, sem dificuldades. Apesar de operações esporádicas da polícia, esse comércio informal parece estar institucionalizado, com imigrantes aproveitando a oportunidade econômica. Esse fenômeno, semelhante ao que ocorre na Rua 25 de Março em São Paulo, destaca a realidade desigual do comércio e as nuances da economia global, onde a legalidade e a informalidade se entrelaçam.

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Xi Jinping reafirma que China não será uma ameaça global

  • Xi Jinping afirmou que a China não será uma ameaça a outros países, enfatizando seu compromisso com a paz.
  • Durante um encontro com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, o líder chinês solicitou apoio ao multilateralismo.
  • A posição da China contrasta com a utilização histórica da força militar pelos EUA em assuntos internacionais.

Lula é condecorado no Panamá e fortalece laços bilaterais

Durante uma visita ao Panamá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condecorado com a Ordem Manuel Amador Guerrero, a mais alta honraria panamenha. Lula destacou a importância do fortalecimento das relações bilaterais e a cooperação nos setores de comércio e turismo. Ele mencionou um crescimento significativo de 78% no intercâmbio bilateral em 2025 e expressou apoio à soberania do Panamá sobre o Canal do Panamá. Ao final da visita, Lula retornou ao Brasil motivado pelos avanços nas relações e pela receptividade do povo panamenho.

Trump descarta uso de força, mas insiste na compra da Groenlândia em Davos

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Donald Trump descartou a possibilidade de usar força para adquirir a Groenlândia, mas reafirmou seu desejo de comprar a ilha, argumentando que somente os EUA podem garantir sua segurança. A proposta gerou tensões com aliados da OTAN e resultou em ameaças de tarifas comerciais. Trump elogiou a economia americana e criticou líderes europeus, defendendo uma visão de Ocidente forte e unido. Sua declaração ocorreu em um contexto de crescente crise diplomática entre os EUA e a Dinamarca, à medida que os líderes europeus reagem às ameaças de Trump.

Trump ameaça Europa com tarifas e exige Groenlândia

Donald Trump escalou tensões com a Europa ao exigir a compra da Groenlândia, prometendo tarifas de até 25% para países que se opuserem a essa intenção. Essa postura interrompeu meses de progresso nas negociações comerciais com a UE e a Otan, colocando os líderes europeus em uma posição delicada, já que dependem da proteção americana. A Europa, relutante em ceder a uma anexação forçada, estuda formas de retaliar sem escalar a situação. Enquanto isso, tropas europeias realizaram exercícios militares na Groenlândia, reafirmando seu compromisso com a região estratégica, numa nova era de confrontos diplomáticos.

Lula afirma que Brasil não se limitará a commodities e busca valor agregado

Em encontro no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que o Brasil não se limitará a exportar commodities, mas busca produzir e comercializar bens industriais com maior valor agregado. Ele destacou o respeito do país aos acordos internacionais, incluindo os das Nações Unidas e da Organização Mundial do Comércio. Na presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Lula afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado após 26 anos de negociações, representa uma cooperação visando direitos trabalhistas e respeito ao meio ambiente. O Brasil será representado na assinatura.

Lula se ausenta da assinatura do acordo UE-Mercosul no Paraguai

O presidente Lula não participará da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, marcada para o dia 17, no Paraguai. Apesar de ser um forte apoiador do acordo, que promete criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, sua ausência se deve à reprogramação do evento que foi inicialmente planejado como ministerial. Apesar disso, Lula se reunirá com líderes europeus em um evento anterior no Rio de Janeiro, destacando seu papel importante na promoção do tratado, que é contestado por oposição de agricultores europeus.

Venezuela relança suas exportações de petróleo após meses de embargo

A Venezuela iniciou a reabertura de poços de petróleo, marcando o retorno das exportações de petróleo bruto após meses de suspensão devido a um embargo dos Estados Unidos. A estatal PDVSA e seus parceiros começaram a enviar carregamentos, com dois superpetroleiros partindo na segunda-feira, representando uma possível retomada de um acordo de fornecimento de 50 milhões de barris entre Caracas e Washington. Apesar da retomada, a produção do país membro da OPEP caiu significativamente nas últimas semanas, resultando em milhões de barris acumulados em tanques e navios, enquanto a PDVSA busca evitar cortes profundos na produção.