Paulo Martins, ex-deputado e atual vice-prefeito de Curitiba, revelou que o Centrão colaborou com partidos de esquerda para suavizar a Medida Provisória do INSS durante o governo Bolsonaro. Originalmente, a proposta visava reavaliar os descontos a sindicatos anualmente, mas Martins concordou em estender o prazo para três anos, após negociações. Ele afirmou que a falta de uma base sólida para o governo dificultou a aprovação da medida e que a situação política tensa exigiu concessões. O Congresso também alterou a exigência de atualização cadastral, adiando sua implementação para 2024, o que levou a várias emendas, inclusive de apoiadores.